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A OBSESSÃO DO PRIMEIRO-MINISTRO PELA BABÁ INSOLENTE. romance Capítulo 53

VICTOR BALTIMOR.

Eu a beijei como se o mundo fosse acabar ali mesmo. Minha boca devorou a dela com uma fome que eu não conseguia mais controlar. Elisa tentou resistir por um segundo — só um segundo — antes de ceder. Suas mãos subiram até meu peito, não para me afastar, mas para agarrar minha camisa com força, como se precisasse de algo sólido para se segurar enquanto eu a devorava.

Meu corpo inteiro latejava. O pau duro pressionava contra a calça, dolorido de tanto desejo acumulado. Eu a pressionei ainda mais contra o berço, sentindo cada curva dela colada em mim. O calor do seu corpo me incendiava. Coloquei o rosto em seu pescoço e aspirei seu cheiro — aquele perfume suave misturado com o cheiro natural dela me deixava enfeitiçado — e gemi baixo contra sua pele macia.

— Você é minha — repeti, rouco, afastando-me um pouco e mordendo o lábio inferior dela até arrancar um gemido abafado.

Ela não respondeu com palavras. Respondeu com o corpo. Sua mão segurou meu pescoço, puxando-me mais para perto. Então começou a me beijar, a língua encontrando a minha num duelo feroz, quente, molhado. Eu a levantei sem esforço, as mãos firmes em suas coxas, e ela envolveu minha cintura com as pernas como se nunca mais quisesse me soltar.

Fui em direção à porta do anexo, entrei e caminhei com ela até a cama, tropeçando na pressa, sem nunca desgrudar a boca da dela. Quando chegamos, joguei-a no colchão com mais força do que pretendia. Ela quicou levemente, os cabelos espalhados no travesseiro, os olhos brilhando de raiva, desejo e algo mais profundo que eu não queria nomear.

— Você acha que pode ir embora? — rosnei, subindo em cima dela e prendendo seus pulsos acima da cabeça com uma mão só. — Acha que pode me deixar?

— Me solta, Victor… — murmurou, mas a voz saiu trêmula, entrecortada por respirações pesadas.

— Não.

Com a mão livre, rasguei a blusa dela. Os botões voaram. Seus seios se libertaram, os mamilos já duros, implorando. Abaixei-me e capturei um deles com a boca, chupando com força, mordendo de leve, até ela arquear as costas e soltar um gemido alto que ecoou no quarto.

— Calma… a Mel… — sussurrou, tentando se controlar.

— As enfermeiras estão lá. E eu tranquei a porta — respondi, antes de atacar o outro seio, lambendo, sugando, marcando a pele com vermelhidão.

Ela se contorceu embaixo de mim, as coxas se esfregando contra as minhas. Eu sentia o calor úmido dela mesmo através da calça. Desci a mão livre até o cós da calça e abri o botão, enfiando os dedos por baixo da calcinha, sem cerimônia. Ela estava encharcada. Molhada para caralho. Dois dedos deslizaram fácil para dentro dela, e eu gemi alto ao sentir como ela apertava, quente, pulsante.

— Porra, Elisa… olha como você está molhada para mim. Não pode negar que também me quer — murmurei contra seu pescoço, mordendo a pele sensível enquanto meus dedos entravam e saíam num ritmo rápido, curvando para acertar aquele ponto que a fazia tremer.

— Victor… — gemeu, os quadris subindo ao encontro da minha mão. — Mais… eu quero mais.

Eu obedeci. Tirei os dedos apenas para arrancar a calça e a calcinha dela de uma vez. Ela ficou completamente nua embaixo de mim, vulnerável, linda, furiosa. Abri minha calça com pressa, liberando o pau que já babava de tesão, e a tirei em tempo recorde. Ela olhou para baixo, os olhos escurecendo ainda mais com a visão do meu pau, duro por ela.

— Você quer isso? — perguntei, roçando a cabeça grossa na entrada dela, espalhando a umidade.

— Cala a boca e me fode logo — rebateu, com os dentes cerrados.

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