(Ponto de Vista de Kennedy)
— Ahhh... O "por favor"... Ah... Ou foi o seu nome?
— Ahhh... Porr*! Os dois. Eu gosto quando você implora. — Ele levou a mão até meu queixo, segurando-o enquanto arrastava o polegar pelos meus lábios. — Mas eu amo pra car*lho o jeito que o meu nome sai desses lábios. Porr*... Goza para mim, amor.
Foi como se ele tivesse um interruptor capaz de ligar cada nervo do meu clitóris. Ele me pressionou ainda mais contra o corpo dele, e minha bucetinh* pulsou, tentando apertar o nada. Mas, mesmo assim, a intensidade foi igual a qualquer outro orgasmo que ele já tinha arrancado de mim. E provavelmente eu estava deixando marcas de unha na parte de trás do pescoço dele.
— Alfaaaa!!! Opa… Caralh*, foi mal! — Após dizer essas palavras, ele saiu.
— Que porr* foi essa? — Perguntei, olhando por cima do ombro na direção da porta.
— Um Delta morto andando. — Ryker rosnou.
Então tentei me levantar.
— Isso pareceu importante... Precisamos ir…
— Isso é importante, e eu ainda não terminei com você. — Ele me puxou de volta contra ele.
Soltei uma risada baixa.
— Agora temos tempo de sobra, já que você decidiu que não vai me deixar se livrar de você. — Segurei o rosto dele e o beijei, então saltei do colo dele enquanto ele ainda estava distraído.
— Isso não é justo. Você não pode usar esse seu jeito sexy para conseguir o que quer.
— Achei que já tinha ficado claro que eu vou usar qualquer ferramenta que tiver para conseguir o que quero. — Sorri para ele e estendi a mão. — Vamos ver o que o Delta morto precisava quando resolveu interromper tão rudemente.
Ryker soltou um gemido frustrado, mas ainda assim pegou minha mão e se levantou, andando atrás de mim enquanto fazia uma cara emburrada digna de uma criança. Em seguida, abriu a porta com muito mais força do que o necessário, provavelmente porque já tinha sentido o cheiro do Danny bem do outro lado.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: A Luna Indesejada do Alfa