(Ponto de Vista de Kennedy)
Eu até tentei reclamar, só que minha loba simplesmente ignorou completamente. Logo em seguida, outra onda de dor junto com enjoo me atingiu em cheio, e eu acabei me encolhendo contra o Ryker.
— Por que dói tanto assim? E por que diabos isso está demorando tanto? — Soltei contra o peito dele, puxando o ar fundo enquanto o cheiro dele parecia aliviar um pouco tudo aquilo. Só que, assim que a dor dava uma trégua, vinha aquele desejo absurdo por ele de novo. "Que merda está acontecendo comigo?" Eu parecia estar sendo jogada de um extremo para o outro, sem controle nenhum... Passei as unhas pelo peito dele e ele rosnou de novo, me prendendo logo depois com as mãos atrás das costas.
— Eu definitivamente gosto desse seu lado… E assim que isso acabar, eu vou te jogar contra a primeira árvore que aparecer. — Ele murmurou, já perdendo o controle, enquanto eu esfregava o quadril no dele. — Mas agora… A gente precisa passar por essa transformação primeiro.
Ele já estava ofegante.
— E se isso aqui ajudar a acelerar? — Arqueei o corpo de propósito, me oferecendo sem vergonha nenhuma. Eu precisava que ele me tocasse, me beijasse, me fodesse, qualquer coisa, já que eu estava tão tensa que parecia que ia explodir. — Por favor… Isso está ajudando, eu juro.
Ele soltou outro som grave antes de me erguer, puxando um dos meus mamilos pra boca sem delicadeza nenhuma. O gemido escapou na hora, mas a sensação foi boa demais. Travei as pernas nas costas dele e segurei nos ombros para dar espaço pra ele fazer o que quisesse comigo.
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— Porr*, Kennedy… — Ele trocou para o outro lado, completamente perdido. — Você é perfeita pra caralh*… — Sussurrou contra a minha pele.
Meu corpo reagiu sozinho, começando a se mover contra o dele, sentindo ele pressionando exatamente onde eu precisava.
— Eu preciso de mais… Por favor, Ryker… Me deita… Eu preciso de você dentro de mim. Agora! — Eu já estava tremendo inteira, suada, escorregadia, mas cada toque dele afastava a dor, apesar de claramente estar tendo dificuldade para me segurar
— Tem certeza, docinho? — Ele perguntou, já ajoelhando.
— Por que você ainda pergunta isso? — Soltei o ar, ofegante. — Eu sou sua… Para você cuidar, amar… E me foder até eu perder a cabeça quando eu precisar de você. — Ele riu, e então o puxei para outro beijo intenso. — Agora cumpre sua promessa de não se segurar. — Encarei os olhos dele, implorando para que ele me desse tudo naquele momento.
Ele nem respondeu direito, só veio pra cima, entrando de uma vez e me pressionando contra o chão molhado. E foi imediato… A sensação já veio, forte, sem dar espaço para segurar.
— Está perfeito… Eu estou quase lá… Não para… — Implorei, completamente entregue.
Meu corpo começou a tremer, e junto com o prazer veio uma dor aguda nos lábios, gosto de sangue na boca. Quando tentei gritar, acabei cravando os dentes no pescoço dele. Ele gemeu alto, e eu senti ele se derramar dentro de mim. Ficamos ali, respirando pesado, sendo arrastados por onda atrás de onda.
— Que porr* foi essa? — Ele encostou a testa na minha. — O que você fez comigo?
— Não faço a mínima ideia… Você está bem? — Perguntei, tentando controlar a respiração. — Acho que eu te mordi… E também mordi meu próprio lábio…
Ele se afastou para me olhar, passando o polegar pelo meu lábio inferior, e, por um segundo, pareceu preocupado, mas logo aquele sorriso que eu mais gostava surgiu no rosto dele.

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