(Ponto de Vista de Kennedy)
— Do que você gosta, amor? Isso tudo é novo para mim. Preciso que você me fale...
— Você sabe do que eu gosto. — Ofeguei enquanto ele lambia um pouco mais forte desta vez. — Ah… Foi você que me guiou em dois dos melhores, ah… Orgasmos da minha vida. Ah, isso! Eu gosto disso.
Eu nem fazia ideia do que ele estava fazendo exatamente, mas minhas pernas tremiam enquanto ondas de choque atravessavam meu corpo. Minha respiração simplesmente ficou pesada e eu comecei a suar de novo. Então ele estalou um tapa na minha bunda.
— Me diz o que você quer, agora! — Ele me bateu de novo. O que ele não percebia era que eu gostava daquilo… E muito.
— Eu preciso de mais. Coloca um dedo em mim, por favor.
Ele fez exatamente o que eu pedi e consegui ouvir o rosnado satisfeito vibrando no peito dele. Em seguida, a mão dele começou a se mover mais rápido.
— Ryker, por favor… Eu não consigo ficar assim por muito mais tempo.
Antes mesmo que eu entendesse o que estava acontecendo, ele me levantou no colo e me jogou na cama. No segundo seguinte, minha legging já tinha sido arrancada do meu corpo. Ryker voltou a se ajoelhar, só que agora eu estava deitada de costas, enquanto aqueles ombros enormes mantinham minhas pernas bem abertas. Quando ergui os olhos para ele, encontrei o olhar castanho-escuro pedindo permissão.
— Eu preciso de você... Por favor.
Ele se inclinou devagar, sem quebrar o contato visual enquanto voltava a me provar. Havia algo naquele olhar faminto, simples e direto, que era mais intenso do que qualquer palavra que ele pudesse ter dito. E, no instante em que ele deslizou o dedo grosso dentro de mim, eu explodi.
— Porr*! Ryker, isso!
Luzes brancas estouraram atrás dos meus olhos enquanto minha respiração falhava e meu corpo inteiro convulsionava. Meu interior apertou o dedo dele com força, e ele continuou bombeando dentro de mim com intensidade até que a onda do orgasmo finalmente começou a diminuir.
Depois disso, ele subiu lentamente pelo meu corpo, beijando a pele exposta da minha barriga. Entre um beijo doce e outro, ele murmurou baixinho:
— Eu realmente gosto de ioga… Gosto muito dessas calças… E gosto ainda mais da forma como você diz meu nome quando goza.
Apenas sorri para ele enquanto envolvia sua cintura com as pernas e esfregava meu clitóris ainda sensível contra o corpo dele.
— Eu realmente quero ouvir você gritar o meu nome.
Ele se inclinou para me beijar, e ainda consegui sentir meu próprio gosto nos lábios dele.

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