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Amor irresistível: O segredo do chefe romance Capítulo 247

"José Miguel"

Quando nós chegamos o segurança me avisou que a Eva e a Gabriele chegaram um pouco antes. Eu sabia, eu falei com o Matheus depois que ele ligou para a Gabriele que eu tinha certeza que ela e a Eva estavam juntas e eu nem precisei ligar para a Marta, não queria deixá-la nervosa. Eu pedi ao Enzo e ao Dimas para aguardarem do lado de fora por um momento. E quando o Matheus e eu entramos, aquela sala estava uma confusão e com um cheiro de flores que até me deixou zonzo.

- José Miguel, olha o que a sua amante fez! - A Carmem gritou enquanto eu abria as janelas da sala. - Ela veio aqui só para maltratar a Cora, a sua esposa, uma mulher doente, inválida, e essas duas meretrizes vieram fazer mal a ela.

- Cala a boca, Carmem! - Eu ordenei em alto e bom som. Ela arregalou os olhos para mim. - Eva, você não deveria ter vindo...

- Ah, não, Rossi, eu deveria sim. Olha como foi bom, agora eu já sei que você visita a piranha ressuscitada. - Ela respondeu irritada.

- Evita... - Eu me aproximei a segurei a mão dela, a puxando para perto de mim. - Eu não visito ninguém, amorzinho. Eu ia te ligar, mas no momento em que o Matheus soube que a Gabriele não estava no trabalho...

- O Matheus o quê, Rossi? - A Gabriele ouviu e pela reação estava uma fera.

- Porra, Rossi, precisava contar? - O Matheus lamentou. - Peste, depois te explico, em casa, deixa a gente resolver as coisas aqui primeiro.

- Você está me vigiando, Carrapato? Colocou alguém para me seguir? - A Gabriele se virou para o Matheus.

- Não é nada disso, Peste, eu não estou te vigiando. Só me deixa explicar mais tarde. - O Matheus pediu.

- Ah, não, quer saber, nem precisa explicar, eu já entendi tudo. - A Gabriele estava bastante irritada. - Evita, eu vou indo. Me liga depois.

- Você não vai a lugar nenhum, Gabriele. - O Matheus parou na frente dela. - Presta atenção, você vai se sentar e ficar quietinha até resolvermos as coisas aqui, depois eu vou te levar pra casa, nem que seja carregada, e vou te explicar como eu sabia que você não estava no trabalho.

- Ah, é?! Então explica... - A Gabriele tentou falar, mas o Matheus a puxou bem junto dele e sussurrou alguma coisa no ouvido dela, provavelmente a razão de estarmos ali, porque ela se calou e foi se sentar.

- Como eu ia dizendo, eu tinha certeza que eu ia te encontrar aqui. - Eu olhei para a Eva que estreitou os olhos para mim.

- E você veio correndo socorrer a ex defunta. - A Eva falou ainda chateada.

- Não, amorzinho, eu vim colocar um ponto final nessa história. - Eu contei e me virei para o Matheus. - Matheus, chama os outros, por favor.

- Outros? Que outros? - A Eva perguntou, mas eu não respondi, queria ver a cara da Carmem.

- Querem saber, chega dessa balbúrdia! - A Carmem se levantou. - Minha filha está doente, José Miguel. Seja responsável! Expulse essas desordeiras dessa casa, da sua vida, e venha cuidar da sua esposa.

- Senta, Carmem! - Eu avisei e nesse momento o Enzo e o Dimas entraram. A Carmem ficou pálida no momento que o viu, mas ele correu e se ajoelhou em frente a Caridade.

- Você está bem, querida? - Ele perguntou suavemente e ela fez que sim. - Senti sua falta! - Ele deu um beijo no rosto dela e ficou de pé.

- O que você está fazendo aqui? - A Carmem perguntou com os dentes cerrados.

Capítulo 247: A prova de que a morta está morta 1

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