Verônica os havia enganado?
A doação de sangue era mentira? A doença do Léo também?
Então, o que era verdade nisso tudo?
Antes de sair, Gustavo pedira segredo para não alertar o inimigo, mas Caio estava chocado demais.
Não conseguiu evitar e ligou para Verônica.
— Verônica, o Gustavo descobriu que o Léo não tem doença nenhuma. O que está acontecendo?
A mente de Verônica ficou em branco, com um zumbido constante nos ouvidos.
Acabou, tudo estava arruinado!
O que ela faria agora?
O lugar de Sra. Mendes estava quase em suas mãos, ela não se conformava em desistir!
......
Adega subterrânea.
*Splash!*
Dr. Arnaldo foi acordado por um balde de água fria.
Desesperado, tentou enxugar o rosto, mas percebeu que suas mãos e pés estavam amarrados.
Sua boca também estava selada com fita adesiva.
De repente, uma mão arrancou a fita de sua boca.
O médico, ofegante como um peixe fora d'água, gritou:
— Onde estou? Socorro! Socorro!
Mal havia gritado duas vezes e foi chutado violentamente contra o chão.
Virando a cabeça, finalmente viu o rosto do homem sentado na cadeira.
Diretor Mendes?!
O médico tremeu de pavor:
— Diretor Mendes, será que não há algum mal-entendido? Não tive a intenção de ofendê-lo! Se cometi algum erro, por favor, seja magnânimo!
Gustavo deu um sorriso frio, o olhar cortante como gelo:
— Você não sabe o que fez de errado?
Dr. Arnaldo suava frio e gaguejava:
— E-Eu realmente não sei como ofendi o senhor.
— A doença do Léo. Não me diga que você não sabia.
A adega mergulhou em um silêncio sepulcral.
Depois do que pareceu uma eternidade, o médico ajoelhou-se tremendo, aos prantos e soluçando:

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