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Babá do Herdeiro: Paixão com o Bilionário romance Capítulo 27

Capítulo 27: Vida Perfeita

Laura

Algumas semanas se passaram desde aquela noite em que a briga virou fogo e nós nos entregamos de verdade. E, desde então, tudo mudou de um jeito que eu nunca imaginei possível.

Rafael e eu vivíamos a melhor fase do nosso relacionamento, mesmo que ainda fosse secreto. Os dias eram cheios de olhares cúmplices, toques escondidos, noites roubadas que me deixavam sem ar e sorrindo sozinha no dia seguinte.

Ele era cuidadoso, intenso, apaixonado. E eu me sentia amada de um jeito que nunca tinha conhecido.

Ethan aparecia com mais frequência. Às vezes para almoçar com Rafael, às vezes só para brincar com Enzo. Ele era simpático, educado, sempre com um sorriso fácil e histórias engraçadas.

Mas eu notava o interesse dele em mim. O jeito como os olhos dele demoravam um pouco mais quando me olhava, como ele ria das minhas piadas com mais entusiasmo do que precisava, como ele se oferecia para ajudar com qualquer coisa que eu fizesse. Eu desconversava. Fingia não notar. Porque eu sabia que Rafael percebia também. E porque eu via o esforço dele para controlar o ciúme.

Ele tinha prometido. E estava cumprindo. Quando Ethan ficava perto demais, Rafael apertava minha mão por baixo da mesa ou me puxava para perto com um toque sutil na cintura. Ele não explodia. Não me confrontava.

Só olhava para mim com aqueles olhos cinza que diziam: “Você é minha. E eu estou tentando.”

Era difícil para ele, eu via nos punhos fechados, na respiração mais pesada, mas ele se esforçava. E isso me fazia amá-lo ainda mais.

Enzo estava cada vez mais apegado a mim e eu a ele. Ele me chamava de “Minha Laura” o tempo todo, era engraçado como o sentimento de pose era hereditário. Ele dormia com a mão na minha quando eu lia história para ele, me puxava para brincar de castelo ou desenhar. Não comia se eu não estivesse ali. E banho, que antes era comigo sentada do lado de fora, agora é comigo lá dentro com direito a apresentação musical todas as vezes.

Rafael observava tudo com um sorriso que derretia meu coração. Às vezes, quando Enzo dormia, ele me puxava para o colo no sofá, me beijava devagar e sussurrava:

— Você trouxe vida pra essa casa. Pra nós dois.

Eu sorria contra a boca dele, sentindo o corpo dele reagir ao meu.

— E você trouxe segurança pra mim. Pela primeira vez.

E assim tem sido meus dias... nessa vida perfeita.

Acordei no horário, com Rafael ao meu lado. Saí do quarto correndo antes que Enzo viesse atrás de mim e pegasse o pai na minha cama.

Desci para o café e seguimos a rotina de sempre. Rafael como sempre antes de trabalhar me puxava para algum canto e me desejava bom dia depois de me deixar com as pernas mole só com seu beijo.

A noite, depois que Enzo dormiu, Rafael me levou para o escritório. Trancou a porta. Me sentou na mesa, subiu minha saia, me beijou como se o mundo fosse acabar.

— Estava morrendo de saudades... — falou descendo os beijos pelo meu pescoço, pelo colo, abrindo minha blusa botão por botão.

— Eu também... — sussurrei antes dele chegar aos meus seios, e suga-los com força, mordendo de leve, me fazendo gemer alto. As mãos dele desceram entre minhas pernas, dedos entrando devagar, curvando, me levando ao limite. Eu gozei tremendo, agarrada nele.

— Amor... quero você. — falei com desejo.

— Você vai ter, querida.

Ele falou antes de me virar de costas. Rafael me inclinou sobre a mesa, entrou em mim devagar, profundo. Estocadas lentas que viravam rápidas, possessivas. Eu gemia o nome dele, as mãos apertando a madeira. Ele gozou dentro de mim, segurando minha cintura com força, sussurrando no meu ouvido:

— Você é minha. Pra sempre.

Eu virei o rosto para beijá-lo, ofegante.

— E você é meu.

Ele me abraçou por trás, ainda dentro de mim.

— Eu nunca vou te deixar ir embora.

Eu sorri, o coração cheio.

— Espero que não.

— Não vou. — ele respondeu antes de me ajudar a se arrumar.

No dia seguinte, Rafael me chamou para o escritório de novo, dessa vez para conversar.

— Eu convidei sua mãe e sua irmã para almoçar aqui no domingo.

Eu pisquei, surpresa. Então foi por isso que ele pediu o contato delas, me disse que era só pra ter para uma emergência. Mas claro que não era isso.

— Você… o quê?

Ele sorriu, me puxando para o colo dele.

— Maria e Laís. Quero conhecê-las. Quero que elas vejam que você está bem. Que Enzo te ama. Que eu… cuido de você.

Eu hesitei.

— Mas… namoramos em segredo, lembra? Elas não podem saber ainda.

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