Ambos dormiram abraçados, selados pelo cansaço de uma noite de entrega absoluta. Alessandro foi o primeiro a despertar. Ele permaneceu imóvel por alguns instantes, apenas observando a mulher amada ainda adormecida ao seu lado.
A camisola de Luana havia deslizado por suas curvas durante o sono; uma parte dos seios estava à mostra e a barra de seda subira levemente, revelando que ela estava sem lingerie. Era um convite silencioso e devastador ao prazer. Alessandro, sentindo o desejo rugir novamente em suas veias, não conseguiu se conter. Com pensamentos de pura luxúria, ele a puxou para seus braços.
Ele tateou a gaveta do criado-mudo e retirou um pequeno frasco de estimulador — um óleo exótico e potente. Começou beijando o pescoço de Luana, que despertou sentindo o corpo do homem já exalando um vigor perigoso.
Mal abriu os olhos e já sentia que ele estava duro como pedra contra sua coxa. Antes que ela pudesse processar o despertar, sentiu o óleo quente sendo massageado em sua pele.
— Lembre-se: não abra os olhos ainda — ele sussurrou com a voz rouca. — Deixe o seu corpo despertar primeiro. Permita-se sentir essa sensação.
— Sim... — ela balbuciou, entregando-se ao comando.
Ele espalhou uma porção da substância nos dedos e levou aos mamilos dela, massageando-os em círculos lentos.
— Ahh... o que é isso? — Luana arqueou as costas, sentindo uma pulsação nova.
— Shhh... concentre-se na sensação.
Ele deslizou as mãos pelas curvas dela, sentindo a umidade natural de Luana já minando, quente e convidativa.
— Alessandro... eu me sinto estranha... meus seios... — ela tentou mover as mãos, mas ele a conteve.
— Peça para mim. Diga exatamente onde você quer ser tocada — ele soprou contra o ouvido dela.
— Meus seios... eles estão queimando... Oh, é tão bom!
— Agora concentre-se na minha voz. Sinta o calor e o frio se espalhando pela sua pele.
Alessandro levou o estimulador para as coxas e a virilha de Luana, subindo lentamente pelo corpo febril dela. Ela se contorcia, mordendo os lábios, inflamada. Ele mergulhou os dedos na substância novamente e, com uma precisão lasciva, penetrou a intimidade apertada dela com os dedos indicador e médio. Espalhou o líquido pelas paredes quentes que se contraem sem parar em espasmos de antecipação.
— Deliciosa, suculenta... só minha — ele iniciou um movimento de vai e vem, enquanto levava à boca a um dos mamilos, que estavam vermelhos como morangos maduros, sugando o néctar que o estimulante fazia brotar.
— Meu Deus... isso é intenso demais! — Luana exclamou, sentindo a rara combinação de ervas da Oceania agir, aumentando sua sensibilidade a níveis astronômicos.
O corpo dela reluzia de suor sob o dele. Alessandro posicionou-se na entrada dela, segurando seus seios com firmeza enquanto encostava a cabeça de seu membro naquela abertura encharcada e escaldante. Ele brincou ali, entrando e saindo devagar, torturando-a com a promessa de preenchimento total.
— Abra os olhos. Agora! — ele ordenou.
No momento em que os olhares se cruzaram, ele se meteu forte dentro dela, uma estocada profunda que a fez perder o fôlego. Luana estava em combustão. Os cabelos dela se encharcaram de suor enquanto o balanço rítmico das estocadas se tornava mais feroz.
— Isso! Vai... me faça sua! — ela gritou, perdendo o controle. — Alessandro, não para!
— Gostosa! — ele rosnou, a libido levada ao limite absoluto.
Em um movimento rápido e possessivo, ele a virou de quatro, pressionando seu tronco contra o colchão.
Entrou nela novamente com uma só investida viril, segurando-a com força. Os gritos de Luana ficaram mais altos, ecoando pelo quarto. A força que ele usava parecia abrir seu corpo, alucinado pelo desejo e pela entrega dela.
— Eu vou gozar... eu vou... ALESSANDRO!
O corpo dela estremeceu violentamente, as paredes internas abraçando-o em um aperto frenético enquanto ela desfalecia de exaustão e prazer. Ele passou o braço firmemente pela cintura dela, mantendo-a presa a ele, enquanto continuava suas investidas finais, frenéticas e profundas.

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