Naquela época, sua avó insistiu em obrigá-lo a se casar com Luana. Ele não gostava nada de Luana e, com a constante interferência de sua mãe, formou uma péssima primeira impressão dela, achando que ela era uma oportunista.
Antes que Alessandro pudesse terminar de falar, Luana deu-lhe um tapa.
Alessandro coçou a nuca inocentemente: "A culpa é minha, minha visão é ruim, peço desculpas."
"Você diz que tem problemas de visão?
Luana insistia que estava bem, mas Alessandro ainda estava cético.
Se ela estivesse bem, seria tão proativa?
Como se compreendesse o olhar de Alessandro, Luana disse-lhe: "Só quero dizer-lhe que, mesmo que eu não aceite o seu pedido de casamento, isso não altera a nossa relação."
Alessandro pensou consigo mesmo: "Que tipo de relação é essa?!"
"Então," Luana ergueu uma sobrancelha, olhando para Alessandro, "podemos voltar a dormir agora?"
Alessandro olhou para Luana, seus olhos profundos escurecendo.
Então, quando ela diz "dormir", ela tem outras intenções?
Ele só precisava seguir seu coração.
Ele carregou Luana de volta para a cama e a deitou delicadamente.
Luana olhou para ele, seus olhos estrelados fixos nele.
As mãos firmes de Alessandro percorriam as curvas de Luana com uma urgência quase artística, como se ele estivesse moldando o corpo dela sob suas palmas. Luana fraquejou quando os primeiros espasmos começaram a tomar conta de seus sentidos; o orgasmo a fez perder o chão em uma arrebentação de luxúria e amor puro. Nada no mundo se comparava àquela conexão — era uma experiência quase sagrada.
A pulsação de Alessandro vibrava dentro dela, e Luana podia sentir, em cada batida, como se suas almas finalmente tivessem se reencontrado, entrelaçando-se em uma sintonia inquebrável.
Ele a segurou com firmeza quando sentiu que ela estava prestes a desfalecer de prazer. Alessandro continuava a investir, mergulhando nela enquanto Luana ainda se contraía, perdida na força dos múltiplos orgasmos que a atingiam. Os jatos quentes de sua própria liberação a fizeram sorrir em um delírio de felicidade.
Em um movimento fluido, eles mudaram de posição. Luana agora estava deitada diante dele, e Alessandro segurou uma de suas pernas sobre o ombro. O som de seus corpos se encontrando tornou-se a única música necessária naquele quarto. Luana fechou os olhos quando ele mergulhou novamente, a boca dele buscando seu peito com uma sede que anos de separação não conseguiram apagar.
Em um borrão de paixão, eles se moveram para a mesa de madeira. Luana, com as pernas abertas e o coração disparado, mal conseguia focar no rosto de Alessandro, transformado pela intensidade do que sentiam. Eram investidas fortes, completas, que a faziam sentir cada milímetro dele. A boca dele, o gosto dele em sua língua... tudo nela clamava por mais.
Algo profundo despertou dentro de Luana quando ele a penetrou mais uma vez, tocando aquela parte mais sensível e íntima que só ele conhecia. Ela fechou os olhos, entregando-se ao homem que amava, sabendo que, a partir daquela madrugada, nada mais seria capaz de separá-los.

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