— Acho que dá certo. Organize tudo e me avise quando estiver pronto. — Theo olhou para o relógio. — Está na hora, vamos para o aeroporto.
Ao entrar no carro, Beatriz sorriu. — Por favor, avise a Pepê.
Dante assentiu levemente.
Ao entardecer, eles finalmente chegaram a Metrópolis.
Breno já os aguardava no aeroporto.
Ao vê-los sair, aproximou-se imediatamente para pegar as malas, guardando-as com agilidade no porta-malas.
— Sr. Hoffman, senhorita Cavalcante, entrem!
O carro seguia suavemente quando Breno falou: — Sr. Hoffman, o Caleb voltou.
— Certo.
Ao encontrar o olhar confuso da mulher, ele explicou num tom neutro.
— Caleb é o meu assistente.
— E o Breno?
— Senhorita Cavalcante, sou o motorista e guarda-costas do Sr. Hoffman.
Ela achava que Breno era o assistente de Theo, mas pelo visto era outra pessoa.
Nesse momento, Beatriz recebeu uma ligação de Eduarda.
— Beatriz, cheguei a Metrópolis.
— Onde você está? Vou mandar alguém ir buscá-la.
— Não precisa. Me passe o endereço que eu pego um táxi.
Beatriz olhou pela janela para a luz do entardecer que tomava o céu, achando que já estava ficando um pouco tarde.
— Pegue um táxi para o Hotel Imperial e me procure direto na Empresa Cavalcante amanhã.
Ao desligar, viu o homem olhando para ela com os olhos cerrados.
Ela apertou os lábios. — Só você pode ter assistente e guarda-costas? Não posso contratar um para mim?
— Você entrou na Empresa Cavalcante e até agora não tem sequer um assistente?
— Estive ocupada o tempo todo, não tive tempo de procurar. O Tio Xu tem me ajudado nesse período.

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