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A Segunda Chance do Alfa: Minha escrava, minha Luna. romance Capítulo 6

Lucretia demorou ainda alguns segundos para que seu corpo reagisse. Ela estava olhando para Rhys, absorta naqueles olhos incrivelmente azuis. Ele levantou uma sobrancelha e ela moveu-se, porém, sua mão escorregou e ela ia enfiar o rosto na água, não fosse o Alfa segurando-a pelos ombros.

A garganta dele subiu e desceu enquanto engolia a saliva, tentando se controlar. Aquela fêmea estava testando todos os sentidos e controle dele!

Com um empurrão forte, Rhys tirou Lucretia de cima dele. Ela caiu no chão, mas não se machucou.

— Fora daqui. — Rhys rosnou e ela não esperou por uma segunda ordem, engatinhando como pôde para fora do banheiro. Lucretia só conseguiu respirar quando a porta do banheiro se fechou.

“Minha Selene!”, ela exclamou internamente.

[“Ele é bonito…”], Kali comentou, fingindo indiferença.

[“Pode tirar qualquer esperança desse seu coco vazio, Kali. Rhys Jarsdel é o nosso algoz. Ele vai acabar conosco se pensar que estamos tentando seduzí-lo!”]

[“Ora, mas eu não disse nada…”]

Lucretia conhecia Kali muito bem. Ela nunca foi muito ligada ao lobo de Kolby, e mais de uma vez, disse que ele não era bom o suficiente. Mas Lucretia estava apaixonada e imaginou que, uma vez que ele a mordesse e marcasse, Kali e Jax, o lobo do ex-noivo, se entenderiam e seriam felizes. Como ela seria com Kolby.

Ela queria rir de si mesma. Lucretia olhou em volta. Ela estava vestida como uma prostituta barata, ferida e humilhada, no território inimigo. E tudo porque confiou na pessoa errada!

[“Acha que eles virão atrás de nós?”], Kali perguntou. [“Digo, o seu pai e os outros membros de alto ranking do bando?”]

[“Sim. Eu sou a herdeira Alfa. Estou sumida… não creio que Rhys irá manter o meu paradeiro em segredo por muito tempo. Vai querer nos usar como isca.”]

E aquilo machucava Lucretia. Ela poderia ser a causa da destruição de todo o clã dela. Não… não era ela. Era Kolby! Ele queria tomar tudo para ele e, para isso, pisou em Lucretia. Claro, ele queria tudo, menos ela.

Dentro do banheiro, Rhys estava inquieto. A mão de Lucretia chegou muito perto da intimidade dele e… e ele gostou. Normalmente, ele se mantinha distante das fêmeas. Raramente procurava alguma. Preferia se manter mais focado no bando e nas necessidades internas do que em procurar romance ou problema — algumas fêmeas não entendiam o “apenas uma noite” e buscavam acasalar.

Se fosse outra, ele teria sido muito mais incisivo, porém, lhe custou empurrar Lucretia, quando o que ele queria era puxá-la para si.

[“Você está atraído por ela…”], Embry comentou. [“Eu gosto da loba dela. É… interessante.”]

Rhys fechou os olhos e deslizou mais para dentro da banheira, apenas seu rosto permaneceu fora da água. Devido à maldição, ele não encontraria o amor, e, se ele um dia teve escrito no destino que seria abençoado com uma predestinada, essa ideia estava completamente perdida.

Sem querer pensar mais nisso, Rhys terminou o banho dele e, ao sair, viu uma Lucretia sentada no chão, com a cabeça apoiada na parede perto da porta. Os cabelos ruivos caiam em cascata, cobrindo-lhe o rosto. Ela estava dormindo?

Ele se aproximou e a cutucou com o pé. Lucretia soltou um resmungo. Rhys estreitou os olhos e a cutucou com mais força. Não foi um chute, mas o suficiente para que o corpo dela não mais se apoiasse direito e deslizasse para o chão. Ela acordou de pronto, assustada.

Ao levantar a cabeça, viu o rosto de Rhys, os cabelos escuros molhados, agora com mechas mais longas caindo pelo rosto e pingando água. Gotículas emolduravam os olhos bonitos, descendo pelo nariz de ponta fina, os lábios bem desenhados, caindo no peitoral. Lucretia abriu a boca e seus olhos desceram pelo abdômen nu, parando no início da toalha, que pairava perigosamente baixa. Ela podia ver um volume, ali. Mordeu os lábios.

— Quer uma foto? — ele perguntou e só assim ela se deu conta de que estava encarando como uma depravada. — Ou um babador?

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