O rosto de Gabriel empalideceu e ele encarou Beatriz de forma intensa.
Havia um ódio intenso em seus olhos.
Todos ali já tinham entendido que os dois os enganaram!
O gerente conseguiu as imagens rápido e jogou no telão de LED no salão. A confusão toda passou inteira.
Isadora estava com a taça de vinho na mão e chegou perto de Beatriz de propósito para jogar a bebida, mas ela já tinha visto e desviou sem esforço.
Isadora, sem conseguir se defender, caiu direto no chão. Durante todo o momento, nem se encostaram.
Logo em seguida, era a cena em que Isadora fingia estar sofrendo e sendo judiada, enquanto Gabriel ficava do lado ajudando a sujar a imagem da outra.
As expressões patéticas dos dois foram ampliadas no telão. Todos que estavam ali ficaram chocados com o quão sem vergonha aqueles dois podiam ser.
Isadora vacilou nos próprios pés. Com tanta raiva e constrangimento, ela quis dar meia-volta e sair dali apressada.
Quando passou do lado de Beatriz, teve o braço segurado.
— Maninha, pra onde você vai?
Beatriz exibia um sorriso gentil no rosto, e o seu tom de voz era suave. — Por mais que você não tenha tanta habilidade assim e tentou me prejudicar, ainda somos irmãs. É só você se desculpar, que a sua irmã mais velha não vai arrumar problema.
Fingir ser generosa? Quem não sabia fazer isso?
Isadora lutou para tentar se soltar. — Beatriz, me larga! Eu prefiro morrer a pedir desculpas pra você!
Ela a fez passar aquela vergonha toda hoje e ainda queria que ela cedesse. Onde já se viu!

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