Eles foram dormir e, pela manhã, as notícias sobre a conduta suja de Francesco estavam as redes sociais. Emma sorriu ao mostrar pra Loui.
— Agora eu quero ver ele fazer um abuso desses de novo! — Loui apenas a observou com um sorriso bobo nos lábios. — O que foi?
— Você fica tão linda brava. — Loui disse.
— Loui! E eu queria ver você repetir isso se eu estivesse brava com você.
Ele a abraçou e Emma sorriu.
— Eu não ia gostar de saber que a minha mulher está chateada comigo, porém, isso não tiraria a sua beleza.
Loui a beijou e, em dias, ele não se sentia tão bem. Ele sabia que se sentiria melhor quando a certidão de divórcio fosse emitida, finalmente. Então, ele queria casar com Emma.
O telefone dele tocou e ao olhar o ID, Loui franziu a testa.
— Loui Jarvis.
— Senhor Jarvis… temos um problema. Por favor, venha para a empresa imediatamente!
O segundo assistente não deu detalhes maiores, só disse que tinha um “pessoal” ali para causar problemas. Loui suspirou e terminou de se arrumar. Ele e Emma saíram do apartamento e ele foi para a empresa depois de deixá-la no ateliê.
Ao chegar na empresa, o segundo assistente o olhava com cara de pavor, totalmente perdido.
— Afinal, quem foi que veio aqui? — Loui perguntou enquanto subiam no elevador.
— O senhor Mullen. — Brad disse, baixo. As sobrancelhas de Loui se franziram na mesma hora.
— E por que ele subiu se não tem horário marcado?
— Ele… ele disse que é o seu sogro. E que tinha um assunto importante. E se não deixássemos ele subir, ele deixaria a mídia saber de algumas coisas que colocariam a Lancaster Corp em problemas.
Loui teve que soltar uma risada e olhou para o lado, achando impressionante a cara-de-pau daquele homem!
— Eu não concordei com nada. E não recebi nenhum centavo. Portanto, se o senhor tem reclamações quanto a… quebra de contrato, sugiro que vá falar com Eurico Jarvis. — Loui levantou o queixo. — Eu não respondo pelas ações dos outros.
Reginald finalmente se levantou e olhava para Loui como se pudesse esmagá-lo.
— Não interessa o que diga. É o seu nome naquela certidão. E nas câmeras do cartório, você assinou sem ninguém colocar uma arma na sua cabeça. Portanto, eu acho bom começar a se portar como o genro da família Mullen, ou eu terei que tomar providências.
— Não vai me intimidar. Eu casei porque precisei salvar a vida de uma pessoa. Deveria ter vergonha de me exigir alguma coisa sabendo disso. — Loui o olhou com nojo. — Comprando um marido para a própria filha. Agora, quer obrigar um homem que não a ama a ficar ao lado dela. Já não a humilhou o suficiente?
Aquelas palavras conseguiram tirar Reginald do sério. Ele apontou o dedo na cara de Loui, que não se mexeu. Se eles estivessem na rua, Loui daria um tapa na mão do homem, mas controlou-se, porque ali era a empresa na qual trabalhava, e não importava o quanto Damian fosse compreensivo, começar uma briga física ali seria errado.
— Você vai sair da casa daquela vagabunda e vai para…!
Quando aquela palavra saiu da boca de Reginald, toda a razão de Loui sumiu imediatamente. Ninguém falaria daquele jeito dela. E, antes que ele ponderasse melhor, o punho dele contactou com o queixo de Reginald.

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