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Beijada pelo Chefe no Baile de Máscaras romance Capítulo 256

O salão ainda vibrava com aplausos quando as luzes se acenderam de vez.

Francine piscava rápido, como quem tenta confirmar que o que acabara de viver não era um sonho: flashes, gritos, jornalistas em êxtase, gente chorando.

Dorian ainda segurava a mão dela quando Chevalier surgiu, emocionado, batendo palmas enquanto os acompanhava até os bastidores.

— Mon Dieu, isso foi histórico! — exclamou o estilista, a voz embargada, os olhos brilhando de emoção.

Assim que atravessaram a cortina do backstage, o caos da passarela deu lugar a um turbilhão de aplausos mais íntimos.

Maquiadores, costureiras e modelos pararam o que estavam fazendo.

Alguns riram, outros choraram, mas todos aplaudiram.

Pascal, ao fundo, observava com o sorriso discreto e orgulhoso de quem sabia mais do que fingia.

Aproximou-se e cumprimentou Dorian com um aperto de mão firme.

— Parabéns, Villeneuve. Convencer Chevalier a aceitar essa proposta foi… uma façanha digna de manchete.

Dorian retribuiu o aperto.

— Você nos ajudou a criar o momento mais importante da nossa vida.

Chevalier, por sua vez, levantou uma taça que alguém lhe entregara.

— Mais importante da história da moda, você quer dizer! — disse, com o ar teatral que lhe era característico. — Já posso ver as capas: “Chevalier — amor com estilo”.

Francine soltou uma gargalhada, ainda atordoada com tudo.

— Se essa for mesmo a manchete, eu vou processar vocês dois.

A troca de roupas foi feita em instantes, mas Francine não teve tempo nem de assimilar o que estava acontecendo: do outro lado da cortina, já se ouvia o burburinho dos repórteres.

O barulho crescia: microfones, câmeras, flashes.

Até que a cortina se abriu e uma multidão avançou como uma onda.

— Francine! É verdade que o pedido foi surpresa?

— Dorian! Foi ideia sua ou da Maison Chevalier?

— Vocês vão casar em Paris?

O caos era absoluto.

Francine tentou responder a uma pergunta, mas outro repórter empurrou o microfone em sua direção.

As luzes piscavam, os flashes a cegavam.

Por um momento, em meio ao tumulto, ela quase perdeu o equilíbrio.

Então uma mão firme segurou a dela.

— Com licença — disse Dorian, a voz calma e autoritária cortando o tumulto como uma lâmina.

Ele passou o braço pelos ombros dela, abrindo caminho com tranquilidade e força.

Atrás deles, os seguranças formaram um corredor humano até o carro.

Quando as portas se fecharam, o barulho dos flashes ficou do lado de fora, abafado pelo silêncio confortável do interior.

Francine respirou fundo, encostando a cabeça no banco.

— Uau… me sinto dentro de um filme.

— Você é o filme — Dorian respondeu, ajeitando o paletó, o sorriso discreto.

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