Lucy
- OHHHH! – ela gritou depois do terceiro orgasmo seguido.
Seus corpos estavam molhados de suor, e deslizavam um no outro, em uma dança perfeita, coreografada a perfeição. Vitório lutava para se libertar, ele se movia sob ela com ímpeto e vigor, sua expressão máscula e ferozmente selvagem, fazia o corpo de Lucy vibrar de prazer.
Balançando coordenadamente sobre ele, ela continuou mesmo depois de gozar.
O calor em seu interior não cessava, e a necessidade de sentir tudo de Vitório, como homem, como amante, como parceiro, ainda predominava a forçando a continuar aquela brincadeira gostosa.
Ele estava enlouquecendo por ser dominado assim, seu corpo enorme batia contra o dela implacavelmente, e seus gemidos de pura lascívia preenchiam o quarto.
Lucy ergueu os quadris, ela queria brincar mais, provocá-lo ao extremo. Mudando de posição, desceu lentamente, empinando o bumbum no rosto dele. A língua molhada e deliciosamente quente deslizou por sua fenda exposta.
- Amor...! Ahhhhh amor! – ela gemeu empinando mais para ele, enquanto segurava seu pau todo lambuzado do orgasmo de ambos.
O tocando com vontade, ela sentiu sua intimidade pulsar na boca dele quando Vitorio sugou os lábios, subindo e descendo.
De repente ele deu outro tranco na cama, puxando as mãos atadas. Ela estava prestes a provocá-lo ainda mais por tentar se libertar de novo, isso só aumentava seu prazer, com a sensação de poder que te-lo assim. Foi então que um estalo metálico a chocou.
As algemas ...
Não teve tempo de processar o que houve, as mãos enormes e grossas agarraram seu quadril, o rosto de Vitório afundou em seu sexo.
- Vi..Vitório! – ela gritou, surpresa. – OHHHH! – a língua dele a penetrou, seus braços a agarraram, a içando.
De pé ele a sugou, beijou e penetrou forte. Lucy derreteu em sua boca, como se uma cachoeira tivesse se materializado entre suas pernas. O corpo pequeno, lânguido de prazer, amoleceu por sua liberação.
Mas ele não deu tempo para que ela se recuperasse.
- Agora é a minha vez, coelhinha! – a voz dele soou tão profunda, luxuriosa, que ela arrepiou.
Em seguida, ele a jogou na cama de quatro, um tapa ardeu em sua bunda, em seguida outro.
- Ahh! – ela gritou de dor e prazer.
Vitório não parou, ele deu outro tapa, que queimou forte, mas a cada tapa, mais ela empinava para ele, inconscientemente. Vitorio agarrou o estreito fio da calcinha que estava de lado, ele o colocou de volta e o puxou, fazendo o tecido entrar em sua fenda.
O atrito do tecido, o jeito selvagem que ele a olhava, fez seu sexo pingar.
- Sua bucetinha está chorando para mim, querida. – Ele puxou a peça a rasgando de uma vez, e enfiando dois dedos dentro dela. – Tenho que dar o que ela tanto implora, não acha?!
Ele enfiou os dedos com um movimento circular, seu pau roçando para cima, provocando-a de uma forma inesperada e... inusitada.
O braço forte passou por baixo dela, chegando aos seus seios, os agarrando com vontade.
- Me peça! – ele disse, a atraído contra si. – Me implore para que eu te foda como você tanto quer!
Lucy se perdeu no desejo, na alucinante sensação dele apertando os bicos de seus mamilos, subindo e descendo de sua entradinha até o final do bumbum. Ela gemeu, se esfregando contra ele, inclinando o pescoço para dar-lhe passagem.
Uma mordida foi cravada em sua carne exposta, logo abaixo de sua orelha.
- Por favor, amor.. – ela pediu, fervendo de desejo.
- Diga com todas as letras, coelhinha bandida! – ele disse, enrolando seu cabelo no punho, ele subiu mais uma vez contra o quadril dela, seu pau cada vez mais pulsante provocava uma sensação arrepiante em toda parte ali, até mesmo na.....sua outra entrada.
As estocadas eram tão fortes que faziam seu corpo inteiro tremer, Lucy não conseguia se manter de joelhos, seu equilíbrio a abandonou. Vitorio a pressionou contra ele, metendo vigorosamente.
- Onde pensa que vai?! Já está cansada? Não é você quem estava até agora me provocando, me fazendo perder o controle?! – ele disse ruidosamente.
As mãos calejadas percorriam o corpo feminino com ímpeto e vontade, como se estivesse modelando suas curvas, a devorando através de suas palmas. Lucy fraquejou quando espasmos tomaram o seu corpo, o orgasmo a fez se perder na arrebentação de luxúria e paixão. Nada se comparava aquela liberação intensa, quase como uma experiência holística.
A vontade de Vitório estava vibrando dentro dela, ela podia sentir, como se suas almas estivessem uma dentro da outra, ambas seu entrelaçando naquela mesma sintonia intensa e inquebrável.
Ele a segurou quando seu corpo foi ficando mais e mais sem equilíbrio. Vitório investia sem parar dentro dela, que continuava a se contrair ainda perdida na força dos orgasmos. Os jatos quentes a fizeram sorrir delirante de prazer.
Seus seios pulavam pela força com que ele a possuía.
Em algum momento estava deitada de frente para ele, Vitorio segurou uma de suas pernas sobre seu ombro, o som de seus corpos batendo se tornou uma espécie de melodia ritmada com a música quase inexistente em seus ouvidos torpes.
Lucy fechou os olhos quando ele mergulhou para dentro de novo, a boca tomando seu mamilo, completamente faminto.
Um borrão indistinto e já estava sobre a mesa redonda de madeira, com as pernas bem abertas, seus olhos mal podiam focalizar o rosto dele transformado pela luxúria.
Investidas fortes que a empalavam, a mesa batendo, a boca dele, seu gosto na língua dele.
Algo esguichou de dentro dela quando ele a penetrou, acariciando aquela outra parte sensível, proibida. Lucy fechou os olhos, sentindo seu outro seio ardendo. Borrões mostravam aquele homem enorme abocanhando sua carne, mordendo e sugando forte.
Mais uma vez, ela se sentiu levar pela onda intensa. Quando abriu os olhos estavam na banheira, com Vitório a penetrando bem devagar sob a água cálida, suas mãos acariciavam seu corpo, abrindo suas coxas cheias de espuma perfumada.
- Desculpe querida, eu não consigo parar... – o ouviu sussurrar no ouvido dela. O corpo forte se movendo, a abraçando, entrando e saindo numa cadência lânguida e gostosa.
Lucy sentia as pálpebras pesadas demais para sustentar abertas, ela se perdeu entre a luz e a escuridão, seu corpo, suas vontades, seu desejo, tudo pertencia a ele. Ela queria estar com ele, e continuar sentindo aquele prazer plano e insaciável, mas não era forte o suficiente para suportar o vigor desse homem.

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