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O ALFA ARREPENDIDO: QUERO MINHA EX-COMPANHEIRA DE VOLTA. romance Capítulo 150

POV GAIA.

Foi excitante ver meu companheiro, transformado em Odin, saltar sobre Theodoro. Caspian foi tão rápido ao arrancar a cabeça de Theodoro que me surpreendeu. Ele era feroz, imensamente forte. Aproximei-me de Odin e passei a mão em seu pelo, macio e incrivelmente sedoso. Ele ergueu a cabeça, esfregando-a contra minha mão com carinho e suspirando, gostando do afago.

— Bom trabalho, meninos — falei, um sorriso escapando dos meus lábios.

— Você está bem, minha lobinha? — perguntou Odin, através da nossa ligação mental, sua voz grave ecoando em minha mente.

— Sim, estou — respondi, sentindo a sua preocupação.

— Aquele maldito te machucou, meu amor? — perguntou Caspian, sua voz carregada de urgência e proteção.

— Estou bem. Theodoro nunca conseguiria me ferir. Não sou uma loba fraca — comentei, com um toque de orgulho.

— Verdade, você é incrível e poderosa — disse Caspian, enquanto voltava à forma humana, seu corpo se estalando, enquanto seus ossos voltavam para o lugar. Ele se espreguiçou assim que a transformação acabou.

— Agora que tudo acabou, quero saber quem vai arrumar e limpar essa bagunça na minha loja? Você poderia tê-lo levado lá para fora e acabado com ele — falei, insatisfeita, olhando para o caos ao redor. Manchas de sangue são difíceis de tirar, e uma morte marca o lugar. Terei que fazer uma limpeza magica para evitar problemas mais tarde.

— Desculpe, amor. Levi! — falou Caspian e chamou Levi, sua voz firme ecoando pela loja. Levi apareceu rapidamente, vindo dos fundos da loja.

— Sim, alfa — respondeu, parando diante de Caspian e se curvando levemente para mim. — Luna — disse, endireitando-se com respeito.

— Olá, Levi. Aparece qualquer hora lá em casa para tomar um café — convidei, com um sorriso amigável. Caspian e Odin rosnaram em uníssono, e Levi se encolheu, visivelmente tenso.

— Obrigado, minha Luna. Se der, eu apareço — respondeu, nervoso, claramente desconfortável com o olhar de seu alfa. Caspian, parecia quer pular em Levi.

— Levi, arrume essa bagunça e dê um fim ao que sobrou de Theodoro — ordenou Caspian, sua voz carregada de autoridade, como se minha conversa com Levi o tivesse irritado.

— Farei isso imediatamente, alfa — respondeu Levi, já se movendo.

— Espera — interrompi. — Existe um cemitério humano abandonado na divisa da floresta. Enterre-o lá. Theodoro era um monstro, mas até monstros merecem um lugar para descansar em paz — ordenei, firme. Levi olhou para Caspian, buscando confirmação.

— Faça o que sua Luna ordenou — disse Caspian, com um tom que não admitia questionamentos.

— Sim, alfa — respondeu Levi, saindo para buscar o material necessário.

— Que tal eu te levar para casa e preparar um belo jantar para você, meu amor? — perguntou Caspian, aproximando-se com um olhar intenso. Eu sabia que ele não gostou de eu ter convidado um macho para ir a minha casa. Por isso estava no modo possessivo. Levantei a mão, fazendo-o parar.

— Desculpe, amor. Não quis te assustar, mas você estava dormindo tão tranquila, tão linda, que não resisti em te observar. Bom dia, amor — disse ele, com um sorriso que derretia qualquer resistência.

— Você dormiu aqui? — perguntei, ainda surpresa.

— Sim, você adormeceu ontem durante a massagem. Te trouxe para o quarto e fiquei velando seu sono — respondeu, com uma calma que contrastava com seu jeito descarado. Bufei, fingindo irritação.

— Já que dormiu aqui sem minha permissão, trate de fazer meu café da manhã para pagar sua estadia — declarei, me sentando e cruzando meus braços. Caspian arregalou os olhos, incrédulo.

— Você está me cobrando por dormir aqui? Sabia que você é bem mandona? — perguntou, com um tom divertido, mas surpreso.

— Sim, eu sei. Mas não me importo, para o que pensa. Trate de me alimentar, e bem. Ninguém mandou me engravidar, agora terá que aguentar. E, quando chegarmos à alcateia, as coisas vão piorar para o seu lado. Fique sabendo — alertei, com um sorriso frio e malicioso. Caspian arregalou os olhos ainda mais e segurou minha mão, ansioso.

— Você está dizendo que aceita voltar comigo para a alcateia? — perguntou, agitado, quase sem acreditar.

— Sim, pensei e resolvi aceitar seu pedido e me unir a você como companheira e Luna. Mas tenho algumas exigências — falei, sorrindo com firmeza.

Eu assumiria meu posto de Luna, mas com as minhas condições. Na verdade, já havia decidido que queria Caspian como companheiro, mas ele não precisava saber disso. Como ele me fez sofrer, eu o faria pagar. Sorri mentalmente, planejando tudo que faria com Caspian.

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