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Bilionário, Vamos Nos Divorciar romance Capítulo 15

O celular dele iluminou e a chamada de Bella entrou novamente. A mão dele saiu do meu ombro enquanto ele imediatamente atendia a chamada, e isso foi meu sinal para sair.

Saí do carro. Através do espelho do carro que estava abaixado, vi ele prender o celular entre a orelha e o ombro enquanto inseria a chave na ignição.

Poucos segundos depois, ele deixou o celular cair e se virou para mim, as mãos dele já seguravam o volante, prontas para acelerar em direção à amante dele.

— Neste domingo é o aniversário do seu pai. Espere por mim em casa, vamos sair juntos! — Ele terminou. Então, ajustou o espelho e saiu em alta velocidade.

Eu assisti com irritação, aborrecimento e nojo enquanto o carro dele desaparecia rapidamente na escuridão da noite.

— Vai embora, seu idiota! — Eu me encolhi quando o grito de Grace ecoou de repente na noite. Não consegui impedir o sorriso que surgiu em meus lábios enquanto ela se aproximava e xingava a ele.

— Seu nojento! Vá embora daqui. Vá para a cama da sua amante! — Grace gritou na noite. Mas o carro de Mark era apenas uma pequena luz no final do túnel.

— Relaxa, garota, — Eu ri e balancei a cabeça, — Ele definitivamente não vai te ouvir.

— Vai sim. — Ela murmurou, e se virou para mim, a preocupação encheu os olhos dela. — Você está bem?

Eu ri, — E porquê eu não estaria?

— Não se deixe enganar pelas palavras doces dele, tá? Ele só vai partir seu coração.

Eu ri, — Ele não usa palavras doces. — Lembrei-me de como ele ficou amolecido quando estava falando com Bella. — Pelo menos não comigo. — Eu acrescentei. — Então você não precisa ficar toda sentimental. Não tem como ele partir meu coração com seus sorrisos sarcásticos e gritos dele.

— Então ele deve mesmo continuar a sorrir sarcástico.

Nós duas rimos. Ela colocou os braços no meu ombro e nós duas voltamos em direção à entrada do bar.

Grace suspirou ao meu lado, a respiração quente dela me fez cócegas suavemente na orelha. — É uma pena que não conseguimos ver aquele lindo italiano novamente.

— Hmm... — Eu murmurei.

Então ela exclamou, com um tom esperançoso. — Mas não importa. Eu perguntei ao barman sobre ele e ele disse que o cara é o dono deste bar, então definitivamente o veremos se frequentarmos aqui.

— Amiga. — Ela exclamou alto e me deu um leve tapa no ombro. Eu me balancei para trás um pouco, sorrindo. — Como você conseguiu isso?

É, como eu havia conseguido aquilo? Não, a pergunta deveria ser 'como ele havia conseguido?

Eu dei de ombros, meus lábios se curvaram com um sorriso presunçoso.

— Eu subestimei você, garota. Você ainda tem os seus truques, hein? — Ela levantou as sobrancelhas. — Conseguindo fisgar um cara tão bonito tão rápido assim?!

Eu ri enquanto ela colocava o braço de volta no meu ombro e nos puxava em direção ao bar.

— Agora vamos ver se o seu 'pescado' ainda está lá dentro.

Meus passos estavam hesitantes. Grace estava tão animada porque ela não sabia o que eu sabia. Eu me perguntei, enquanto voltávamos para dentro, se deveria contar a Grace o que aconteceu na primeira vez que conheci Luigi. Como ele pressionou a arma nas minhas costas e me fez cuidar de seu ferimento, mas decidi não falar nada.

Embora eu tivesse feito uma anotação mental para sempre ficar em alerta. Por mim e por Grace. Ele poderia parecer um cara comum que possuía um bar em desenvolvimento, mas ele era muito mais que apenas aquilo. Um dono de bar comum não teria um ferimento de bala nem entraria nas casas das pessoas e assustando elas com arma.

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