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A Virgem Traída Contratou um Gigolô e Ele era um Bilionário romance Capítulo 544

POV/CHRISTIAN

O corpo dela arqueou. Inteiro. A lombar saiu do colchão, os pulsos puxaram as amarrações, a cabeça caiu para trás, os cachos grudando na testa, e ela soltou um grito. Um grito. Alto. Quebrado. A buceta pulsou na minha boca, um jato quente, o quadril pulando, as pernas duras, e eu continuei. Engoli. Continuei. A língua no clitóris, chupando enquanto ela gozava, o gosto dela enchendo a garganta, o queixo escorrendo, o peito dela subindo e descendo rápido debaixo da minha mão.

Ela gritou de novo. Mais baixo. Um soluço. As coxas batiam no cinto. Eu não saí. Continuei chupando. Mais devagar agora, a língua larga passando no clitóris inchado, e Moon choramingou, o corpo ainda tremendo, a buceta ainda pulsando, molhada demais, aberta, minha.

O pau doía de tão duro. Latejava contra a cama. Eu respirei nela. O cheiro. O gosto. O calor. Apertiei o seio outra vez, só porque podia, só porque o peito dela cabia na minha mão e eu tinha sentido falta disso o dia inteiro, e voltei a chupar.

Ela estava sensível. Eu senti. O clitóris pulava na língua. Moon revirou o quadril, tentou fugir um pouco, a amarração não deixou, e eu segurei as coxas, abri mais, e continuei. Devagar. Molhado. A língua dentro, depois no clitóris, depois nos lábios pequenos, chupando um, chupando o outro, o queixo encharcado, o peito grande ocupando o espaço entre as pernas dela.

Pensei no quanto eu amava. Enquanto chupava. Enquanto o gosto dela descia pela garganta. Enquanto o pau latejava e o coração não acalmava. Eu amava aquela mulher de um jeito que me deixava doente. Amava o gemido. Amava o cabelo cacheado bagunçado. Amava os olhos verdes fechados. Amava o fato de ela ter ficado. Amava chupar ela. Amava o peso pequeno do corpo dela embaixo do meu.

Continuei.

A boca faminta. A mão no seio. A outra na coxa. A língua fodendo. Moon gemia sem formar palavra, um som atrás do outro, a buceta escorrendo, o lençol já manchado, e eu chupava como se pudesse ficar ali a noite inteira, o nariz colado, o queixo batendo, o gosto dela me deixando mais duro a cada engolida.

O corpo dela começou a pedir de novo.

Não era gozo ainda. Era o depois. O molhado demais. O quadril rebolando sozinho. Eu subi o olhar. Vi o peito subindo. Vi a boca aberta. Vi os cachos. Vi a coleira de marcas que o cinto já tinha começado a deixar na coxa clara. Vi minha ratinha. Minha princesa. Meu tudo.

Abaixei de novo.

Chupei o clitóris com os lábios e enfiei a língua no meio ao mesmo tempo, e Moon soltou um gemido fundo, as pernas tremendo, e eu apertei os dois seios agora, um de cada vez, amassando, o polegar nos mamilos, a boca trabalhando embaixo, o pau esfregando o colchão, o tesão subindo pelas costas.

Não ia fazer ela gozar de novo com a boca. Não ainda.

Ia usar a mão.

Dois dedos na entrada.

A palma para cima. Pedindo. A boca ainda no clitóris, chupando devagar, e os dedos empurrando o bastante para sentir o quão molhada ela estava. Muito. Quente. Apertada mesmo depois do gozo. Moon puxou o ar. Eu enfiei.

Fundo.

Os dois dedos de uma vez, curvos, procurando o lugar que eu conhecia de cor. Achei. Moon arqueou. A cabeça no travesseiro. Os cachos espalhados. Tentou fechar as pernas com toda a força que tinha. Não deu. O cinto cravou na coxa clara. A gravata esticou. Ela ficou aberta. Só minha.

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