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A Esposa Muda do CEO romance Capítulo 172

Lucy

- OHHHH! – ela gritou depois do terceiro orgasmo seguido.

Seus corpos estavam molhados de suor, e deslizavam um no outro, em uma dança perfeita, coreografada a perfeição. Vitório lutava para se libertar, ele se movia sob ela com ímpeto e vigor, sua expressão máscula e ferozmente selvagem, fazia o corpo de Lucy vibrar de prazer.

Balançando coordenadamente sobre ele, ela continuou mesmo depois de gozar.

O calor em seu interior não cessava, e a necessidade de sentir tudo de Vitório, como homem, como amante, como parceiro, ainda predominava a forçando a continuar aquela brincadeira gostosa.

Ele estava enlouquecendo por ser dominado assim, seu corpo enorme batia contra o dela implacavelmente, e seus gemidos de pura lascívia preenchiam o quarto.

Lucy ergueu os quadris, ela queria brincar mais, provocá-lo ao extremo. Mudando de posição, desceu lentamente, empinando o bumbum no rosto dele. A língua molhada e deliciosamente quente deslizou por sua fenda exposta.

- Amor...! Ahhhhh amor! – ela gemeu empinando mais para ele, enquanto segurava seu pau todo lambuzado do orgasmo de ambos.

O tocando com vontade, ela sentiu sua intimidade pulsar na boca dele quando Vitorio sugou os lábios, subindo e descendo.

De repente ele deu outro tranco na cama, puxando as mãos atadas. Ela estava prestes a provocá-lo ainda mais por tentar se libertar de novo, isso só aumentava seu prazer, com a sensação de poder que te-lo assim. Foi então que um estalo metálico a chocou.

As algemas ...

Não teve tempo de processar o que houve, as mãos enormes e grossas agarraram seu quadril, o rosto de Vitório afundou em seu sexo.

- Vi..Vitório! – ela gritou, surpresa. – OHHHH! – a língua dele a penetrou, seus braços a agarraram, a içando.

De pé ele a sugou, beijou e penetrou forte. Lucy derreteu em sua boca, como se uma cachoeira tivesse se materializado entre suas pernas. O corpo pequeno, lânguido de prazer, amoleceu por sua liberação.

Mas ele não deu tempo para que ela se recuperasse.

- Agora é a minha vez, coelhinha! – a voz dele soou tão profunda, luxuriosa, que ela arrepiou.

Em seguida, ele a jogou na cama de quatro, um tapa ardeu em sua bunda, em seguida outro.

- Ahh! – ela gritou de dor e prazer.

Vitório não parou, ele deu outro tapa, que queimou forte, mas a cada tapa, mais ela empinava para ele, inconscientemente. Vitorio agarrou o estreito fio da calcinha que estava de lado, ele o colocou de volta e o puxou, fazendo o tecido entrar em sua fenda.

O atrito do tecido, o jeito selvagem que ele a olhava, fez seu sexo pingar.

- Sua bucetinha está chorando para mim, querida. – Ele puxou a peça a rasgando de uma vez, e enfiando dois dedos dentro dela. – Tenho que dar o que ela tanto implora, não acha?!

Ele enfiou os dedos com um movimento circular, seu pau roçando para cima, provocando-a de uma forma inesperada e... inusitada.

O braço forte passou por baixo dela, chegando aos seus seios, os agarrando com vontade.

- Me peça! – ele disse, a atraído contra si. – Me implore para que eu te foda como você tanto quer!

Lucy se perdeu no desejo, na alucinante sensação dele apertando os bicos de seus mamilos, subindo e descendo de sua entradinha até o final do bumbum. Ela gemeu, se esfregando contra ele, inclinando o pescoço para dar-lhe passagem.

Uma mordida foi cravada em sua carne exposta, logo abaixo de sua orelha.

- Por favor, amor.. – ela pediu, fervendo de desejo.

- Diga com todas as letras, coelhinha bandida! – ele disse, enrolando seu cabelo no punho, ele subiu mais uma vez contra o quadril dela, seu pau cada vez mais pulsante provocava uma sensação arrepiante em toda parte ali, até mesmo na.....sua outra entrada.

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