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A OBSESSÃO DO PRIMEIRO-MINISTRO PELA BABÁ INSOLENTE. romance Capítulo 81

VICTOR BALTIMOR.

Eu estava tendo um sonho muito excitante com Elisa. Acabei me excedendo, perdi o controle do meu corpo e me esfreguei nela. Fui acordado no exato momento em que ela me empurrou, mas, para evitar uma bronca, resolvi fingir que ainda estava dormindo.

Eu podia sentir que Elisa estava excitada. A verdade é que notei isso desde o momento em que ela olhou para o meu pau com aquele olhar faminto, quando me levantei na cama nu, mais cedo. Ela precisava urgentemente gozar. Eu conhecia muito bem aquele olhar, pois, ultimamente, tenho estado constantemente com ele no meu rosto.

Então resolvi dar prazer a ela. No começo, achei que ela notaria que eu estava acordado, mas Elisa estava tão entregue aos meus carinhos que nem percebeu. Foi maravilhoso ouvi-la gemendo e chegando ao êxtase.

Eu também queria gozar até desfalecer ao lado dela, mas Elisa não podia transar. Nada de penetração, disse o médico. E eu não queria apenas uma masturbação. Não. Eu queria sentir sua vagina me apertando loucamente. Então, vou esperar até quando ela puder transar.

Deitei-me de costas para ela; assim, Elisa não notaria que eu estava acordado. Fechei os olhos e fiquei tentando controlar minha respiração, que ainda estava acelerada. Permaneci quieto até sentir ela sair da cama e ir para o banheiro. Logo ouvi o barulho do chuveiro.

Sorri, satisfeito por poder dar prazer à minha mulher.

Fiquei aguardando ela voltar para podermos dormir. Quando ouvi a porta, fechei os olhos e fingi estar adormecido. Ela resmungou algo que não entendi e se deitou. Logo já estava dormindo; ouvi seu suspirar tranquilo atrás de mim. Virei-me e pude notar que ela estava bastante relaxada.

Sorri, meu objetivo, havia sido alcançado, consegui relaxá-la, não quero minha noiva e mãe dos meus filhos estressada. A gravidez de Elisa, tem que ser o mais tranquilo possível. Relaxei e deixei o sono me dominar. Amanhã tenho muito a fazer. Preciso começar a proteger minha família das loucuras de Charlotte.

Dormir profundamente pelo resto da madrugada.

Fui acordado com o barulho da porta do banheiro. Espreguicei-me e olhei para o lado onde Elisa dormia. Ela não estava. Com certeza era ela que estava no banheiro. Sentei-me, levantei e fui até o berço. Melissa estava acordando. Quando me viu, começou a balançar os bracinhos. Peguei-a nos braços e comecei a andar pelo quarto, conversando com ela:

— Bom dia, filha. Como foi sua noite? — perguntei, e Melissa me olhava com atenção.

— Agradeço por não acordar mais vezes. Assim, papai pôde agradar sua mãe — falei e dei um beijo em sua testa. Ela sorriu.

— Sim, muito bem. Tive um sonho ótimo. Posso dizer que foi maravilhoso… e excitante.

Elisa arregalou os olhos e se engasgou, começando a tossir. Fui até ela, mas levantou a mão, fazendo sinal de que estava bem. Pegou um pouco de água, tomou um gole e se acalmou.

— Você está bem?

— Sim, só engasguei com a saliva. Acontece, às vezes.

— Sei como é. Elisa, aconteceu alguma coisa na madrugada que eu não saiba?

Vi seus olhos se arregalarem ainda mais, e ela ficou nervosa. Logo se virou, indo em direção ao armário, como se estivesse procurando alguma coisa… ou tentando fugir do meu olhar. Quero ver o que vai me responde agora, minha diaba.

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