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A Esposa Muda do CEO romance Capítulo 111

A língua pequena o circundou, provando de seu sabor, a textura quente e macia era tão diferente de qualquer outra parte do corpo dele. Ela sentia a mão dele segurando seus cabelos com força, seus dedos estavam trêmulos, tentando se controlar.

Lucila sentia seu coração bater em um compasso descompassado, como se cada célula de seu corpo clamasse pela presença absoluta de Vitório, não apenas em toques e beijos, mas em essência, em verdade. Ela queria mais do que carícias e suspiros, queria ver o homem por trás das sombras de seu olhar profundo, despido de armaduras, de qualquer passado, de segredos.

Queria senti-lo inteiro, sem controle, sem reservas, sem as algemas invisíveis que o mantinham contido. Seu corpo ansiava por ser tocado com a intensidade que sentia que ele escondia, por ser invadida por tudo aquilo que ele sufocava no peito.

Ela queria provocá-lo até que ele se revelasse por completo, poderoso, cru, ardente, sem filtros, sem receios. E estava pronta para dar o próximo passo.

Queria o Vitório que o mundo temia, mas que seu coração reconhecia como lar. Queria ser a única capaz de acender esse fogo desenfreado e depois queimar junto com ele, sem medo, sem pudor, sem nada entre eles além da verdade selvagem que os unia.

Lucila queria que ele se perdesse com o que ela poderia despertar. Ela queria ser a mulher que causava esse efeito em Vitório Darius.

Levando a cabeça se seu pau na boca, começou a sugar de forma mais branda, algo quente e levemente salgado saiu de sua ponta, batendo no céu de sua boca, e ela achou incrível que ele estivesse reagindo assim a algo que ela nem sabia como fazer.

Incentivada pelos gemidos ruidosos e pela pressão que ela fazia em sua cabeça para baixo, Lucila tragou mais de sua extensão, passando a língua pela pele sensível, com veias enormes, saltadas. Vitório reagiu segurando seus cabelos com as duas mãos.

- Isso! Oh..... porra.... que boca gostosa! – ele soltou entre rosnados brutos, tão característicos.

A sensação de provocar esse tipo de desejo intenso, a fez se sentir realmente sua mulher. “É assim que deve ser.” Ela pensou o sugando com mais vontade, e o engolindo como se estivesse degustando uma fruta saborosa e exótica. Com a língua se movendo em torno dele, ela continuou sem parar, mesmo quando aquele membro enorme foi inchando dentro de sua boca, deixando-a quase sufocada, a pulsação daquelas veias sensíveis aumentaram, o coração dela disparou junto, com o mesmo ritmo.

Ele tentou afastá-la gentilmente, mas Lucila estava em extase com o que estava causando em seu marido, e não queria parar agora, sua própria intimidade pulsava, ardendo de desejo.

- Princesa! – ele chamou num tom de advertência.

Lucila sorriu sedutora, e o beijou, sentindo o toque atrevido dele abrindo suas pernas para posicioná-la sobre seu pau ainda ereto.

“Me deu vontade. Se acostume.” Respondeu se esfregando contra ele. “E por que coelhinha?”

Vitório deslizou para dentro dela devagar, sua mão segurava o rosto dela, um beijo terno em seu queixo, o braço forte a mantinha atracada ao corpo dele, meio de ladinho.

- Porque você é uma coelhinha sexy, que me seduz o tempo todo. – ele respondeu, se movendo devagar dentro dela, num ritmo lento e gostoso. – Uma coelhinha que vai ser devorada pelo lobo mau.

A boca dele cobriu a dela com volúpia e profundidade, suas mãos se entrelaçaram como uma corrente em torno de seus corpos, a velocidade das estocadas amentaram, o movimento de seus quadris acompanhando os dele, e quando ela estava prestes a se perder em ondas de prazer, Lucila sentiu Vitório apertá-la com força contra ele, uma demonstração intensa de seus sentimentos fortes naquele momento perfeito. E ela pensou, que não havia mais lugar para o medo de ser feliz, nos braços do homem que ela amava com todas as suas forças.

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