ATENÇÃO!!!
ESTE CAPÍTULO CONTÉM DESCRIÇÃO DE TORTURA, QUE PODE GERAR GATILHOS!
O olhar frio e desprovido de qualquer emoção, pousou no corpo trêmulo do vermezinho no chão.
Em algum momento das duas horas em que ele deixou de ser um homem, o doutorzinho parou de gritar e choramingar. Os olhos inertes de DelaVille estavam paralisados em algum ponto escuro do galpão.
- Ótimo trabalho. – Vitório disse, quando os quatro homens finalmente se cansaram de penetrar e esporrar todos os buracos do desgraçado.
Vitório se levantou, com um sorriso cruel de satisfação.
- Levem os rapazes para aquela conversa, lá fora. – disse, sem desviar os olhos de Eric.
Tiago sorriu, e conduziu os quatro estupradores para uma das salas adjacentes. Logo quatro tiros foram ouvidos, e o vermezinho acabou se urinando quando entendeu que o que se passava ali.
- Acho que agora você entendeu em que posição está. – disse, caminhando lentamente para perto dele. – Me diga uma coisa, doutor. Qual é a sensação de nadar em porra e na própria merda misturada com sangue do seu rabo arrombado?
Um resmungo doloroso e ressentido foi a resposta.
- Não vai me contar? Que pena. – Vitório parou a poucos centímetros da poça de urina. – Mas sabe de uma coisa? Você poderia morrer sendo fodido por tantas rolas que perderia a conta, e mesmo assim, nenhuma dor seria comparada a que você causou nos inocentes que estuprou.
- Eu ....não queria machucá-las.....eu ... – Eric começou a chorar compulsivamente se encolhendo em posição fetal. - ...eu as amava...
- Tome cuidado com o que diz, seu verme imundo. Não tente se convencer de que violentou crianças porque sentia algo por elas. Você é como a porra de um câncer nesse mundo de merda. Gente como você destruí a vida de famílias inteiras.
- Juro que....nunca mais... fiz nada... Eu queria ser diferente, ser digno .... dela. – Eric olhou para Vitório com ódio. – Você não a merece. É monstruoso e cruel!
- Aposto que pensou que poderia ter o que quisesse quando o Felipe te ofereceu acesso de bandeja. – Vitório pisou na mão de Éric, o som dos ossos sendo esmagados, se misturaram aos gritos de dor.
- AHHHHHHH! AHHH!!!!!
- Foi a primeira vez que você desejou uma criança, seu doente do caralho? – perguntou, desferindo um chute no estomago do maldito. – Acho bom você me dizer tudo o que eu quero saber, ou então, vai desejar estar morto antes da próxima hora.

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