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Amor irresistível: O segredo do chefe romance Capítulo 216

"Eva"

Aquela casa era parte de um sonho que eu imaginei que nunca realizaria. Depois de viver no inferno que foi a vida da minha mãe com o Domani e ver o desastre que foi a vida de casado do Elias, para mim aquelas histórias de amor, uma vida juntos e felizes criando filhos era coisa de filmes e livros. Mas quem não sonha com um amor verdadeiro? Aquele que te tira da beirada do abismo e cuida de você? Aquele amor que segura a sua mão e te aceita do jeitinho que você é? Secretamente eu sempre sonhei com um amor assim.

E quando eu me envolvi com o Leon eu pensei que um amor assim não existia, eu pensei que ele estivesse confuso e eu precisasse ser alguém que eu não era para que ele me amasse. Eu pensei que eu precisasse caber nas expectativas dele, mas o que eu não percebi é que tentando servir para ele eu acabei me perdendo, eu senti o cansaço e o peso de lutar contra mim mesma o tempo todo, eu fingi, me contorci, abandonei o amor próprio, me diminui e enfraqueci. Mesmo assim eu nunca coube na expectativa dele. Mas a verdade é que eu não tinha que caber na expectatitva dele, afinal ele era pequeno e mesquinho demais e nunca me mereceu. Eu me iludi insistindo em algo que me fazia mal e eu já nem sei mais porque eu insisti naquilo.

Aí o José Miguel chegou, não prometeu nada e entregou tudo. Ele me amou do jeito que eu era, não porque eu fosse perfeita, mas porque ele aceitava cada pequena parte de mim. E ele era mais do eu que sonhei. Ele era aquele sonho perfeito de amor que eu queria secretamente, o que eu pensava que era coisa de filmes e livros, de repente, estava na minha frente e eu queria que fosse para sempre.

- Vamos entrar? Na nossa casa? - Ele perguntou e eu fiz que sim, emocionada e trêmula.

Eu tirei o laço vermelho da caixinha e abri para encontrar ali uma chave presa a um chaveiro dourado, tinha um coração pendurado depois de várias bolinhas, uma letra jota, uma letra E e uma plaquinha gravada "o amor é a chave de tudo". Era lindo e significativo em cada detalhe.

Nós caminhamos até a porto e a abrimos juntos. Havia uma quantidade incontável de pequenas luzinhas pendendo em cascata do teto, bem como rosas de caule longo penduradas como se crescessem do teto, pelo chão balões vermelhos e pétalas de rosas vermelhas desenhavam um caminho. Era como se caminhássemos por um jardim de rosas que se espalhavam desde as pétalas no chão, com vários arranjos por todos os lados, até o teto.

Ele me levou até a sala de jantar, onde havia uma mesa para dois, posta à perfeição, toalha branca arranjo de rosas sobre a mesa. Ele puxou a cadeira para mim e quando se sentou ao meu lado um graçom se aproximou e serviu as bebidas.

- É um espumante sem álcool. - Ele avisou e ergueu a taça para mim, propondo um brinde. - Que esse seja o primeiro de muitos jantares em que estaremos juntos nessa casa.

- Que sejamos muito felizes nessa casa! - Eu ergui a minha taça e toquei na dele.

- Eu sou muito feliz com você, amorzinho. - Ele declarou e me beijou.

Enquanto jantávamos, um serviço perfeito executado por dois garçons muito competentes, nós estávamos conversando e fazendo planos para a casa, para a vida que esperava por nós e as nossas músicas estavam tocando ao fundo. Nós terminamos o jantar e a sobremesa, os garçons desapareceram e nós ficamos ali, rindo, conversando, trocando beijos, sem pressa e sem preocupações.

- Dança comigo, amorzinho? - Ele convidou quando começou a tocar outra vez a música que dançamos no casamento da Melissa. Paracia já fazer tanto tempo. Nós começamos a dançar, como se aquilo fosse algo que fizéssemos sempre.

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