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A Bruxa e o Alfa romance Capítulo 11

Porra, porra, porra! Aquilo só podia ser um feitiço, era a única explicação para eu perder o juízo quando me aproximava daquela garota.

Inferno de mulher! Por sorte Denah tinha chegado na hora certa, me tirando de lá antes que eu rasgasse aquela calça fina e me enterrasse dentro dela.

O cheiro do seu desejo era fascinante, mas o do seu gozo me deixava ainda mais fora de mim. A última coisa que eu precisava agora era o maldito cheiro de seu gozo impregnando em mim.

— O que queria comigo, Denah? — rosnei tentando não pensar nela.

Naquelas bochechas vermelhas depois de gozar, pintadas com suas sardas, a boca carnuda se abrindo e gemendo meu nome.

Porra de garota!

— A boate está aberta e seu irmão está na porta, proibindo qualquer um de entrar.

Tinha que ser ele, o estraga prazeres. Já não bastasse ter enfiado essa bruxa maldita na minha cama, ainda queria me impedir de viver.

— Vamos acabar com isso, quero começar a me divertir logo!

— Pensei que já estivesse fazendo isso chefe, com a ruivinha. — ele deu risada e meus punhos se fecharam involuntariamente. — Dava pra ouvir os gemidos dela do fim do corredor.

Me virei imediatamente o pegando de surpresa, seu corpo trombou no meu e ele recuou, ficando cara a cara comigo.

— Mais alguma coisa que eu precise saber?

— Não senhor... Eu...

— Posso não querer aquela bruxa aqui, mas ela ainda carrega meu filho em seu ventre! — senti meus dedos estalarem, com a força que eu fiz para me segurar e não socar a cara de um dos meus homens de confiança.

Eu não deveria me importar, mas já era a segunda vez hoje que eu sentia essa fúria dentro de mim, quando falavam dela, ou se a tocavam.

— Sim senhor.

— Ótimo, agora vamos dar um jeito nele! — fiz o melhor para parecer mais calmo quando pegamos o elevador.

A fila só aumentava na frente da boate, enquanto Peta mantinha a porta fechada, com seus braços cruzados e a cara de poucos amigos, era sua expressão natural, aquilo não tinha mais nenhum efeito em mim, mas para os outros a sua volta ele era assustador.

— O que diabos você tem na cabeça? Abrir para funcionamento é o mesmo que colocar todos aqui em perigo! — ele falou quando cheguei perto.

— E espera que eu fique parado, trancado, esperando mais um ataque?

— Se aquele ser demoníaco atacou na rua, em plena luz do dia, você acha mesmo que ele não entraria aqui e mataria todas essas pessoas?

— Não me importo com todas essas pessoas, especialmente quando sabemos que ele está aqui atrás de uma única.

Não era segredo que aquele ser, das profundezas do inferno, estava aqui atrás de Bridget. Ele a queria, queria meu filho, eu sabia que ele necessitava que a maldição estivesse de volta, era com o poder dela que se alimentou durante todos esses anos.

O ódio e toda a magia, que a primeira Bruxa colocou na maldição, o fariam mais poderoso.

O que me levava a crer que a cada dia que a maldição não existisse ele ficaria mais fraco. Só precisávamos esperar até acabar, assim ele seria facilmente derrotado.

— E porque decidiu abrir? Se quer se divertir e viver sua vida sem responsabilidades, faça isso em outro lugar.

— Essa é a minha casa, não mandei você enfiar a garota aqui, se quer mantê-la assuma sua proteção pessoalmente. — avisei e me aproximei dele, ficando cara a cara. Nosso tamanho sendo o mesmo me deixava olhar fundo nos olhos dele, os olhos que herdou do nosso pai, enquanto eu tinha herdado os da minha mãe. — Mas não ache que vou ficar preso só porque você quer.

Ele rosnou e estava prestes a me retrucar, mas meu rosnado foi ainda maior, o colocando em seu lugar.

Peta podia ser meu irmão, mas eu ainda era o Alfa e ele me devia respeito.

Finalmente ele entendeu que eu não iria ceder as suas vontades e saiu batendo os pés, fazendo as janelas sacudirem com sua raiva.

Mas eu já estava acostumado com seus shows, ele não ia me convencer agora.

Denah abriu as portas e eu sorri ao ver a fila começar com belas mulheres, vestidas do jeito que eu gostava, pouquíssima roupa, quanto menos melhor.

— Vamos logo com isso, quero esse lugar bombando!

Não demorou para que o DJ estivesse colocando todos para se agitar, a pista estava a todo vapor, o bar lotado e a área VIP cheia de garotas tentando chamar a atenção, para conseguir entrar sem pagar.

Encarei as garotas que já estavam ao meu redor, uma loira sentada em meu colo, com a bunda redonda sacudindo contra meu pau, acompanhando o ritmo da música, e a morena que estava no braço da poltrona, afagando meu cabelo com a mão e as unhas arranhando meu couro cabeludo.

Mas nada disso estava me animando, eu continuava olhando de um lado para o outro procurando por algo, mesmo sem ter nenhuma ideia do que estava procurando.

— Que tal se nós formos para seu quarto? — a loira sussurrou ao pé do ouvido, fazendo questão de ronronar com a voz, de um jeito que eu achava irritante, mas ela era gostosa, por isso eu relevava.

Cogitei a ideia de subir até lá com ela, rasgar o mini vestido e descobrir que ela estava nua por baixo, poderia enfiar meu pau em sua boca, deixar que ela me chupasse até que eu esquecesse meu nome. E então me enterrar dentro dela.

Mas nenhum dos meus pensamentos acendeu meu desejo. Eu poderia estar em uma reunião chata que não faria a mínima diferença a essa altura.

— Eu e minha amiga podemos te levar a outro mundo. — a morena falou, beijando meu maxilar do lado esquerdo.

Capítulo 11 1

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