“Ettore Bianchi”
O beijo dela tem gosto de memória, mas o corpo… o corpo é pura urgência.
Minha mulher me puxa para mais perto, como se quisesse me devorar.
Minhas mãos encontram sua cintura, apertando-a com força enquanto a empurro contra a parede. Ela geme baixinho quando nossas línguas se encontram, e o som vai direto para o meu pau.
— Porra, Liz — murmuro contra sua boca, mordendo seu lábio inferior. — Você não faz ideia do quanto eu precisava disso depois de todo o estresse.
— Então mostra — ela sussurra, arranhando minha nuca. — Me mostra o quanto me quer.
Não preciso ouvir duas vezes.
Agarro a barra da blusa dela e puxo por cima da cabeça, jogando no chão sem cerimônia. Ela faz o mesmo com minha camisa, os botões voando por todos os lados.
— Você não vai precisar disso — ela ri quando um botão b**e na janela.
— Só preciso de você agora — respondo, descendo os lábios para o pescoço dela.
Suas mãos deslizam pelo meu peito, arranhando de leve, me fazendo gemer. Quando chegam ao meu cinto, não hesitam. Abrem, puxam, libertam.
— Alguém está com pressa — provoco, mesmo ofegante.
— Você não imagina o quanto — ela responde, já abrindo minha calça. — Você é oficialmente meu agora, Ettore Bianchi.
— E você sempre foi… — pauso quando a mão dela envolve meu pau por cima da cueca, arrancando um gemido baixo de mim. — Caralho…
— Senti falta — ela sussurra, mordendo meu lábio. — De você. Por inteiro.
Ela volta a me beijar, me levando ao limite. Num movimento rápido, a viro de costas, pressionando-a contra a parede.
Minhas mãos sobem pelas costas dela até o fecho do sutiã, que em segundos está no chão.
— Ettore — ela geme quando minhas mãos envolvem seus seios por trás.
— Adoro seus gemidos — murmuro no ouvido dela, apertando os mamilos entre os dedos.
Ela empina a bunda contra mim, levando embora qualquer calma que eu ainda pudesse ter. Abro sua calça com pressa, puxando tudo para baixo com a calcinha.
— Porra — solto quando vejo minha mulher completamente nua na minha frente. — Você é perfeita.
— Para de falar. Preciso de você — ela ordena, se virando para me encarar com os olhos escuros de desejo.
Essa mulher decidiu me matar hoje?
Tiro o resto das roupas numa velocidade recorde e a puxo para mim. Nossas bocas se encontram num beijo faminto enquanto caminhamos, cambaleando em direção ao quarto.
Quando chegamos à cama, a deito suavemente no colchão.
— Como na primeira vez — murmuro, a acomodando sob mim.
— Sim… mas dessa vez você não precisa ter cuidado — ela provoca, me puxando com força.
— Não tenho a menor intenção de ser cuidadoso — respondo, me posicionando entre suas pernas.
Liz morde o lábio, sorrindo maliciosamente antes de entrelaçar as pernas na minha cintura e diminuir de vez qualquer distância.
Entendendo a urgência, entro nela de uma vez, e nós dois gememos alto. Ela está apertada, quente, perfeita.

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