Theo Hoffman saiu do elevador e Breno, ao aguardar no automóvel, abriu a porta logo de cara.
O carro partiu do estacionamento e ele apontou numa nota sombria: — Sr. Hoffman, o Armazém 3 apresentou problemas.
Theo Hoffman abriu de leve os olhos compridos e olhou com firmeza. — O que ocorreu?
— Pegou fogo sem justificativa, felizmente percebemos cedo e abafamos o fogo antes da disseminação. Os produtos ficaram intactos e repassei o dado para Felipe que buscou gente para investigar as chamas.
Em virtude do relato, Theo Hoffman baixou a expressão rígida.
— Na próxima situação que contar a respiração alta a falar, arrume as malas para a África sozinho.
— Se eu for lá, quem vai proteger a sua segurança. — Ele sorriu, passando ao tema anterior: — Aliás... Você cruzou com a Srta. Cavalcante?
Theo Hoffman pegou a referência e deu um sorriso fraco. — O que quer dizer?
— Desejava apenas conhecer as reações da Srta. Cavalcante ao vê-lo e reconhecê-lo nas posições em que lida.
Ele ficou curioso.
O telefone tocou, Theo Hoffman pegou com os olhos firmes.
— Mãe?
— Estou na residência e você deveria vir aqui.
...
— Pai, discordo do casamento entre Theo e a família Cavalcante!
No espaço amplo da propriedade Hoffman.
Com a aparência aprumada, a Sra. Hoffman olhou com descontentamento para Dom Henrique Hoffman, ao saborear o chá relaxado no sofá.
Chegou da viagem e notou sobre o casamento de Theo e a garota que escapou do evento, a quem reabriu as obrigações para selar o matrimônio.
— A promessa já foi feita, e você tenta me deixar falho com as promessas?

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