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Amor irresistível: O segredo do chefe romance Capítulo 209

"Gabriele"

Eu havia tomado o café da manhã com o Mauro, que me ofereceu um milhão de desculpas pelo dia anterior, mas no final não explicou nada, se limitou a dizer que a clínica voltaria a funcionar apenas na semana seguinte. E como eu não estaria em Cancun na semana seguinte e ele muito menos, ele me deu um cartão e disse que adoraria me encontrar para um almoço quando estivéssemos em casa.

A verdade é que o Mauro tinha sido muito gentil e atencioso comigo, o que era inesperado, afinal não havia a menor sugestão de segundas intenções, era apenas como se tivéssemos nos dado bem.

- Carrapato, o que foi que o Dr. Romeu te disse? - Eu perguntei de novo, enquanto observávamos de longe a clínica.

- Disse que com a sua confirmação e as fotos, os irmãos mãos leves serão presos. - O Matheus repetiu.

- Mas cadê essa polícia que ainda não apareceu? - Eu perguntei ansiosa.

Não demorou muito para que um caminhão estacionasse em frente a clínica e homens uniformizados descecem para serem recebidos pelo Mauro.

- Droga! - O Matheus praguejou.

- O que foi? O que vai acontecer aqui? - Eu não estava entendendo a movimentação.

- Eles vão esvaziar a clínica. Eu deveria ter imaginado. O cobrador foi uma ameaça. Eles são fugitivos, não podem perder tudo. - O Matheus falou como se fosse fácil entender.

- Espera, eles vão simplesmente mudar a clínica de lugar? Se o cara tem dívidas de jogo, ele vai ser encontrado em qualquer lugar que se esconda nessa cidade. - Não fazia sentido.

- A essa altura, Peste, os irmãos mãos leves já desapareceram e o que o Mauro está fazendo é salvar as coisas de valor antes que o cobrador apareça. - O Matheus explicou.

- Você está dizendo que eles vão sumir de novo? Sem deixar rastro? - Eu o encarei surpresa.

- Eu estou dizendo que eles já fugiram. Peste, nós só vimos o Mauro entrar e isso foi bem cedo. - O Matheus me fez perceber que era muito provável que os outros dois não estivessem ali.

- Não acredito! Estava indo tudo tão bem. O que a gente faz?

- Não sei. Não sei se devemos seguir o Mauro ou se devemos esperar e falar com o cobrador.

- Nós vamos fazer as duas coisas.

- Nem pensar! Eu não vou me separar de você. Do jeito que você é estressada, é muito provável que confronte o Mauro e isso não acabe bem.

- Quem disse que sou eu quem vai atrás do Mauro?

- Ah, Peste delícia, ficar para falar com o cobrador é que você não vai de jeito nenhum!

- Carrapato, nós precisamos das duas coisas, então você vai confiar que eu vou me cuidar e fazer tudo certo.

- Peste, não! Você já se arriscou demais se metendo com o Mauro.

- Carrapato, nós precisamos descobrir.

- Não, Peste, não precisamos, nós queremos, mas não precisamos.

Enquanto nós discutíamos sobre o que fazer o caminhão estava sendo carregado com todos os equipamentos e móveis da clínica. Aqueles homens eram rápidos.

- Carrapato, confia em mim? - Eu pedi, vendo que em breve nós perderíamos a chance. Ele respirou fundo e se virou pra mim.

- Gabriele, eu confio em você. Eu só não posso pensar que você estará em perigo. - Ele segurou o meu rosto, se aproximou e abaixou a voz. - Eu não posso nem pensar que você pode se machucar ou coisa pior. Não me pede para te deixar correr nenhum risco.

Capítulo 209: Não podemos perdê-los 1

Capítulo 209: Não podemos perdê-los 2

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