Como haviam decidido jantar ali de última hora, todas as salas privativas já estavam ocupadas.
Os dois escolheram uma mesa perto da janela.
Depois de fazerem o pedido, Leandro entregou o cardápio ao garçom e perguntou:
— E agora? O que pretende fazer?
Tatiane respirou fundo.
— O que mais eu poderia fazer? Vou seguir com a minha vida. Assinei um contrato e terei de trabalhar em Santa Vitória por pelo menos um ano. Quando esse período terminar, provavelmente não será difícil conseguir uma transferência de volta para Nova Aurora.
Ao ser transferida para Santa Vitória, ela havia assinado um novo contrato de trabalho.
Leandro ouviu o tom sereno com que Tatiane falava. Ela parecia realmente concentrada em planejar os próximos passos da carreira, como se nada além disso importasse.
— Henrique provavelmente ainda não sabe que o divórcio de vocês foi oficializado.
— Mais cedo ou mais tarde, ele vai descobrir.
Leandro não insistiu. Apenas assentiu.
— Então recomece.
— É o que pretendo fazer.
— Quer tomar um pouco de vinho?
— Meu estômago anda meio sensível. É melhor não beber por enquanto.
— Já foi ao médico?
— Não é nada sério. Só preciso me alimentar melhor.
— Está bem.
Pouco depois, os pratos começaram a chegar.
Os dois conversaram sobre assuntos variados, com a naturalidade de quem se entendia sem esforço.
A iluminação quente do restaurante os envolvia em um brilho suave. Com a presença marcante que tinham, era inevitável que atraíssem alguns olhares.
Por acaso, alguém registrou aquele momento.
Quando terminaram o jantar, ainda era cedo.
Ao saírem do restaurante, Leandro sugeriu:
— Quer caminhar um pouco para ajudar na digestão?
— Pode ser.
Havia chovido naquela tarde, e o ar estava especialmente fresco.
Os dois seguiram lado a lado pela rua, mantendo uma pequena distância entre si.
— O pior de Santa Vitória é o calor abafado. Quem vem de fora costuma demorar para se adaptar.
— Acho que vou conseguir. Quando estiver quente demais, posso subir a serra no fim de semana para escapar um pouco.



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Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Ela Nunca Volta: Quando o Marido Frio Implora
Tá tedioso! Estou pulando capítulos. Devia encerrar logo....
Alguem aqui que possa fazer a autora desse livro entender que ja esta INSUPORTÁVEL a leitura??? E que acredito q ninguem aguenta mais tanta chatuce q nao chega a lugar NENHUM???? Henrique um executivo imponente ate lguns capitulos atras, agora parece um adolescente de 15 anos atras dessa CHATA da Tatiane?????...
Esse livro NAO ACABA NUNCA???? JA ESTA MUITO CHATO e eu nao posso parar de ler pq ja gastei muito tempo e dinheiro....Que chatice!!!! Pelo mor de Deus, da um tom de romance entre Henrique e Tatiane. Que por sinal, ela está muito irritante isso sim......
A narrativa não muda então pulo alguns capítulos. Não sei se o autores quer que ela fica com o Leandro ou o Henrique ou se ela quer ficar sozinha, pq ela não parece ter sentimento por ninguém....
Eu decidi que, assim que abarem essas moedas que comprei, vou parar de ler esse romance, chato pra c@r@1ho...
A autora poderia mudar um pouco essa narrativa. Tatiane sempre fria e com poucas palavras. Henrique não consegue falar de sentimentos e enquanto isso a história da voltas e mais voltas e não sair do lugar......
Está na hora do Henrique se declarar né? Pelo amor de Dus que enrola. Eu nunca me casaria somente pela filha. Tem que ter sentimentos. Espero que no próximo capítulo Henrique se declare e deixe Tati abalada. Aí sim tudo pode mudar. Ela grávida e ele se declarando temos 2 pontos....
4 capítulos inteiros pra uma briga de garagem no prédio sem sentido entre Henrique e Leandro. O Autor está enchendo linguiça só pode !!!!!!...
Que capítulos são esses? Sem nada a acrescentar...estou quase desistindo desse livro....
Quando esse livro vai acabar pelo amor de Deussss, ta ficando entediante 🙄...