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DE REPENTE 30 e o presente foi um filho para o meu chefe. romance Capítulo 56

Sai de lá, indo até Olívia.

Eu sei que tinha muitas coisas para serem resolvidas, mas confesso que, de alguma forma, ir até lá para vê-la era minha prioridade.

Entrei no quarto onde ela estava e me sentei ao lado dela a segurando na mão.

—Você aparenta estar calma, mas tenho certeza de que se estivesse acordada, estaríamos brigando. – Resmunguei soltando um suspiro pesado.

De repente a porta foi aberta me pegando de surpresa. Era Heitor!

Me levantei e o olhei assustado o vendo se aproximar até mim com passos pesados.

—Deixe-a e vem comigo! – Disse ele com um tom de arrogância, me deixando confuso.

O vi sair do quarto e então, soltei a mão de Olívia o acompanhando em seguida.

Assim que sai do quarto, ne ao menos tive tempo de perguntar o que ele queria; logo recebi um murro na boca.

—Você disse que cuidaria dela assim que pedi! – Disse ele com raiva e também não era por menos. Eu teria feito o mesmo.

Soltei um riso nasalado e toquei meus lábios, encarando os traços de sangue na ponta dos meus dedos.

—Você está sorrindo? Como consegue? – Perguntou ele me agarrando pelo colarinho da roupa.

—Por que está se metendo? – Perguntei o encarando fixamente. Os olhos dele transmitiam o ódio e a fúria que ele estava sentindo por mim.

Foi então que, Heitor me sacudiu e me soltou em seguida.

—Acha que não sei o que está fazendo? Te vi com aquela mulher loira no qual Olívia morre de raiva! – Disse ele me deixando confuso. Até ele sabia disso e eu não.

Ele então, se aproximou de mim e me enfrentou.

—Isso tudo é culpa sua!

—Eu sei! – Gritei de volta o empurrando. —Acha que não me culpo por isso? Acha mesmo que eu queria ver a mulher que gosto, desacordada em uma cama?

—Acho! – Disse ele com raiva. —Se realmente gostasse dela, teria ao menos esperado para i para a cama com outra. Em pensar que ela gosta de você e você não a merece, e dá vontade de quebrar a sua cara.

—Quebre! – Falei indo para cima dele. —Eu sei que estou merecendo, mas não dormi com ninguém além de Olívia!

—Acha mesmo que acredito nesse papo barato? – Perguntou o homem, soltando um riso sarcástico. — Estou de olho em você, eu vejo as coisas.

—O que você é dá Olívia para me cobrar alguma atitude? Irmão? Amante? – Falei entre dentes e dessa vez, foi eu quem o puxou pela camisa. —Me diz? Quem pensa que é?

—Eu a amo! – Disse Heitor me pegando de surpresa. Ele então, tirou minhas mãos dele e deu um passo para trás, me fitando com raiva. —Eu a amo, mesmo sabendo que não é a mim com quem ela quer passar o resto da vida. E ainda assim, quero cuidar dela e exterminar quem ousar machucar ela e Aron.

Se passaram seis delas e Olívia parecia ainda sem reação. A única coisa que me deixava aliviado era o fato de terem contido a hemorragia dela sem uma intervenção cirúrgica.

Olívia jamais me perdoaria se resistisse a uma cirurgia na cabeça e ficasse com marcas. Fora que, poderia haver várias sequelas.

Enquanto ela ainda estava adormecida, Heitor estava de olho em mim e na minha vida dupla. Durante o dia, eu era completamente focado no trabalho e em Sabrina. Não era fácil, mas fingir que estava interessado nela me fazia sentir cada vez mais pior.

Se eu não tivesse encontrado Heitor e o contado a verdade o trazendo para o meu lado, talvez nem naquele hospital conseguiria entrar.

Já era fim de tarde de uma sexta-feira, quando Sabrina me ligou pedindo que eu fosse até o hotel para vê-la. Ela pensava que tinha controle sobre mim, mal sabia ela que era o contrário.

Fui até ela e assim que dei duas batidas na porta, meu celular tocou. Era o número de Heitor.

—Simons preciso que venha até aqui agora! – Disse ele me deixando completamente preocupado, me fazendo sair de lá com pressa.

Assim que voltei ao hospital, vi Heitor parado na porta do quarto d Olívia. O semblante dele era de tristeza e aquilo me deixou preocupado.

Abri a porta com rapidez e soltei um suspiro ao vê-la sorrindo para a avó.

—Olívia! – Chamei soltando um ar aliviado e então, a vi vincar as sobrancelhas me encarando confusa.

—Quem é você?

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