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A Virgem Traída Contratou um Gigolô e Ele era um Bilionário romance Capítulo 350

POV: CHRISTIAN

Subi pelo corpo dela.

O coração batia duro no peito, batendo contra o peito dela, tão perto que eu tinha certeza de que ela sentia. A boca dela estava aberta, ofegante. Encostei os lábios nos dela e deixei ela sentir o próprio gosto. A língua dela tremeu na minha. Um calor subiu pelo meu pescoço. Só de ter a boca dela na minha, o pau latejou pesado, preso ainda na box, esfregando na buceta molhada. Eu podia gozar só daquilo. Só de olhar o rosto dela debaixo de mim, os olhos verdes marejados, o cabelo loiro no travesseiro, as pétalas grudadas na pele. Anos esperando esse segundo. Anos olhando, querendo, segurando. Agora ela estava nua debaixo do meu corpo e o meu peito doía de tão cheio.

As mãos pequenas desceram pelas minhas costas, pararam na elástica da box e puxaram.

Levantei o quadril. A box desceu. O pau caiu entre as coxas dela, nu, quente, batendo na buceta molhada. Sem tecido. Sem camisinha. A cabeça escorregou no meio, no risquinho, no piercing, e o corpo dela pulou debaixo do meu. O contato tirou o ar da minha garganta. Quente. Escorregadio. A pele dela na minha pele. Eu fechei os olhos um segundo, segurando o quadril no lugar, porque o tesão subiu tão rápido que o saco pesou e o pau latejou contra a entrada dela, pedindo para entrar de uma vez. Não ia. Não assim.

Ajeitei os joelhos. Abri as pernas dela com as minhas. Segurei o pau na base. A mão tremeu. Eu senti. Encostei a cabeça na entrada.

Apertada. Quente. Molhada até escorrer nos meus dedos. O piercing do clitóris brilhando logo acima, a argolinha prateada colada na carne inchada. A buceta dela beijou a cabeça do meu pau, um pulso curto, e eu soltei o ar no cabelo loiro dela.

Olhei para ela.

Os olhos verdes marejados. A boca vermelha. O cabelo loiro colado na testa. As pétalas amassadas em volta da cabeça. Minha. Depois de tanto tempo, minha.

— Olha para mim.

Olhou.

Empurrei.

Só a cabeça.

A carne cedeu um milímetro e parou. Estreita demais. Quente demais. A buceta dela fechou em volta da cabeça do meu pau com uma força que fez meus braços tremerem encostados no colchão. Apertou. Puxou. Empurrou. Tudo ao mesmo tempo. O ardor passou no rosto dela na hora. A testa franziu. A boca abriu sem som. Os dedos cravaram nas minhas costas.

Parei.

Inteiro parado. Só a cabeça dentro. O resto de fora, latejando contra aquela trava. O coração disparou. Eu sentia cada milímetro dela me milimetrando, a parede quente, molhada, fechada demais para o meu tamanho. Queria enfiar. O corpo pedia. O pau doía de tão duro. Não movi. Não ia machucar ela. Não dessa vez.

Encostei a boca na boca dela. Devagar. A língua calma enquanto o quadril não se mexia. Beijei para ela sentir outra coisa. Para a dor não ser o único lugar da cabeça dela. A mão desceu entre a gente, achou o piercing do clitóris e fez um círculo lento, molhado, o polegar no metal. Queria o calor na frente. Queria o piercing puxando o tesão para cima, para o clitóris, para longe do ardor de onde eu estava parado.

O corpo dela afrouxou um pouco. A buceta pulsou em volta da cabeça do meu pau, tentando empurrar e puxar ao mesmo tempo. O aperto afrouxou um fio. Só um fio. Eu senti.

Empurrei mais.

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