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A OBSESSÃO DO PRIMEIRO-MINISTRO PELA BABÁ INSOLENTE. romance Capítulo 89

VICTOR BALTIMOR.

Ela cruzou seus braços, avaliando-me como se estivesse decidindo se aceitava ou não, vi quando me avaliou da cabeça aos pés. Gostei do seu olhar interessado.

— Aceito. Mas só mais tarde, quando a Mel estiver dormindo profundamente. — Respondeu.

Sorri devagar, sentindo o cansaço se misturar com uma antecipação excitante.

— Combinado.

As horas seguintes passaram lentas demais. Jantamos em família e foi ótimo, estou gostando desses momentos com elas. Quando terminamos a refeição, Elisa subiu e colocou Melissa no berço.

Fui para meu quarto, tomar um banho. Minutos depois, eu saí de banho tomado, vestindo um short e uma camisa. Quando entrei no quarto dela, encontrei Elisa, vestindo um short curto de algodão e uma regata fina que marcava cada curva. Sem sutiã. Os mamilos já endurecidos denunciavam que ela estava excitada.

Será que minha diaba está com segundas intenções? Por que sinto que ela está aprontando e que vou adorar?

— Venha — disse ela, com voz baixa para não acordar Melissa no berço.

Fechei a porta atrás de mim. O quarto estava iluminado só pela luz suave do abajur, cheirava a lavanda e a ela. Elisa apontou para a cama.

— Deita de bruços. Tire a camisa.

Obedeci sem hesitar. Tirei a camisa, joguei na poltrona, deitei de barriga para baixo. Senti o colchão afundar quando ela subiu na cama, sentando-se sobre minhas coxas. Suas mãos quentes tocaram minhas costas primeiro — só um toque leve, exploratório. Depois veio o óleo morno, escorrendo devagar pela minha pele.

— Relaxa — murmurou ela, espalhando o óleo com movimentos lentos, circulares.

Começou nos ombros. Dedos firmes afundando nos músculos tensos, desfazendo os nós que eu carregava há dias. Cada pressão era perfeita, dolorida na medida certa, e eu soltei um gemido baixo sem querer. Ela riu baixinho.

— Está gostando?

— Demais. Você leva jeito para isso.

As mãos desceram pelas costas, traçando a coluna, pressionando cada vértebra. Quando chegou à base, os polegares escorregaram para os lados, roçando a lateral da cintura, quase tocando a borda do short. Meu pau, já meio duro só com o toque, latejou contra o colchão.

Ela se inclinou, o peito roçando minhas costas nuas. Senti os mamilos duros roçando minha pele e quase rosnei.

— Vira — ordenou ela, voz rouca.

Eu enterrei os dedos nos cabelos dela, guiando sem forçar, o prazer subindo rápido demais. Ela acelerou, chupando com mais força, os gemidos vibrando contra mim. Meu corpo inteiro tensionou, os músculos das coxas tremendo. Quando senti que não aguentava mais, segurei sua cabeça.

— Eu não vou aguentar, mais…

Ela se afastou os segurou com as mão e começou com os movimentos de vai e vem. Acelerou e eu explodi na mão dela com um gemido rouco, jatos quentes caindo nas suas mão e na minha barriga.

Quando terminei, ela pegou uma toalha, que estava do lado, se limpou e me limpou. Então ela saiu devagar de cima de mim, deitando ao meu lado, o rosto corado, os lábios inchados e brilhando.

— Cinquenta mil — disse ela, ofegante, com um sorriso safado. — Paga na hora ou parcelado?

Puxei ela para cima de mim, beijando-a com fome, sentindo meu gosto na língua dela. Parei o beijo e falei:

— Pago na hora. E mais cinquenta mil pela próxima sessão.

Ela riu contra minha boca.

— Negócio fechado.

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