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A Virgem Traída Contratou um Gigolô e Ele era um Bilionário romance Capítulo 374

POV: ROCCO BLACKWOOD

Apontei com o queixo em direção ao tatame forrado de couro no centro da sala, posicionado exatamente sob a viga metálica do teto.

— No chão, Bittencourt. De bruços.

Sky caminhou sem pressa, balançando os quadris largos a cada passo, e deitou de barriga para baixo no acolchoado. Ela dobrou os braços para trás, acomodando os antebraços sobre a curva da lombar, e dobrou os joelhos, erguendo as pernas no ar. A postura empinava o quadril carnudo e deixava a pele das coxas grossas totalmente exposta sob a luz vermelha.

Peguei o feixe grosso de corda de algodão cru na bancada e me ajoelhei ao lado dela no tatame.

Dobrei a primeira corda ao meio, localizando o centro da laçada. Passei o cabo por baixo do pescoço da Sky, descendo as duas pontas pelas clavículas e contornando a base dos seios dela, bem rente à renda do sutiã vermelho. Puxei as pontas pelas laterais das costelas até as costas, criando a base do arreio de peito. Cruzei as cordas no centro das escápulas dela em uma fricção firme, travando o atrito da fibra para dar sustentação sem esmagar as costelas.

Peguei os pulsos dela, puxei os dois juntos contra a lombar e comecei a travessia em oito com as pontas da corda. Dei três voltas precisas ao redor dos ossos dos pulsos, separando a pele com uma laçada intermediária para que os ossos não se chocassem, e finalizei o nó duplo. Enfiei dois dedos sob a amarração para conferir a folga necessária e garantir que o sangue continuava circulando livremente até as pontas dos dedos dela.

Com a parte superior ancorada, peguei a extensão seguinte da corda. Engatei a ponta na trava central das costas e desci a linha rente à coluna dela, criando a espinha dorsal da amarração.

Abri as pernas da Sky apenas o suficiente para trabalhar. Passei o cabo por baixo das coxas dela, circulando a carne macia logo acima da dobra dos joelhos, e dei duas voltas firmes para prender a abertura. Em seguida, enlacei os tornozelos dela que continuavam suspensos no ar, puxando as pontas para encontrar a linha que descia da coluna. Dei o nó cego unindo os tornozelos à amarração central, arqueando o corpo dela em um arco tenso. A bacia empinou, as coxas ficaram travadas e o peito dela se projetou contra o acolchoado.

Passei a mão pelas amarras inteiras, conferindo os pontos de fricção. As marcas vermelhas já começavam a surgir na pele alva dela pelo simples contato da fibra áspera de algodão. O contraste da corda crua com a renda vermelha e a brancura daquele corpo deixava a Sky com um visual devastador.

Puxei a corrente da roldana do teto, trazendo o mosquetão de aço até a altura do piso. Engatei a trava metálica direto no anel principal que se formava no cruzamento das cordas entre os ombros e a lombar dela. Girei a rosca de segurança até o fim com um clique metálico.

Fiquei de pé, segurei a corrente da roldana e puxei com braçadas largas e contínuas.

As engrenagens de aço estalaram no teto. A tensão esticou as cordas, rangendo sob a carga. O peso da Sky descolou do tatame de uma vez: primeiro o peito e a barriga, depois as coxas e os joelhos.

Não parei no meio metro. Puxei a corrente com força até o corpo dela subir mais de um metro acima do piso, recolhendo o cabo até a bacia farta e empinada ficar exatamente na linha da minha cintura, alinhada com a minha virilha. Travei a roldana no suporte da parede com uma batida seca da trava de segurança.

Agora a posição era cirúrgica. Sem precisar me curvar, eu tinha o quadril dela escancarado bem na frente do meu quadril, a bunda empinada na altura exata dos meus braços e o rosto dela ligeiramente abaixo do meu peito.

Sky ficou flutuando no ar, oscilando devagar para a frente e para trás com o embalo da subida. O esforço involuntário dos músculos dela para se equilibrar na corda fazia a carne macia das coxas tremer de leve. O peso morto esticava as voltas de algodão na cintura, separando as pernas e deixando o centro dela exposto para os meus olhos. O calor que subia dali já perfumava o espaço entre nós dois.

Dei dois passos curtos e encostei meu peito nu perto do ombro dela. Espalmei a mão na lateral da bacia da Sky para cessar o balanço, sentindo a carne quente sob os meus dedos. Deslizei a outra mão pelos punhos dela no ar, testando a pressão da corda contra a pele enquanto o peso do corpo se assentava no arnês.

— Essa roldana tem trava milimétrica — avisei, a voz saindo grossa e rente ao ouvido dela. — Eu posso te subir até perto da laje, te descer rente ao chão ou te deixar exatamente aqui, a um metro do tatame, onde a sua bunda fica na altura perfeita da minha virilha e eu tenho acesso livre a cada pedaço da sua pele. Hoje eu vou testar cada limite que o seu corpo aguenta, Bittencourt.

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