VICTOR BALTIMOR.
Eu a beijei como se o mundo fosse acabar ali mesmo. Minha boca devorou a dela com uma fome que eu não conseguia mais controlar. Elisa tentou resistir por um segundo — só um segundo — antes de ceder. Suas mãos subiram até meu peito, não para me afastar, mas para agarrar minha camisa com força, como se precisasse de algo sólido para se segurar enquanto eu a devorava.
Meu corpo inteiro latejava. O pau duro pressionava contra a calça, dolorido de tanto desejo acumulado. Eu a pressionei ainda mais contra o berço, sentindo cada curva dela colada em mim. O calor do seu corpo me incendiava. Coloquei o rosto em seu pescoço e aspirei seu cheiro — aquele perfume suave misturado com o cheiro natural dela me deixava enfeitiçado — e gemi baixo contra sua pele macia.
— Você é minha — repeti, rouco, afastando-me um pouco e mordendo o lábio inferior dela até arrancar um gemido abafado.
Ela não respondeu com palavras. Respondeu com o corpo. Sua mão segurou meu pescoço, puxando-me mais para perto. Então começou a me beijar, a língua encontrando a minha num duelo feroz, quente, molhado. Eu a levantei sem esforço, as mãos firmes em suas coxas, e ela envolveu minha cintura com as pernas como se nunca mais quisesse me soltar.
Fui em direção à porta do anexo, entrei e caminhei com ela até a cama, tropeçando na pressa, sem nunca desgrudar a boca da dela. Quando chegamos, joguei-a no colchão com mais força do que pretendia. Ela quicou levemente, os cabelos espalhados no travesseiro, os olhos brilhando de raiva, desejo e algo mais profundo que eu não queria nomear.
— Você acha que pode ir embora? — rosnei, subindo em cima dela e prendendo seus pulsos acima da cabeça com uma mão só. — Acha que pode me deixar?
— Me solta, Victor… — murmurou, mas a voz saiu trêmula, entrecortada por respirações pesadas.
— Não.
Com a mão livre, rasguei a blusa dela. Os botões voaram. Seus seios se libertaram, os mamilos já duros, implorando. Abaixei-me e capturei um deles com a boca, chupando com força, mordendo de leve, até ela arquear as costas e soltar um gemido alto que ecoou no quarto.
— Calma… a Mel… — sussurrou, tentando se controlar.
— As enfermeiras estão lá. E eu tranquei a porta — respondi, antes de atacar o outro seio, lambendo, sugando, marcando a pele com vermelhidão.
Ela se contorceu embaixo de mim, as coxas se esfregando contra as minhas. Eu sentia o calor úmido dela mesmo através da calça. Desci a mão livre até o cós da calça e abri o botão, enfiando os dedos por baixo da calcinha, sem cerimônia. Ela estava encharcada. Molhada para caralho. Dois dedos deslizaram fácil para dentro dela, e eu gemi alto ao sentir como ela apertava, quente, pulsante.
— Porra, Elisa… olha como você está molhada para mim. Não pode negar que também me quer — murmurei contra seu pescoço, mordendo a pele sensível enquanto meus dedos entravam e saíam num ritmo rápido, curvando para acertar aquele ponto que a fazia tremer.
— Victor… — gemeu, os quadris subindo ao encontro da minha mão. — Mais… eu quero mais.
Eu obedeci. Tirei os dedos apenas para arrancar a calça e a calcinha dela de uma vez. Ela ficou completamente nua embaixo de mim, vulnerável, linda, furiosa. Abri minha calça com pressa, liberando o pau que já babava de tesão, e a tirei em tempo recorde. Ela olhou para baixo, os olhos escurecendo ainda mais com a visão do meu pau, duro por ela.
— Você quer isso? — perguntei, roçando a cabeça grossa na entrada dela, espalhando a umidade.
— Cala a boca e me fode logo — rebateu, com os dentes cerrados.
Quando senti que não aguentava mais, segurei seu rosto com as duas mãos.
— Goza comigo — pedi, a voz rouca.
Ela assentiu, mordendo o lábio. Meti mais forte, mais rápido, até que o prazer me engoliu inteiro. Gozei dentro dela com um grunhido profundo, sentindo jatos quentes enchê-la enquanto ela gozava de novo, o corpo se contraindo ao meu redor, me ordenhando até a última gota. Como era bom poder gozar.
Caí sobre ela, ofegante, suado, nossos corações batendo no mesmo ritmo descompassado. Ficamos assim por longos minutos, sem dizer nada. Apenas respirando. Eu ainda estava dentro dela, sem vontade de sair.
Ela passou a mão devagar pelas minhas costas, traçando as marcas que havia deixado. Não era carinho. Era aceitação. Quando senti que meu pau estava ficando mole, saí e me deitei ao seu lado, olhando para o teto. Tive certeza de que precisava dessa mulher. Só Elisa conseguia me fazer gozar. Suspirei, pois eu estava em suas mãos. Olhei para o corpo dela e meu pau endureceu rapidamente, querendo mais. Ela percebeu, lançou um olhar rápido e sorriu.
— Isso não muda nada — murmurou, com a voz firme, sentando-se e saindo da cama.
— Como assim, não muda nada? — questionei sem entender, sentando-me rápido.
— Eu ainda vou me demitir. Não pense que só porque me fodeu gostoso, me fazendo gozar, eu mudei de ideia.
Disse com o maior descaramento, me deixando chocado. Onde foi parar a Elisa obediente? Quem é essa descarada na minha frente?

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Os comentários dos leitores sobre o romance: A OBSESSÃO DO PRIMEIRO-MINISTRO PELA BABÁ INSOLENTE.