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Beijada pelo Chefe no Baile de Máscaras romance Capítulo 294

Francine bateu a mão sobre o baralho da mesa com força dramática.

— GANHEI! EU GANHEI! — comemorou, erguendo os braços como se tivesse acabado de vencer um campeonato mundial.

Malu caiu na risada.

Cássio afundou no sofá, derrotado.

— Isso é injusto — reclamou, fingindo mágoa. — Eu escolheria o nome perfeito. Poético. De impacto.

— Cassinho não é nome de bebê, Cássio — Francine atirou, rindo alto.

— Cassiana também não — Dorian completou, seco, mas claramente aliviado por não ter sido ele a escolher nada.

Malu juntou as cartas.

— E você, Dorian? Ficou em último. Até eu fiquei surpresa.

Ele ajeitou o relógio no pulso e deu de ombros.

— Eu não perco tempo com jogos.

— Aham, claro — Francine cutucou — por isso perdeu.

Ele suspirou, mas o canto da boca entregava que estava se divertindo de verdade.

Francine se levantou e pegou a bolsa.

— Vamos, amor. O bebê precisa dormir, e a mamãe também.

Dorian a olhou como se ainda estivesse se acostumando com aquela frase. Seus olhos simplesmente… brilhavam.

Eles abraçaram Malu.

— Amanhã passo na mansão pra ajudar o cozinheiro novo — Malu disse. — Ele parece gente boa, mas pelo visto precisa urgentemente de um GPS pra achar o tempero certo.

— Por favor — Francine implorou. — Eu tô sobrevivendo, mas não sei mais quanto tempo aguento.

Dorian concordou com um aceno formal de CEO em reunião.

— Dramática. Mas com um fundo de verdade.

Eles se despediram também de Cássio, e saíram pelo corredor.

A porta fechou.

O apartamento ficou quieto.

Silencioso.

Cheio de tensão reprimida.

Cássio nem esperou cinco segundos.

Puxou Malu pela cintura com firmeza, o corpo colado no dela como se estivesse esperando aquele momento desde o elevador em Paris.

— De volta ao intervalo — murmurou contra os lábios dela.

Malu sorriu antes de ser capturada pelo beijo urgente, cheio de tudo o que eles não tinham conseguido terminar naquela tarde.

As mãos dele deslizaram pelas costas dela, puxando-a para mais perto.

Ela se entregou, levantando na ponta dos pés, segurando a nuca dele, sentindo o corpo inteiro esquentar imediatamente.

Ele a virou contra a parede, aprofundando o beijo.

E então...

TRRRRIM.

O celular vibrou na mesa de centro.

Uma vez.

Duas.

Três.

— Não. — Cássio reclamou, sem desgrudar a testa da dela. — Não. NÃO é possível.

Malu riu, ofegante, recusando-se a soltar a nuca dele.

— Atende. Vai que é importante.

— Nada importante acontece às… — ele pegou o celular — …1h14 da manhã.

Quando ele viu o nome, soltou um gemido de tortura.

— Ah, ótimo.

Malu arqueou a sobrancelha.

— Quem é?

— Minha desgraça em forma de ser humano — ele respondeu antes mesmo de atender. — Dizem por aí que é minha irmã.

Ele deslizou o dedo na tela.

— O que foi, Maya?

A expressão de Cássio mudou no mesmo segundo.

— Você fez o QUÊ??? — ele praticamente rugiu no telefone.

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