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A OBSESSÃO DO CEO: OS TRÊS PEQUENOS GÊNIOS romance Capítulo 116

— Tudo bem. — Luana olhou para Hortência com uma indiferença gélida. — Se não vai me impedir, eu vou embora primeiro.

Sem esperar resposta, Luana se virou e caminhou pelo corredor com elegância, deixando Hortência para trás, fervendo de ódio. O rosto da jovem estava sombrio, e seus olhos venenosos seguiam as costas de Luana como se fossem lâminas prontas para um golpe fatal.

Hortência só retornou ao quarto quando a rival desapareceu de vista. Ao entrar e dar de cara com os crisântemos brancos sobre a mesa, ela estancou.

— Foi aquela vadia da Luana que mandou isso?

Camila, que até então espumava de raiva internamente, mudou instantaneamente de expressão ao ver a amiga. Ela assumiu sua máscara de fragilidade, parecendo triste e indefesa.

— Eu tentei explicar, mas ela não quis ouvir — suspirou Camila, com a voz trêmula. — Eu juro que não encostei um dedo na criança dela.

Ao ver o estado "quebrantado" de Camila, Hortência explodiu. Ela agarrou o buquê de crisântemos, jogou-o no chão e começou a pisoteá-lo freneticamente.

— Estou furiosa! Aquela desgraçada nunca fez nada de bom! — Mesmo após destruir as flores, o nó de raiva em sua garganta não sumia. — Camila, você é boa demais! Deixa aquela vadia te pisotear. Aliás, tentei te ligar antes, mas você não atendeu. Pensei que estivesse brava comigo.

Hortência continuou, com um brilho cruel nos olhos: — Só soube que você estava aqui quando vi as notícias. Meu irmão, o Alessandro, não queria me deixar sair, mas eu implorei dizendo que precisava te visitar. Ele me trouxe e está lá embaixo.

Camila sentiu o coração acelerar. Alessandro estava no hospital! Ela ignorou as falas incessantes de Hortência — que para ela não passavam de zumbidos de uma mosca tonta — e correu para o espelho. Arrumou o cabelo e ajeitou o roupão, preparando-se para o encontro. Para ela, Hortência era apenas uma ferramenta útil para chegar ao irmão; se não fosse pelo sangue dele, Camila jamais perderia tempo com alguém tão estúpida.

Enquanto isso, no estacionamento, Alessandro esperava o elevador. Quando as portas se abriram, a figura delicada e imponente de Luana, toda de preto, surgiu diante dele. Seus olhos escuros brilharam. Assim que ela tentou passar, ele segurou sua mão com firmeza.

Luana reagiu instantaneamente. Atacou com a mão livre, mas Alessandro foi mais rápido, como se previsse o golpe. Ele bloqueou o movimento, puxou-a para fora do elevador e prensou suas mãos acima da cabeça contra a parede.

Eles estavam perto demais. O rosto perfeitamente esculpido de Alessandro estava a centímetros do dela, e o aroma de sua colônia inundou os sentidos de Luana.

— Me solte! — ela ordenou, os olhos faiscando em chamas.

— Você tem noção de que há dezenas de repórteres lá fora esperando por você? — perguntou Alessandro, com o rosto levemente tenso.

Luana soltou uma risadinha sarcástica.

— Sr. Alessandro, não acho que isso seja problema seu. Se eu consegui entrar, certamente sei como sair.

Ela tentou se libertar, mas a força dele era absoluta. Então, Luana mudou de estratégia. Ela relaxou o corpo, encostando-se suavemente nele, e aproximou os lábios de seu ouvido. O hálito quente e o aroma de flores de osmanthus fizeram os músculos de Alessandro ficarem rígidos.

Capítulo 116 1

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