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Amor irresistível: O segredo do chefe romance Capítulo 35

“José Miguel”

Nós chegamos ao hospital e encontramos a Candinha na sala de espera. Ela se levantou e veio em minha direção, ela me olhou com visível preocupação e me deu um abraço.

- Candinha, o que aconteceu? – Euperguntei apreensivo.

- Eu encontrei a Carmem caída na sala, com todos aqueles frascos de remédio ao redor dela, alguns frascos vazios, comprimidos no chão. Mais ou menos a mesma cena de quatro anos atrás. – A Candinha me olhou.

-Ela fez de novo! Ela tentou sze matar outra vez! Ela disse que faria. – Eu lamentei e me sentei.

Eu me lembrei da cena que eu encontrei quatro anos antes, a Carmem caída no quarto, cercada por frascos de comprimidos e uma carta para mim ao seu lado. Na carta ela explicava porque queria morrer e, de acordo com ela, ela não aguentava viver com a desonra da minha promessa para a Cora sendo desfeita e mais um desfile de argumentos desse tipo.

Tudo porque eu havia dito a e, na véspera, que eu compraria um apartamento para que ela se mudasse, porque morarmos sob o mesmo teto não fazia bem para nenhum de nós dois. Eu garanti que continuaria dando a ela o meu apoio, emocional e financeiro, mas morar na mesma casa estava mais nos mantendo em um luto permanente do que nos ajudando a superar as perdas que tivemos.

- Se eu não soubesse que você vai se sentir culpado por isso, eu estaria torcendo para essa cobra morrer logo e te deixar em paz. – A Candinha bufou, ela estava irritada com a Carmem, mas eu só conseguia pensar que estava acontecendo tudo de novo.

- Candinha, você está torcendo pra ela morrer, a trouxe para um dos piores hospitais da cidade! – O Matheus riu e abraçou a Candinha. – Por que você não levou a megera pro Santè?

- Porque o médico da infeliz trabalha aqui e ela não aceita ser examida por outro e, como eu tenho certeza que eles vão fazer uma lavagem estomacal nela e ela vai ficar boazinha logo, eu só quis evitar os gritos e as reclamações. Ou uma parte deles.

Enquanto a Candinha e o Matheus conversavam a minha cabeça dava voltas em torno das coisas que a Carmem havia me dito nos últimos dias. E dava voltas em torno da carta de quatro anos antes, que deixava muito claro de quem era a culpa pelo gesto desesperado dela, estava claro na última parte daquela carta que ficou bem gravada em minha mente. A parte que dizia: “Parabéns! Você tem mais uma morte em suas mãos. Você matou os seus filhos, a sua esposa qu te amava e agora conseguiu me matar. Você matou a mim, a única pessoa que compreendia você!”.

Eu me curvei apoiando o rosto entre as minhas mãos, com os cotovelos descansando em meus joelhos. Ela tinha feito de novo!

- Candinha, me dê a carta! – Eu pedi, porque tinha certeza que havia uma nova carta.

- Que carta? - A Candinha me olhou tentando disfarçar sua apreensão.

- Você sabe muito bem. A carta que com certeza você encontrou ao lado da Carmem. – Eu exigi.

- Não, não encontrei carta nenhuma. – Ela tentou se fazer de boba, mas a Candinha estava na minha vida há tempo demais, eu conhecia o seu jeito de fazer as coisas, então eu apenas estendi a mão com a palma aberta para cima e esperei. Ela bufou. – Certo, tem uma carta, mas eu não vejo motivo para você ler. Essa megera vai estar bem em três dias, vai voltar para a sua casa e continuar destilando o veneno dela em você, esse veneno que te paralisa completamente, que é pior do que o veneno que mata de uma vez. Eu não vou te entregar a carta porque você não precisa ler os impropérios que ela escreveu só para te torturar mais um pouco. Pronto, falei!

- Candinha, a carta! – Eu exigi mais uma vez.

- José Miguel, a Candinha tem razão! – O Matheus abriu a boca, mas eu queria ver a carta.

- Ela tem razão, mas a carta é pra mim. Candinha, a carta! – Eu falei mais uma vez.

A Candinha bufou, abriu a bolsa e me entregou o papel dobrado muito a contragosto. Eu desdobrei o papel e comecei a ler:

“José Miguel,

- Mal! Ela está dormindo, vai demorar a acordar e você tem que estar com ela quando isso acontecer. Ela vai ficar uns dias aqui no hospital até se desintoxicar.

- Ótimo, a enfermeira me acompanha até o quarto. Obrigado! – Eu me levantei e passei por ele sem dar mais atenção.

- Escuta bem, José Miguel, é melhor você se arrepender do que está fazendo de errado enquanto é tempo. Da próxima vez eu posso não conseguir salvá-la. – O médico gritou atrás de mim, mas eu já estava pedindo a enfermeira que me informasse em qual quarto a Carmem estava.

N.A.:

Olá, queridos… como estão?

E a Carmem não está pra brincadeira, parece qua a bruxa tem bola de cristal! Logo agora que o Perfeito ia se render a Evita a megera aprontou das grandes!

Vocês merecem mais que dois capítulos com toda certeza e o Perfeito merece um belo de um sacode e um psiquiatra de respeito, mas nossos dois capítulos são sagrados e diários. Estamos em reta final do outro livro e assim que terminar lá eu jogo uns extras aqui. Combinado? Ah, só lembrando o que eu já falei aqui, os capítulos saem todo dia que nem pão quentinho, mas a padaria não tem hora pra soltar a fornada. rs...

Massss, como eu não me aguento, só para aliviar um pouquinho pra vocês, eu vou dar um spoiler, mas fica só entre nós. José Miguel vai dar um sacode na vida depois do casamento da Mel e o Enzo, menino fofo, vai ter todos os dedinhos metidos nisso.

Vou mandar um recadinho do coração para as lindonas Cláudia, Vanessa Pereira, thaissouza97.ts, Amanda Kyslla, Silvia Ferreira, bete.otto, Thays Scarsi, Ana Cristina Sued, Lorena Camilo, Síntia, Silva Fátima, Tatiane Gonçalves, Kelly Pereira, Luana Silva, Patrícia Furini, Izabel Sodré, Cami, Michelle Ferreira, um beijo estalado nos coraçõezinho de vocês!

E para a nossa tropa mais perfeita que o perfeito, um beijo no coração!

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