Bela Flor - Romance gay Capítulo vinte e sete

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"Yujin"

Estava mais uma vez caminhando para a sala do meu chefe.

Mas eu já esperava o pior.

Havia sido flagrado aos beijos com ele por um de meus colegas de trabalho, e mesmo que tenha acontecido somente porque ele havia me pedido por mais um beijo porque jurou daquela vez estar finalmente solteiro, eu ainda me sinto nervoso.

Meu medo maior é de ter cometido um erro, cedido aos meus desejos presos a ele e agora cair numa enrascada.

Adentro a sala de Noram, e o vejo sentado sobre a mesa. Minhas mãos soam, esperando o pior e uma possível demissão, mas tudo o que ele faz é esboçar um sorriso calmo.

ㅡ Feche a porta e sente-se. ㅡ pede.

Eu o obedeço, engolindo em seco, sentado à sua frente devagar.

Noram tem a camisa social branca que veste com os primeiros botões abertos, e isso me faz perder um pouco do foco.

Porra, eu tinha logo que me apaixonar por Kim Noram?!

ㅡ Sabe por que eu te chamei aqui, certo?

Eu assinto, desviando o olhar de sua pele à mostra.

ㅡ Por causa do que aconteceu no depósito.

ㅡ O Choi me viu aos beijos com você. ㅡ ele repete o que eu sei bem o que aconteceu, e se ergue, caminhando até minha frente, sentando naquela parte da mesa. ㅡ e você sabe o que isso significa?

ㅡ Que eu serei demitido.

Vejo Noram sorrir, mas ele nega e se aproxima mais quando se inclina para a frente.

ㅡ Claro que não. - ele estala a língua, negando e passando suas pernas por cima de mim. Fico nervoso ao observá-lo descer da mesa e sentar sobre meu colo sem pudor algum. ㅡ significa que não somos mais um segredo.

ㅡ Senhor Kim, eu...

Tento falar, mas ele me encara e me deixa desnorteado facilmente.

Estamos no escritório do restaurante, alguém pode facilmente entrar e nos flagrar, mas Noram me silencia ainda mais com sua boca, que chupa meu lábio inferior lentamente e o puxa entre os dentes.

ㅡ Não me chame por senhor.

ㅡ Estamos no trabalho.

ㅡ Eu sou o chefe, então te dou as ordens.

Suspiro, não aguentando o desejo de tocar sua cintura com minhas mãos.

ㅡ Eu quero você Yujin. ㅡ ele diz, dedilhando meu rosto com cuidado. ㅡ quero te ter hoje, e quero como meu homem.

ㅡ Mas... ㅡ sinto meu peito acelerar, e temo quando ele morde meu lábio outra vez. Seria loucura demais ouvir o homem o qual desejo há meses, falar isso assim, tão fácil. ㅡ E a sua esposa?

ㅡ Ela sabe sobre você Yujin, então não se preocupe.

ㅡ Sabe?

Ele assente, erguendo-se, deixando seu corpo visível para mim.

ㅡ Ela sabe que você me quer, assim como eu te quero.

ㅡ Mas como?

ㅡ Eu sou uma pessoa sincera, Kim. Na primeira vez em que te beijei depois daquela comemoração, não consegui mais te esquecer. Eu lhe contei sobre aquela traição, disse que te queria e que iria te ter. Meu corpo te anseia. ㅡ fala mordiscando o lábio e remexe-se sobre meu colo, mostrando que já carrega uma semi-ereção entre as pernas. ㅡ Ela sabe de você, porque eu falei. Eu não preciso fazê-la sofrer, até porque nosso casamento já estava no fim, mas fui sincero quando disse que não parava de pensar em você. Eu realmente não paro.

ㅡ Simples assim? ㅡ pergunto curioso.

ㅡ Não tão simples, mas o fato dela ficar com cinquenta por cento de tudo o que tenho a fez entender melhor. Vamos nos divorciar.

ㅡ Você é louco. ㅡ digo negando.

ㅡ Eu? ㅡ ele ri soprado, levando sua mão até a minha e a colocando sobre seu pau. ㅡ só se for louco por você. ㅡ fez-me apertar, gemendo baixo e me fazendo desejá-lo no mesmo instante. ㅡ eu estou louco para te foder, Yujin. E quero fazer isso sem impedições alheias, só eu e você.

ㅡ Não podemos. ㅡ falo suspirando, sentindo-o vir novamente para perto, passeando o nariz por meu pescoço.

ㅡ E porque não? ㅡ pergunta deixando um selar.

ㅡ Porque já vamos abrir. ㅡ digo fechando meus olhos e inclinando mais minha cabeça para trás, deixando-o fazer o que quiser.

Noram adentra os dedos em meus cabelos, puxando-os com força, e morde com desejo minha pele, para depois beijá-la novamente.

Eu sei que não posso, mas é demais para resistir. Minha mão passeia por seu pau, subindo e descendo, massageando-o e desejando-o. Mas o som de batidas na porta faz-me empurrá-lo rápido, tirando-o de cima de mim, e fazendo-o cobrir a ereção com a mão para olhar para quem entra.

ㅡ Papai?

Eu vejo Doyun adentrar a sala, correndo e sorrindo. Noram senta-se em sua mesa, escondendo a ereção por trás da mesa e coloca o filho sobre a madeira escura, sendo abraçado pelo pescoço.

ㅡ O que faz aqui há essa hora, pequeno? ㅡ Noram pergunta sorrindo.

Eu sorrio de sua cara sem jeito e vejo o modo em como o doce Doyun não entende sequer um tico do que estava acontecendo aqui.

Ainda bem.

ㅡ Tio Jin! ㅡ ele fala quando enfim me olha.

Doyun vem até mim, abraçando-me pelo pescoço e isso dá tempo para que Noram se endireite na cadeira, enfim respirando aliviado.

ㅡ Oi pequeno, quer comer um docinho?

ㅡ Eu não posso tio. ㅡ ele diz.

ㅡ E porque não?

ㅡ Porque eu não permito.

Eu ouço a voz feminina adentrar a sala. Doyun logo esboça um bico entristecido me olhando, encolhendo os ombros, e Noram suspira cansado.

ㅡ Deixe-o Doyun. O chef Kim tem muito trabalho a fazer aqui, não é? ㅡ a ex-esposa de Noram fala, olhando diretamente para mim.

ㅡ Sim ele tem, mas estava conversando com o meu chef em particular, sobre assuntos do meu restaurante, então o que quer?

ㅡ O cartão. ㅡ ela fala simples, sentando-se sobre a mesa, sorrindo com sarcasmo. ㅡ Aquele cartão.

Noram semicerra os olhos negando e bufa. Então ele abre a primeira de suas gavetas, e retira sua carteira de lá, buscando o cartão Black.

ㅡ Tome cuidado com os gastos, querida. ㅡ ele diz sendo sarcástico também, e eu apenas observo.

ㅡ Pode deixar. ㅡ ela busca o cartão, guardando-o em sua bolsa. ㅡ Gastarei bem a minha metade. Doyun, você vem com a mamãe?

O garoto demora a responder, mas assente, segurando rápido a mão que lhe é estendida, mas acena em despedida para mim e Noram.

ㅡ Tchau, papai.

ㅡ Te vejo amanhã, garotão. ㅡ Noram diz a ele, fazendo-o assentir. ㅡ vamos passar o dia todo juntos.

Eu observo tudo e sinto-me acuado. Não sei como reagir a nada, mas assim que vejo a porta ser fechada novamente, solto o ar que sequer notei que estava prendendo e me ergo.

ㅡ Onde estávamos? ㅡ Noram me questiona.

ㅡ Eu estava indo trabalhar. ㅡ falo, não dando mais tempo para ele. ㅡ E pense muito antes de fazer o que quer, vocês dois tem um filho juntos.

ㅡ E ele vai continuar sendo nosso filho, Yujin. Não vou abandonar Doyun, mas não vou viver mais um casamento infeliz.

Suspiro, assentindo fraco.

ㅡ Me chame se precisar, senhor Kim.

Com uma reverência, eu me despeço e saio rápido dali. Noram ainda me chama algumas vezes, mas eu finjo que não ouço e vou para a área dos funcionários.

A área na qual pertenço aqui.

[...]

Depois do horário de trabalho, Noram insistiu que precisávamos conversar mais, mas eu sabia que era só mais uma das suas desculpas.

Eu poderia simplesmente ir embora, fingir que me esqueci de seu pedido e de que precisava resolver algo urgente ou inventar qualquer outra coisa, mas a verdade é que, assim como ele estava me rondando, eu estava louco para beijá-lo novamente.

Foi difícil seguir meu trabalho e instruir todos os funcionários da cozinha depois da cena que passamos em seu escritório, foi difícil ainda mais se esquecer de seu pau duro sobre meus dedos.

Eu nunca havia chegado a tal nível com ele, o máximo foram beijos e apertos pelos cantos do restaurante, mas até com os toques de nossos lábios, sentíamos que queríamos ir além.

E cá estou eu, sentado sobre o banco que fica na parte detrás do restaurante, na área destinada para descansos dos funcionários, esperando o homem que falou com todas as letras que ansiava me foder.

E quando ele aparece, todo o meu corpo vibra. Noram sempre aparece vestido nas suas roupas sociais caretas e corretas que entregam sua fortuna e cordialidade, mas hoje não é isso que vejo.

Noram veste roupas escuras. Sua calça apertada marca as coxas fartas, e a jaqueta de couro marca os músculos dos braços. Em suas mãos ele carrega dois capacetes de moto, e sorri ao caminhar até a mim.

ㅡ Aqui. ㅡ estende um para mim. ㅡ desculpe-me se demorei.

Eu busco o objeto, sorrindo totalmente sem jeito para ele.

ㅡ O que quer fazer?

ㅡ Eu preciso mesmo te responder?

ㅡ Nós não iríamos conversar?

ㅡ E iremos. Mas em outro lugar.

Eu sorrio e o vejo se aproximar. Noram me prende contra a parede com um pouco mais de calma, mas segurando firme minha cintura, ele beija meus lábios no segundo seguinte. Eu me envolvo consigo, abraçando-o totalmente sem jeito, sentindo-o impulsionar a virilha sobre a minha, e não consigo conter o gemido baixo que me vem.

ㅡ Eu quero muito te ter, Yujin. ㅡ Noram fala baixo, apertando a minha boca com a sua.

ㅡ Será apenas por hoje. ㅡ digo, vendo-o se afastar para focar em meus olhos. ㅡ Se for só uma vez, tudo bem. Podemos ir.

Noram demora a sorrir, mas me beija outra vez, me soltando em seguida.

Caminhamos juntos até a garagem do restaurante e na vaga destinada para si, eu vejo a moto logo ao lado de seus carros.

ㅡ Você sabe mesmo pilotar isso, não é?

ㅡ Até de olhos fechados.

Sorri não acreditando muito no que ele havia dito, mas fui levado pelo fogo que era aquele homem sobre a moto, e então pus rápido o capacete e subi na garupa, agarrando-me forte a sua cintura.

ㅡ Tenho três sugestões. ㅡ ele diz, acelerando e fazendo o vento bater forte contra nós dois.

ㅡ Quais? ㅡ questiono, apertando-o.

ㅡ Podemos ir a um restaurante, mas a julgar que acabamos de sair de um, talvez às duas a seguir sejam mais interessantes.

ㅡ Estou ouvindo. ㅡ digo sorrindo.

ㅡ Podemos ir para minha casa, jantamos ou tomamos um vinho, e deixamos com que as coisas nos leve.

ㅡ Ou...?

ㅡ Ou... Assumimos que estamos loucos para fodermos e vamos para um hotel. Eu peço a suíte principal, tomamos um banho de banheira juntos e terminamos fazendo um sexo gostoso.

Eu sorrio encostando minha cabeça sobre as costas dele e apenas o ouço sorrir, aguardando calmamente minha resposta.

ㅡ Tudo bem. ㅡ falo, encostando minha cabeça em suas costas. ㅡ Podemos fazer tudo o que você disse na opção três estando no local da opção dois?

ㅡ Quer ir para minha casa?

ㅡ Me sentiria mais confortável... É que em hotéis podem nos fotografar, entende?

ㅡ Quer se esconder? ㅡ pergunta parando em um sinal vermelho, atrevendo-se a me olhar sobre o ombro.

ㅡ É melhor, não quero que criem boatos agora.

Noram assente, voltando a acelerar e seguindo para a parte mais privada de Seul.

Não demora até que estejamos estacionados em frente a sua casa, e que eu esteja completamente perdido com o lugar deslumbrante que é a construção.

Há árvores para todos os lados, mas a arquitetura moderna da fachada preta deixa tudo ainda mais encantador.

ㅡ Podemos entrar? ㅡ ele pergunta baixo apoiando a mão em minha cintura, buscando o capacete que ainda seguro.

Eu assinto ainda sem jeito, mas vejo-o deixar o objeto junto à moto, entrelaçando seus dedos aos meus, para assim me guiar para dentro.

Ainda continuo acuado, mas sigo com Noram até a sala principal. Ele deixa a jaqueta sobre um de seus sofás e segue para a cozinha.

ㅡ Não tem ninguém aqui?

ㅡ Não nesse horário. ㅡ fala, abrindo a adega de vinhos ㅡ Você tem preferencia do que irá beber?

ㅡ Na verdade, não. ㅡ respondo encostando-me sobre o mármore da ilha.

Ele assente, indo até um dos armários para buscar as taças.

ㅡ Quer comer algo?

ㅡ Não...

ㅡ Não? ㅡ me olha, deixando as taças sobre o mármore, enchendo-as. ㅡ mesmo?

- Sim.

Noram ergue uma taça a mim, então a busco, bebendo um pouco do líquido.

O vinho escolhido por si, é leve, doce e com um aroma delicioso, mas Noram me encara de uma forma tão profunda que engulo o restante do líquido com força, me sentindo nervoso.

ㅡ Precisa tomar com calma, ou ficará bêbado.

Assinto, colocando a taça seca sobre a ilha, mas Noram começa a se aproximar e minha respiração se atrapalha completamente.

A verdade é que eu estou queimando em desejo por ele, e a camisa fina que ele usa não ajuda em nada.

Quando seu corpo para a frente do meu, eu recuo de imediato, amedrontado.

ㅡ Está com medo de mim? ㅡ ele pergunta sério, baixo, fazendo-me arrepiar.

Eu nego, novamente engolindo em seco.

ㅡ Só estou louco demais para te sentir, e isso sim, me dá medo.

ㅡ Não precisa ter medo, Yujin, estamos sós, somos livres.

Suspiro quando seu toque chega a mim, pousando sobre meu rosto. Meus olhos vão até os de Noram, e encontram algo que jamais encontrei em outro.

Mas algo ainda totalmente indecifrável para mim.

Os lábios de Noram pousam como pluma aos meus, fazendo-me fechar os olhos quando os sinto pressionar. Meu coração acelera ainda mais, mas o toque calmo me leva para outra dimensão, fazendo-me segurá-lo firmemente pela camisa.

Noram intensifica o toque, levando impulso aos nossos corpos, e eu o puxo ainda mais.

O beijo se torna ofegante, acabando com qualquer timidez, e ele toma como liberdade quando me segura firme pela cintura.

mãos abraçam-no pelo pescoço enquanto nossos corpos conversam, e tudo parece pegar fogo em segundos, fazendo com que nada mais importe.

Noram afasta a taça que eu havia colocado sobre o mármore e ainda sem interromper o beijo, ele me ergue pela cintura, sentando-me sobre a ilha.

Ofego quando o sinto fazer aquilo, mas o aperto ainda mais, puxando os fios curtos de sua nuca, sentindo-me perder o controle.

ㅡ O que me diz de pularmos algumas etapas do combinado?

Eu ouço Noram me perguntar ainda ofegante, e assinto, mandando para o ar qualquer negação.

Noram então passa minhas pernas por sua cintura, fazendo-me prendê-las ali quando impulsiona meu corpo para cima, me segurando firme, caminhando daquele modo.

ainda o beijo, bagunçando seus cabelos, e o sinto me apoiar contra a parede, apertando meu corpo quando abre uma das portas.

sorriso nasce em meus lábios quando meu corpo é deixado com cuidado sobre o colchão macio, mas não dura tanto, já que Noram é rápido em retirar a própria camisa, rompendo alguns botões para se debruçar sobre

Nunca havia tocado sua pele desnuda e respiro fundo quando meus dedos passeiam por seu peito forte e pousam sobre seu abdômen que mesmo não definido por completo, é muito atraente.

Noram leva a mão até minha calça, abrindo-a e eu até o ajudo a tirar, erguendo meu corpo para que assim a calça saia com mais facilidade.

Nunca tive vergonha do meu corpo, principalmente quando jovem, mas com Noram tudo parece tão novo que meus olhos vão até sua mão que seguram a barra de minha camisa.

Sentando-me sobre a cama, eu o vejo erguê-la, retirando-a com calma, beijando minha pele quando o faz.

Os beijos calmos e quentes são sem rumos, mas me fazem ofegar quando são direcionados ao meu

meu corpo sobre o colchão, deitando-o para permitir que Noram o tenha para si.

As mãos grandes cobrem parcialmente minha cintura outra vez, e a boca me marca de forma cautelosa. Gemo arrastando meu corpo para perto do seu quando sua boca alcança meu mamilo e faço com que nossas ereções se toquem.

Noram mordisca meu mamilo quando sente aquilo, e geme arrastado comigo, erguendo mais meu corpo para aliviar outra vez sua ereção ao ondular o corpo pelo meu.

Sou rápido em juntar meus dedos novamente aos fios dele e puxá-lo para um beijo.

Como antes, não há espaço para calma. Eu apenas o beijo afoito e o sinto subir por completo em mim, descendo a mão por meu corpo até tocar minha ereção.

Ele a aperta, mas adentra minha cueca sem cerimônias, tocando-me sem nada para impedir.

Ele inicia o movimento com a mão, e tudo o que eu faço é gemer mais.

Não aguento como meu corpo o responde, mas anseio por mais a cada segundo.

Ele retira meu pau junto a sua mão e masturba-o rápido, espalhando o pré-gozo que o molha, rodeando a glande e afundando o polegar na fenda.

Eu puxo mais seus cabelos, mordendo seu lábio com força, e desço uma de minhas mãos também por seu corpo, buscando sua calça para abri-la e infiltrar minha mão, assim masturbando seu pau também.

Um sorriso me escapa quando vejo meu chefe tão entregue a mim ou ao meu toque, mas ele me encara e desta vez me sinto inebriado e apenas o retiro assim como ele fez comigo, dando-lhe espaço para juntar sua mão a minha, masturbando-nos juntos.

Noram beija minha boca quando a abro para gemer. Sua mão sobe ligeiramente e desce nos apertando, juntando nossas sensações e prazeres, fazendo o som

ㅡ Você tem preservativo? ㅡ pergunto com dificuldade.

Noram ainda me morde e intercala beijos, mas larga nossos paus por um segundo, apenas para buscar na gaveta

Você já pensava em foder? ㅡ pergunto sorrindo, vendo-o ficar sobre os joelhos.

Pensava em te foder. ㅡ responde descendo sua calça, para retirá-la por completo. ㅡ então sim, eu deixei algumas espalhadas por aí.

Por aí? ㅡ rio, negando. ㅡ Um homem bem precavido. ㅡ digo mordiscando o lábio, vendo-o dedilhar o elástico da cueca que veste.

ㅡ Você gosta de usar lubrificante? ㅡ pergunta tranquilo, novamente abrindo a gaveta de antes.

Gosto de muitas coisas, Noram. E uma delas é conseguir andar no dia sem muita dor no dia seguinte.

ri descontraído buscando o tubo transparente de lubrificante, deixando-o ao lado de meu corpo, e então se ergue apenas para descer a cueca.

Tudo sem desviar o olhar do

Eu me esguio até o centro da cama e salivo quando vejo seu pau pular completamente.

Minhas mãos vão até a barra de minha própria cueca, retirando-a enquanto Noram se

Sua mão faz os movimentos calmos, mas eu jogo a última peça de tecido que me cobria para o lado, vendo-o sorrir e se aproximar.

recebo Noram entre minhas pernas, sentindo novamente sua ereção bater na minha, volto-o a beijá-lo.

Noram não demora no beijo, ele parece estar tão sem controle como eu mesmo estou, então busca o lubrificante e derrama por dois dedos, passeando-os por mim até chegar na minha entrada e lambuzar-lá também.

Suspiro ao sentir o líquido gelado, mas não ouso desviar meus olhos dele, vendo como mesmo claramente excitado, Noram tem calma e atenção.

Já... Faz um tempo que não faço algo assim. ㅡ rodeando os dedos e me olhando, ele confessa. ㅡ sabe... Com um homem.

É só ir com carinho... ㅡ mordo meu lábio, sentindo-o empurrar seus dedos.

Noram intercala o olhar de seus dedos para meus olhos e devagar adentra apenas um.

Meu corpo vibra ao senti-lo, e mesmo com a dor inevitável, o prazer vem devagar, junto aos movimentos circulares e de penetração que ele faz.

Meus olhos tendem a fechar, mas eu reluto e encaro-o, vendo o deleite em sua face enquanto eu me desfaço em seu toque.

Noram retira seu dedo, sinto meu corpo pulsar, o implorando de volta, suas mãos massageiam minha carne da bunda, observando cada sinal.

ㅡ Você é completamente lindo, Yujin.

Eu sorrio mordiscando meu lábio.

ㅡ Eu sei disso.

Noram sorri para mim, mas suas mãos passam por minhas coxas e sobe pela lateral do meu corpo. Eu não entendo o porquê, mas sinto Noram firmar os dedos em minha cintura, afastando-se minimamente para então me virar

Eu solto um gritinho levado totalmente à surpresa do ato, mas sinto-o apertar minha bunda outra vez agora para cima, passando seu pau lambuzado por entre minhas nádegas.

Novamente sinto-o apertar minha carne, mas somente com uma de suas mãos. Com a livre Noram volta a buscar o lubrificante e derrama sem se importar sobre mim, melando-me e facilitando-o.

dedo volta a tocar minha entrada, mas agora há outro consigo. Ele volta a me penetrar com calma, ainda mais devagar, e eu sinto o queimor que logo se estende por minhas paredes, mas sei que logo passará, então me concentro nos movimentos que ele inicia e no seu beijo, que volta a me pertencer sobre a

Abrindo um pouco minhas pernas, passo a empinar cada vez mais para Noram, não conseguindo me conter, querendo mais dele.

Sinto vontade de arranhar-lhe nas costas, nuca e braços, de cavalgar em seu cacete e gemer seu nome sem pudor, mas tudo o que minhas unhas puderam marcar foi os lençóis, onde ambas apertaram com firmeza.

Atrevo-me a olhar por cima dos ombros e mesmo que não completamente límpida, a visão que tenho é totalmente pecaminosa.

Seus dedos se tornam cada vez mais ligeiros, gerando a necessidade de querê-lo por completo em mim, indo fundo e forte.

ㅡ Eu quero você. ㅡ digo.

Ele ainda sustenta o mesmo sorriso, o que o torna um completo cafajeste me tendo literalmente em suas mãos, indo cada vez mais fundo em mim.

Por favor... ㅡ torno a choramingar.

se inclina para me beijar mais e morde meu lábio. Sua mão busca apoio ao lado da minha cabeça, enquanto a outra sai lentamente, fazendo-me pulsar ainda mais.

ㅡ Quer permanecer nessa posição? ㅡ ele pergunta.

assinto, olhando-o de perto, e como um gato carente, ronrono quando minha bochecha bate contra a sua.

ㅡ Avise-me se doer muito.

Respiro fundo, aliviando os músculos do meu corpo, e ouço Noram rasgar o pacote do preservativo e encaixá-lo em si, usando apenas uma das mãos.

Aguardo seu toque e quando ele vem frio e lambuzado mais uma vez com lubrificante, meu olhos se fecham por finalmente me dar conta de que estou fodendo com o homem que gosto.

que almejo tocar o corpo há meses, que desejei a

distrai um pouco para quebrar a tensão mordendo meu ombro e deixando beijos estalados e molhados por minhas costas, mas quando torna a adentrar meu interior, agora do modo em como desejávamos, meus olhos lacrimejam se apertando mais, sentindo o ardor

Para um pouco. ㅡ peço suspirando, e no mesmo instante ele

minutos daquele modo, acostumando-me com tudo nele, e somente quando assenti, dando-lhe a certeza de que podia continuar, pois a dor já era menor, que o sentir continuar a

que ele enfim esteja totalmente dentro de mim, e quando ele enfim o faz, seus beijos tornam para minha nuca, me tranquilizando e me fazendo sentir após meses, alguém

os movimentos de forma leve, sem pressa, e suspira a cada vez que

é tão apertado... ㅡ Ele sussurra, dando-me impulso para empinar mais o

continua assim. ㅡ respondo falho, sentindo minha garganta secar. ㅡ

aumentando gradualmente. E quando o som de nossas pele se chocando é o que preenche o ambiente, eu ainda ouço-o dizer de forma gutural e

não vou aguentar muito. Sinto

a olhar para Noram por cima de meu ombro e aproveito seu corpo totalmente sobre o meu para

rebolo meu quadril, ajudando-o a foder e ir mais fundo, e quando nossas peles começam a se encontrarem mais, fazendo o som rotineiro tornar-se ainda mais alto, toda a aura do lugar parece

pôs-se novamente de joelhos e segurou minha cintura, tomando o controle ao me puxar para ficar de quatro

rosto no colchão e me deixo aproveitar as estocadas mais

a necessidade de gozar já dá sinais tão cedo, e choramingo quando Noram estoca tão forte que meu corpo cai para a frente, mas suas mãos me

havia meses que eu não era tão bem preenchido por alguém como ele, mas os movimentos e toques sempre parecem únicos, o que me fazem se perder com a

continua a estocar forte. Ele me acerta em meu ponto prazeroso e eu clamo por mais, empinando minha bunda no máximo, deixando-o que me coma como quer, me entregando ao prazer que

apertar os dedos em minha cintura e contraio em torno de seu caralho, mostrando-lhe como meu corpo reage a si, e dando-lhe o impulso necessário para ir

do meu corpo já se mistura com o dele quando pinga em minha lombar. Mas ele me derruba na cama, colando seu peito nas minhas costas. Meu ouvido é o palco de seus sussurros mais impróprios e gemidos perdidos, acertando-me vez atrás de vez, fazendo-me derramar-se sobre os lençóis ao chegar ao meu ápice sem sequer controlar mais, para logo em seguida senti-lo jorrar sobre o preservativo, pulsando dentro de

o impulso de rebolar sobre seu pau, buscando mais prazer, mas quando sinto enfim meu corpo relaxar, respiro fundo em busca de ar para meus

também respira atrapalhado, mas se ergue para sair de dentro de mim, retirando a camisinha para amarrá-la e colocá-la ao lado, caindo com força ao meu lado

o modo em como seu peito sobe e desce e como seu rosto e todo o

é um completo pecado, isso é fato para todos que veem, mas jamais imaginei que teria tal visão privilegiada quando ele sorri ao ter me fodido da forma mais suja e prazerosa que

o rosto para mim, ainda sorrindo doce, de forma que suas covinhas se tornem aparentes e que eu fique ainda mais rendido

ㅡ Você gostou? ㅡ ele pergunta.

de sua pergunta genérica, mas assinto, arrastando-me para perto de seu

ㅡ Foi delicioso. ㅡ respondo baixo.

toca meu rosto, dedilhando-o e volta a buscar minha boca para me beijar

com o modo em como ele faz, mas me ergo, sentando-me sobre

ㅡ Onde é o banheiro?

Naquela porta. ㅡ aponta. ㅡ quer tomar

ㅡ Adoraria.

encher a banheira para nós

ainda parece morto demais para reagir, mas quando enfim fica de pé, vejo-o em sua forma natural outra

demora para que sua banheira encha e fique

perdemos aos beijos, trocando carícias em meio à espuma que ele teimou em usar na água. Mas o clima rapidamente retorna, bastando pouco para que nossos corpos nus se juntem e que uma troca de olhares seja feita antes de começarmos a nos entregar

[...]

dia seguinte, não pude ficar e tomar café da manhã com Noram. Já havia sido loucura demais ter fodido a noite toda com meu chefe e no fim ainda dormir agarrado como namorados, então deixar um bilhete enquanto fujo nas pontas dos pés foi o melhor a

clara do novo dia me faz se perder e ainda tentar me acostumar, mas é quando olho através das árvores ao redor que vejo paparazzi por ali, tirando fotos minhas na casa

olhos e volto para casa. Meu coração acelera, não tinha como saberem que eu estava

se deveria acordar Noram, e depois de muita reluta, cedo e o acordo, ouvindo-o manhoso antes de enfim abrir os

dia. ㅡ ele diz com um sorriso. Mas me sento sobre a cama e o vejo notar meu semblante, também sentando-se ali. ㅡ O

Eu, hm... ia fugir da sua casa antes que você

ㅡ Porque faria isso?

nunca fiquei com um cara no

ㅡ Mas eu sou diferente, Yujin.

Ele toca meus cabelos, mas nego.

ㅡ Tem paparazzis lá fora.

atenta e arregala os

ㅡ Eles te viram?

bufar e se erguer rápido. Sem falar nada, Noram veste uma calça qualquer e caminha por

ㅡ O que fará?

ㅡ Vou parar esses urubus.

sigo para fora de casa, mas tento me esconder quando vejo mais paparazzis aparecerem. Noram caminha tranquilamente até eles e um até tenta correr, mas um dos seguranças do condomínio o segura firme e intimida

dê a câmera. ㅡ ele ordena, erguendo a

não pode tocar no meu material de trabalho, eu posso

eu posso te fazer ser demitido, então é melhor que me

tenta relutar, mas mais seguranças aparecem e um deles toma a câmera do fotógrafo, entregando-a

você já tiver enviado qualquer uma dessas fotos para a revista na qual trabalha, você

e apaga todas as fotos, entregando de volta ao homem quando desliga o

se eu vir qualquer um desses urubus rondando a minha casa, tenham certeza que vocês também serão demitidos. ㅡ ele ameaça os seguranças. ㅡ Essa porcaria é um condomínio particular, onde está

homens se desculpam e levam os paparazzis

estou escondido, mas vejo Noram retornar e ele não parece nada

que levarei bronca, mas ao contrário disso, ele fecha a porta e vem até mim, segurando meu rosto e se desculpando

Está tudo bem. ㅡ digo,

beija meus lábios e suspira ao se erguer e

tomar café da manhã? Hoje a moça que trabalha aqui está de folga, então posso te oferecer torradas e