Sophia apertou os lábios.
Seu olhar foi direto para onde Beatriz estava.
— Aquela ali é a Beatriz? — Sophia perguntou com certa surpresa. — Não imaginava que encontraríamos conhecidos em um país estrangeiro. Arthur, deveríamos ir lá cumprimentá-la?
Arthur desviou o olhar, com a voz muito calma: — Não é necessário.
Ao ouvir a recusa dele, Sophia sentiu uma alegria saltitar no peito.
Parecia que, após o divórcio, realmente não restava nenhum contato ou sentimento entre os dois.
Sophia acariciou a própria barriga: — Na verdade, estando em um país estrangeiro, o bebê na minha barriga também precisa de alguém conhecido para cuidar de nós. Beatriz é tão profissional, sempre foi ela quem cuidou da minha gestação antes.
— Arthur, o que acha... Será que poderíamos pedir para a Beatriz cuidar de mim e do bebê mais uma vez?
Arthur olhou para ela. — Se gosta que ela cuide de você e quer que ela seja sua médica até o nascimento do bebê, então irei falar com ela.
— Que ótimo! — Sophia sorriu, com o rosto iluminado de empolgação. — Fiquei com um grande vazio no coração desde que fomos para o exterior e não tive mais os cuidados da Beatriz. Sempre sinto que esses médicos daqui não são tão atenciosos quanto ela.
— Então eu vou lá dar um oi para ela~ — Sophia sorriu alegremente. — Ou seria melhor irmos cumprimentá-la depois que terminarmos nossa refeição?
— Mas ela parece estar conversando tão animadamente com aquele rapaz estrangeiro. O sucesso da Beatriz com os homens é realmente impressionante, não importa aonde ela vá.
— Porém, nenhum desses homens chega aos pés do meu Arthur.
Beatriz não havia notado que Arthur e Sophia haviam entrado.
Ela conversava animadamente com Alistair, com um sorriso radiante.
Em comparação à beleza pura e juvenil de Sophia, Beatriz era uma mulher de elegância deslumbrante e madura. Quando sorria, era extraordinariamente encantadora, e, quando não o fazia, emanava uma frieza apática.

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