POV/ CHRISTIAN
Moon rebolava para trás, me engolindo, os pulsos presos nas coxas, a bunda alta, a buceta embaixo ainda escorrendo o primeiro gozo, o cu me sugando a cada saída.
Soltei o cabelo.
A mão direita desceu. Pegou a outra lado da cintura. As duas mãos nela agora, os dedos cravados, a pele clara sumindo entre eles, e eu fodi assim, puxando o quadril contra o meu, a pélvis batendo na bunda, o pau sumindo inteiro. Depois a direita subiu de novo. Cabelo. Puxão. Pescoço. Dente.
Um tapa.
A palma na bunda direita. O estalo. A pele corando na hora. Moon soltou um som alto, o cu apertando o pau, e eu dei outro, na esquerda, e meti fundo no mesmo tempo, a mão voltando para a cintura, o cabelo ainda na outra, e o corpo pequeno tremeu inteiro.
O tesão subiu da base das costas.
O pau pulsava. O saco tenso. O coração acelerado. Eu me debrucei por inteiro. O peito nas costas dela. A boca no pescoço. Os dentes. A mão esquerda na cintura, puxando. A direita no cabelo, segurando. E meti até o fim.
Uma.
Duas.
Três.
Fundo.
O cu apertando, quente, molhado do gozo, do spit, de mim, e eu gozei.
Gozei no ânus dela.
O corpo travou. Um gemido grosso no pescoço, os dentes ainda na pele. O pau latejando, descarregando, jato atrás de jato dentro do cu, fundo, enchendo, o que restava do dia, o tesão, o amor, tudo. Moon tremeu comigo, o corpo pequeno nas amarrações, um som alto, as pernas duras, a buceta pulsando no vazio, o cu apertando o meu pau até eu não ter mais o que entregar.
Fiquei.
A respiração feia nas costas dela. O peito grande cobrindo o corpo pequeno. Os pulsos ainda presos. Eu ainda dentro. O pau ainda pulsando. O motel quieto.
Saí com cuidado.
O pau saiu devagar, brilhando, e o cu dela ficou aberto. Um segundo. Dois. Pulsando. O gozo vazando, branco, escorrendo pela buceta, misturando com o que eu já tinha deixado, descendo pela coxa clara, manchando o lençol. A bunda marcada do tapa, vermelha na palma. Os pulsos marcados do cinto e da gravata. As coxas marcadas. O pescoço marcado da boca. A loira. Aberta. Gozada. Minha.
Um tapa.
A palma na bunda, mais baixo, não para doer, para ver. A carne tremeu. O gozo escorreu mais. Moon gemeu no travesseiro, mole, um som de quem não tinha mais força para fingir que não tinha gostado.
Soltei a gravata. Soltei o cinto. Os pulsos dela caíram no colchão, vermelhos, e eu virei o corpo pequeno de frente, o bastante para ver o rosto. Os olhos verdes. Os cachos. A boca. A maquiagem que o banho já tinha levado. A ratinha. Ainda brava. Ainda aqui.
Segurei o queixo.
— Da próxima vez que você pensar em me deixar — falei, a voz baixa, rouca, o polegar no lábio dela —, você lembra do que aconteceu nesse quarto.
Moon riu.
Cansada. Rouca. Os olhos verdes brilhando de um jeito que me acertou no meio do peito.
— Você é um louco.
— Sou um louco por você.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: A Virgem Traída Contratou um Gigolô e Ele era um Bilionário