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A Esposa Muda do CEO romance Capítulo 117

Vitório

Não tinha como voltar ao ponto em que ela estava segura longe do seu lado mais escuro. O pedido dela foi como a porra de um ácido que corroeu as correntes que o mantinham fragilmente preso.

Lucila seminua a sua frente, a pele de seu corpo na perfeição macia era tudo o que desejava agora.

Ela tentou enlaçar seu pescoço, mas ele agarrou seus punhos, e os prendeu atrás do corpo pequeno e esguio, os olhos azuis faíscaram em surpresa, mas isso não era nada perto do que faria com ela essa noite.

Facilmente a levantou, a carregando para o quarto.

Iluminado pela luz clara que dava um tom de intimidade e até de erotismo ao quarto pequeno com cama de casal e um baú de madeira de lei encostado nela. O cheiro de pinho e velas cera de abelha agregava ainda mais a sensação de liberdade quase selvagem.

Se sentando no baú ele a colocou de pé entre suas pernas abertas.

- Ajoelhe. – Ordenou, com todo o poder e controle de sua posição de Mestre de dominação.

Lucila pareceu hesitar timidamente, mas logo em seguida obedeceu. Vitório olhou para aquele rosto angelical, iluminado pela pouca luz, sua beleza ímpar brilhando sob a luz intimista, seus olhos de mar revolto ansiosos pelo seu próximo comando.

Quantas vezes imaginou um momento assim? Quantas vezes desejou que a aquela submissa da Masmorra que se parecia tanto com ela, fosse ela, para que assim saciasse essa febre, essa loucura desesperadora em dominá-la, em ver ela totalmente a mercê de seu domínio.

- Tire a minha roupa, princesa. – mandou.

As mãos pequenas subiram pelas coxas dele. Não eram gestos diretos e incertos como ele pensou que seria, devido a inexperiência de Lucila. Conforme suas mãos avançavam até o cós da bermuda que Vitório usava, ela se aproximava mais, e o tocava propositadamente onde a pele já estava nua.

Quando ela o despiu e suas grandes safiras se fixaram no pau dele ereto, bem a sua frente, ele segurou seus cabelos, fazendo um laço com as mechas sedosas em seu punho.

- Me dê prazer com essa boquinha sedutora. – ele ordenou, levando a outra mão a boca feminina, seu polegar entreabrindo a boca dela.

Aquela expressão inocente e ao mesmo tempo sexy, ficou ainda mais tentadora, quando ela mordiscou a ponta de seu dedo e em seguida, o sugou suavemente.

Um sorriso sacana surgiu no rosto dele quando ela terminou de despi-lo. Seu membro saltou em uma ereção poderosa, os olhos azuis de mar revolto se fixaram no pau dele. Lucila o segurou pela base com a mão macia e pequenina. A segurando pelo cabelo, ele a conduziu firmemente quando sua boca quente o engoliu devagar.

O desejo e todo o prazer que poderiam alcançar juntos já o excitava ao extremo.

A cada sugada daquela língua macia, mais ele se sentia livre para tê-la e agir como era de verdade. Seu punho a segurou firme, e Vitório começou a meter na boca de sua esposa que chorava de prazer e pelo esforço.

- Pelo jeito, a coelhinha safada está adorando ser comida pelo lobo mau. – disse, antes de agarrar os cordões de prender as cortinas, que estavam pendurados na cabeceira da cama.

Sem parar de atingir seu ponto sensível nas paredes de sua vagina, ele trouxe o cordão que lembrava uma corda fina, com a outra mão.

- Que delícia de coelha sexy! – ele resmungou formando os nós intrincados que conhecia tão bem.

Lucila olhou para o cordão e pareceu corar ainda mais.

- Está imaginando o que vou fazer com você, não está? – perguntou, cutucando a sua entrada dela, com sua glande inchada e vermelha.

Sem resposta ele levantou sua coxa, e deu um tapa vigoroso em sua bunda branquinha, fazendo seus olhos saltarem, chocados.

- Quando eu falar com você, responda princesa! – disse em seu tom de comando terminando de dar os nós. – Se está chocada com uma palmada, vai ficar ainda mais com tudo o que ainda vai aprender. Mas se ficar desconfortável, e deixar de ser prazeroso em algum momento, há uma espécie de senha de segurança. Você deve levar o indicador e o dedo médio juntos aos seus lábios ou aos meus, dependendo da posição em que estiver. Qualquer sinal ou movimento desses dedos, eu vou entender que quer parar.

“Então é assim que você é de verdade?” ela gesticulou, se apoiando nos cotovelos.

- Sim. Mas há muito muito que ainda não viu. – Vitório levou o cordão sob os seios dela e deixou seu rosto a menos de um centímetro do dela, ofertou. – Se quiser para essa é a hora. Nós voltamos ao que éramos, e esquecemos esse meu outro lado mais....devasso e luxurioso.

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