Casada por acidente com o CEO romance Capítulo 8

Luana Davis

Aquilo tudo estava muito confuso! Sério mesmo que ele pensou que eu me mataria? Eu jamais faria isso só estou preocupada com meu celular que acabei de perder, e da droga toda que está na minha vida mergulhada nesse mar de incertezas e decepções, ao qual eu vim encontrar justo aqui não Cruzeiro onde eu esperava resolver a minha vida.

Igor já estava em pé, tentando me tirar do chão, mas eu ainda me perguntava muitas coisas...

— O que foi? — perguntou ele.

— Eu queria que tudo isso fosse uma mentira, e não fosse nada real! Queria que o Hélio se arrependesse, a gente estava tão bem juntos, será que ele não se culpa nem um pouco? — comentei com o olhar para baixo.

— Por que você é tão estúpida? As pessoas que fazem coisas assim, não se sentem culpadas! Eles fizeram as coisas erradas. Como eles podem sair e dizer essas coisas sem se arrependerem? — ele falou, parecendo bem irritado, então desconfiei que se tratava da sua namorada, e perguntei:

— A sua namorada o entendeu mal? Eu posso conversar com ela, e explicar direito as coisas, certamente ela vai entender! — comentei, mas ele terminou de me puxar do chão e disse:

— Esqueça eles! Esta é a nossa vida! Eles não são tudo! Hoje, devemos fazer algo por nós mesmos, e não mais por eles, você não acha?

— perguntou ele, me surpreendendo! Eu realmente não esperava uma coisa como esta vindo dele!

— Tu… do bem! — falei devagar, pois ele praticamente gritava na frente de todos, mas eu sei que ele está certo. — você tem razão! — falei agora mais firme.

— Então vamos! Vamos começar num salão de beleza que vi aqui! — ele falou, e arregalei os olhos, nenhum homem além do meu pai, me levou a um salão de beleza.

— Você tem certeza? Já sabe que estou mais dura que defunto horas depois da morte, não sabe? — brinquei e ele riu, acho que não se aguentou, mas logo em seguida se recompôs...

— Não fale mais essa bobeira! Está proibida! Se eu estou levando, é tudo por minha conta! É um presente, e presente não se rejeita, nunca ouviu falar? — disse o Igor, e levou a sua mão até a minha, e eu a segurei.

Fomos caminhando, e chegamos ao salão de beleza do navio, e era puro luxo aquilo! Eu teria que trabalhar a vida toda para pagar um tratamento aqui, e isso era certo!

Logo que entramos, vários funcionários se aproximaram, e pelo tratamento VIP, vejo que conhecem o Igor.

— Bom dia, senhor Smith! Como podemos ajudar? — perguntou uma delas.

— Quero que deixem essa mulher ainda mais linda do que já é, e já aviso que não será uma tarefa fácil, pois a Luana já tem uma beleza natural! — falou sorridente, e me senti a Júlia Roberts do filme: Uma linda mulher!

Fiquei encantada com o tratamento, várias pessoas se aproximaram e me levaram para um lavatório, fizeram um bom tratamento no meu cabelo, enquanto outras duas pegaram as minhas unhas dos pés e das mãos, e eu fiquei sentada esperando elas trabalharem... depois de um tempo meu cabelo foi seco, e elas começaram a fazer algumas mechas claras nele me deixando quase loira, isso levou horas, e eu até comi dentro do salão de beleza, com o Igor.

As minhas unhas foram pintadas de vermelho com os detalhes leves em dourado, e os pés, um nude simples. Depois de pronto eles ainda cortaram e escovaram o meu cabelo, e um maquiador, cuidou da minha pele, fazendo uma maquiagem, e eu só pude ver quando terminou... mas o que mais me surpreendeu foi o semblante do Igor quando me viu, ele estava com o queixo caído.

— Ual! — arregalou os olhos. — vocês são incríveis! Fizeram um excelente trabalho! Ela ficou ainda mais linda! — ele falou, e dei uma volta na cadeira me olhando de perto, então ele me alcançou os óculos quebrados, e pude enxergar melhor, e realmente... nem parecia eu mesma que estava ali, parecia uma outra pessoa.

Eu estava a cara da riqueza, mas ele me chamou, que ainda não havíamos terminado, e eu fiquei curiosa, “o que ele estaria aprontando?“ Pensei, mas segui com ele.

Entramos em uma loja de roupas, e agora quem ficou de queixo caído fui eu! Era uma loja exclusiva da “Dior”, marca caríssima.

— Caramba! Estamos em uma exclusiva da Dior? — falei quase dando pulinhos, como eu fazia com o meu pai quando ganhava algodão doce aos meus cinco anos.

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