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A coitada se tornaria a Luna romance Capítulo 15

“Alfa, você parece muito cansado. Posso sugerir que descanse esta noite?” disse Carolina. Concordei com a cabeça e fui para o meu quarto. Tudo estava girando; apoiei-me na poltrona para sentar e tirei os sapatos, esperando até que a tontura passasse. A porta do quarto se abriu.

“Quem está aí?” perguntei, apertando os olhos para ver a figura que mal conseguia distinguir.

“Sou eu!” Ela disse.

“Ayla? É você?”, tentei levantar, me esforçando para manter o equilíbrio. Senti uma mão pressionar suavemente meu peito.

“Sente-se, Richard. Eu estou aqui agora e vou cuidar de você,” ela sussurrou e se sentou no meu colo.

“Ayla, você voltou.”

“Claro que voltei,” disse ela, enquanto desabotoava lentamente minha camisa.

“Porque você foi embora? Para onde você foi?”, perguntei.

“O que realmente importa é que agora estou aqui com você.”

Uma de suas mãos deslizava pelo meu peito nu, enquanto a outra desabotoava minha calça jeans e o meu cinto, liberando minha saliência dura. Seus lábios se entrelaçaram aos meus.

“Richard,” ela sussurrou, com desejo, posicionando minhas mãos em suas coxas.

“Ayla,” sussurrei. Ela se esfrega em meu membro, aumentando o ritmo e me fazendo gemer.

“Eu quero que você me marque, Richard,” ela sussurrou. Tudo girava e balançava, eu estava em estado de estupor absoluto. Tudo o que conseguia pensar era no tesão; eu queria estar dentro dela.

“Vou marcá-lo primeiro,” ela sussurrou sedutoramente em meu ouvido; seus dentes se projetaram e roçaram na pele do meu pescoço antes de parar. Senti a pressão quando ela estava prestes a perfurar meu pescoço. Mas espera. Ayla ainda não podia se transformar. Ela ainda não podia me marcar. Onde estava aquele calor que costumávamos ter? E as faíscas? Rapidamente a afastei de mim.

“Alfa! O que há de errado?” Ela perguntou confusa.

“Avanda?” questionei, apertando os olhos para ajustar a visão.

“Não, é a Ayla,”

Coloquei minhas calças, ocultando minha ereção e tentei ficar de pé.

“Avanda! Ayla ainda não passou pela primeira transformação. Ela não poderia me marcar, mesmo que quisesse!” Gritei furioso e tropecei caindo no chão.

“O que você fez comigo?!”

“Richard, por favor! Ayla nunca mais irá retornar. Estou fazendo um favor a você e à matilha!” Tentei estabelecer uma conexão mental com Nolan e Harry, mas não consegui.

“Você me envenenou?!”

“Não exatamente,” ela respondeu. Tentei rastejar até a porta. Estava prestes a perder a consciência, a escuridão tomou minha visão antes de eu conseguir alcançá-la.

“Ele é muito pesado, mãe. Não conseguiremos nem mesmo virar ele,” disse Avanda. Apertei os olhos, permitindo que minha visão se ajustasse; não movi sequer um centímetro do lugar, continuei deitado no chão.

Minha cabeça latejava e a náusea me dominava. Fiz uma ligação mental com Nolan e Harry para pedir ajuda; ainda estava zonzo, mas já conseguia enxergar um pouco mais claramente.

“Vai logo Avanda, faça isso agora!” Carolina exclamou, empurrando-a na minha direção.

Avanda montou em cima de mim e posicionou suas presas no meu pescoço. Eu queria empurrá-la, mas Carolina me acertou na cabeça com um objeto pesado. Suas presas estavam prestes a perfurar minha pele quando Nolan e Harry entraram em disparada e a puxaram para longe de mim.

“Alfa! Você está bem?” Harry perguntou, receoso.

“Elas me drogaram! Avanda quase me marcou!” gritei, furioso.

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