Os noticiários continuavam, e Berta chorava diante das câmeras, declarando que jamais deixaria impune quem fizera mal à sua filha. No quarto do hospital, um estalo de lucidez atingiu Lara. Sua expressão mudou abruptamente e ela olhou para Luana com choque, gaguejando: " Luana, aquele colar..."
Luana franziu a testa, pensativa, e assentiu silenciosamente. De fato, aquele colar era dela.
"Sim!", exclamou Lara, perplexa. Ela não estava vendo coisas. Por um segundo, a dúvida pairou: será que Luana realmente empurrara Hortência do prédio para se vingar por ela ter sequestrado as crianças? Mas Lara logo se acalmou. " Luana, eu acredito em você. Sei que não faria uma coisa dessas."
Luana deu um leve sorriso. Sentia que Lara era uma das poucas pessoas que realmente a entendiam, além de seus irmãos e de Vivian.
"Ai, meu Deus!", Lara coçou a cabeça, frustrada. "Eu acredito, mas o mundo lá fora não. O que faremos?"
"Não se esqueça", confortou-a Luana com um sorriso calmo, "eu sou COCO". Esse tipo de armação não significa nada para mim."
Para descontrair e mostrar sua lealdade, Lara , mesmo recebendo soro, ajoelhou-se dramaticamente diante de Luana. "COCO, você é minha deusa!" As três crianças riram da cena; Lara era mesmo a fonte de alegria deles.
Nesse instante, o telefone de Luana tocou. Ao ver quem era, sua expressão tornou-se gélida. "Já disse antes, Sr. Alessandro, não me contate a menos que seja importante. Por favor, não me incomode mais!"
As crianças ficaram tensas. Era o "pai canalha" ligando! Será que ele estava ligando para ameaçar a mãe por causa de Hortência?
"Luana, espere! Tenho algo importante", apressou-se Alessandro do outro lado. Ele sabia que se não fosse rápido, ela o bloquearia novamente.

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