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A Esposa Muda do CEO romance Capítulo 171

Vitório

A espera por ela o deixando louco.

Depois que todos foram embora, ele e sua doce esposa colocaram Olavo para dormir. Lucy leu para ele pela primeira vez, e apesar da emoção, o cansaço o venceu rapidamente, e não demorou para seu filho adormecer com um sorriso terno nos lábios.

Finalmente sozinhos no quarto principal, Vitório tomou Lucila em seus braços, ansiando por tocá-la e fazer ela gemer de paixão, mas danadinha tinha outros planos, o empurrou na cama sorrindo e disse que tinha uma surpresa.

Mal se contendo, Vitório se despiu. Vinha desejando possuir sua esposa de todas as formas possíveis, e hoje poderia saciar sua fome de prazer.

Mas a espera estava acabando com o seu pouco controle.

Ela estava tão linda essa noite, seu sorriso incrível, seu toque macio e delicado, o perfume único que se desprendia de sua pele leitosa... E a sua voz, aquela suave e melodiosa voz que o encantava como magia, fazendo seu coração retumbar, como um chamado de sintonia única, feito somente para ele.

- Querida, está demorando muito. Acho que você precisa que eu vá até aí te ajudar.

- Não seja impaciente. Não vai estragar a surpresa. – Ela ralhou de dentro do closet. – Já estou saindo. Tire a roupa e fique na cama.

- Não tem mais nada aqui para tirar, princesa.

O som do riso dela contagiou o lugar.

O coração de Vitório disparou, não podia esperar mais, queria olhar para ela, ve-la sorrir daquele jeito, sentir seu gosto no dele. Se levantou, pronto para desobedecê-la, mas nesse momento, ouviu o som quase inaudível de seus saltos.

Vitório voltou para cama e se sentou no meio da cama, encostado nos travesseiros. Os olhos fixos no corredor do closet.

As luzes se apagaram, e a iluminação foi substituída pela luz ambarada de descanso, trazendo maior intimidade ao ambiente. Em seguida, uma música terrivelmente instigante invadiu a suíte.

Ela não estava para brincadeira. A expectativa o corroeu por dentro.

- Feche os olhos, querido, e não se mexa. – ela disse, numa voz sexy pra caralho.

Vitório puxou o ar ruidosamente, fechando os olhos. Imediatamente sentiu a presença dela caminhando em sua direção, apertou com força a cabeceira de cobre da cama, para não puxá-la para si. Podia sentir o rosto dela próximo ao dele, seu cheiro o entorpecendo irremediavelmente.

Um clique metálico em seu pulso o surpreendeu.

Em seguida, um segundo clique no outro pulso.

- Mas o que...

- Shiiii... – ela disse, bem rente ao ouvido dele.

Seu corpo se arrepiou, respondendo a provocação que incitava inúmeras imagens.

- Agora você pode abrir. – Ela sussurrou.

Ele a obedeceu novamente, e o que surgiu diante de seus olhos o deixou completamente aturdido, rendido e alucinado de desejo. Lucila, aquela mulher que sempre foi tão recatada e composta, vestia uma fantasia sexual.

E não era qualquer fantasia.

Ela estava vestida, ou praticamente desnuda, de nada mais nada menos que uma coelhinha. Sim... uma coelhinha mais sensual que qualquer coisa que ele já tinha visto ou imaginado nessa vida.

As orelhas pontudas de pelinhos brancos e rosa se moveram, quando ela deu uma voltinha, bem ali na frente dele, o incitando a avançar, a devorá-la, até que não soubesse mais o próprio nome.

Ela sorriu satisfeita, ao vê-lo duro como um mastro de ferro, e se virou rebolando um pompom branco, costurado em uma calcinha minúscula de tule francês que se unia à parte da frente da roupa.

- Me solte, coelhinha, e você vai ver quem é a caça. – a provocou.

Lucy inclinou a cabeça para o lado, suas orelhas de coelho se movendo com ela. Ela bateu os cílios e começou a despir as luvas.

- Acontece que hoje você não pode me mostrar nada. – jogando a peça para longe, ela o montou de uma só vez, fazendo os olhos de Vitório paralisarem nos dela.

Com as mãos quentes apoiadas nos ombros dele, ela desceu o quadril, engolindo o pau de Vitório ao mesmo tempo que o apertava com as paredes de seu interior úmido e escaldante.

- AH! – ele gemeu, apertando os olhos. O prazer intenso atravessou seu corpo. – Você é uma bandida. Como pode fazer isso comigo?! Isso é tortura, querida. Me solte, eu...

Lucila moveu os quadris suavemente, o apertando mais forte. A mão dela agarrou os cabelos de Vitório, inclinando seu rosto para ela. O sorriso angelical e libidinoso era um contraste surreal, que o fez se perder na batida frenética de seu coração por ela.

Lucy o beijou.

- OHH!! Caralho! – ele rugiu, quando a pressão foi tão forte que ele gozou de novo. – O que é ...

Ela invadiu a boca dele com sua língua gostosa, quicando sem parar em seu pau, seus seios saltitando, os gemidos que ela deixava escapar os incendiava cada vez mais.

- Você ainda não viu nada, amor. – Ela disse. – Ohh.. Vitório! – os espasmos trêmulos e enxurrada de líquido que o envolveu, denunciou o primeiro orgasmo dela. – Essa noite, você será meu, como eu quiser, entendeu, querido?!

Vitório moveu o quadril contra o dela, seus olhos ferozes travaram nos dela.

- Quero te tocar! Quero te comer gostoso, com esse rabinho balançando para mim. Me solta, Lucila! – ele rugiu, se movendo forte contra ela, estocando para dentro de sua bucetinha vigorosamente.

Mas a bandida riu, o abraçando. Passando a rebolar em seu pau.

Estava perdido com essa porra de mulher gostosa!

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