Sorri de novo quando percebi o tom brincalhão na sua voz.
— O que é tão engraçado? Não gostaria de dividir comigo? — Ele agarrou minha mão, que ainda limpava a ferida, e pousou um beijo suave em meus lábios.
— Você me chamou de namorada. — Mordi o lábio, tentando segurar um sorriso.
Ethan soltou uma gargalhada e então disse, com os lábios quase colados aos meus. — Minha namorada, minha namorada, minha namorada.
Beijou-me novamente, e esse beijo foi mais demorado. Sua língua brincou gentilmente dentro da minha boca, ele sugou a minha e depois mordeu levemente meu lábio. Passou a mão na minha nunca e puxou os cabelos, não de forma violenta. Foi bom, pois deu a ele total acesso ao meu pescoço, onde ele deixou uma trilha de beijos. Apoiando as mãos ao lado, subi em seu colo. Ethan deu um gemido abafado por causa dos beijos. Eu me esfreguei descaradamente no seu pau duro, segurando seu pescoço, e o seu beijo se tornou mais intenso.
Ele agarrou a barra da minha blusa e a levantou, me deixando de sutiã. Ele passou a dar beijos em meu colo, próximo ao bico do meu peito.
— Eu preciso foder você, porra.
Quando ele disse aquilo, eu tomei seus lábios e aprofundei os beijos, eu não queria que ele parasse. Eu precisava dele. Ethan me deixava segura e feliz. Hoje, diferente de anos atrás, eu tenho certeza que é ele, e não preciso de bebidas, insegurança ou de qualquer outra coisa, Ethan gosta de mim como eu sou, ele nunca exigiu ou tentou tomar algo que eu não quisesse dar. E hoje eu o quero.
— Eu quero — falei com suavidade, largando os seus lábios.
Ele me olhou por minutos que pareciam intermináveis. Segurei seu olhar até ele falar.
— Você precisa ter certeza, não quero que se sinta pressionada ou algo assim. Não há nada que eu queira mais que isso, mas você precisa saber no que está se metendo, porque no momento em que eu foder você, você não terá saída, a não ser, ser minha.
— Eu quero — repeti. — Não tenha tanto cuidado, eu não sou mais aquela adolescente. Eu quero você dentro de mim.
— Repete isso — Sua voz sai baixa e letal.
— Eu quero isso.
Ethan gemeu e uma das suas mãos foram para o meu pescoço, não tinha a função de me tirar o ar, mas a pressão causada ali pulsou diretamente na minha boceta. Enquanto ele me puxou em um beijo agressivo. Nós caímos no colchão, atrás de nós a sua mão no meu quadril aperta. Seus lábios ainda são Firmes e exigentes, ele me domina. Sua língua colide com a minha, uma promessa de coisas sujas por vir.
Ele me tomou em um beijo ainda mais profundo, suas mãos passaram pelas minhas pernas, segurando o meu bumbum, enquanto eu cruzei minhas pernas em suas costas. Ele caminhou comigo até a parede. Eu apoiei uma das minhas mãos na cômoda ao lado E bati com força na parede, mas não o suficiente para machucar. Parecíamos dois desesperados, era primitivo, louco, era perfeito. Ele me colocou no chão, abriu o fecho do meu sutiã, expondo meus seios. Ethan capturou o meu seio com a boca e o chupou, passou a língua rodeando o bico. Gemi alto. Ele deu a mesma atenção ao outro, e depois capturou meus lábios sedento de luxuria. Abaixou de forma rápida minha calça, e alisou minhas dobras por cima da calcinha.
Empurrei meu quadril mais um pouco na direção dos seus dedos.
— Jesus, eu não sei se vou aguentar muito mais com você esfregando essa boceta na minha mão assim. — ele disse no meu ouvido, ainda me alisando. — Eu quero que o quarteirão todo saiba que você é minha. Ele abaixa o corpo, assopra a minha calcinha branca de renda. Meu corpo todo treme quando sinto o seu hálito quente e Ethan ri, da minha reação.
Ele novamente levanta, se inclina e suga um mamilo com a boca. Uma legião de borboletas salta em minha barriga. Eu deixo cair minha cabeça de volta na parede enquanto minhas costas arqueiam, empurrando meu peito para frente. Uma mão segura meu outro seio. A sua barba por fazer raspa no meu estômago enquanto ele se arrasta para baixo em direção ao ápice das minhas coxas. Ao longo do caminho, seus dedos engancham na lateral da minha tanga e arrastam o pedaço fino de tecido pelas minhas pernas. Ele a joga no chão atrás dele antes que seus olhos me preencham.
— Eu preciso provar você. — A fome queima brilhante por trás de seu olhar. Sua língua lambe minha fenda até meu clitóris. Ele suga o feixe de nervos em sua boca com tanta força que eu tenho que morder meu lábio para não gritar. Sua língua continua a lamber enquanto a sucção de seus lábios cria uma doce dor dentro de mim que precisa ser preenchida. Ele aumenta a pressão uma vez antes de soltar com um estalo alto.
— Posso ver seu pequeno clitóris saindo, e ele é tão bom. — Sua respiração sopra contra minha pele, acendendo um fogo de necessidade dentro de mim.
— Mais. Eu preciso de mais. — Minhas mãos sobem por vontade própria para segurar meus seios e começo a brincar com meus mamilos.
— Mais o que? Diga-me o que você quer e eu lhe darei. — A ponta de seu nariz roça a parte interna da minha coxa enquanto seus polegares mordem a reentrância dos meus quadris.
— Eu preciso de você — ele sussurra contra meus lábios.
— Me faça sua.
Ele segurou meu bumbum novamente, me trazendo para seu colo, cruzei meus pés em suas costas. Percebi que ele tinha a intenção de me levar até a cama.
— Não — eu protestei contra seus lábios. — Aqui!
—Aqui? — ele disse com dúvidas. — Contra a parede?
Balancei a cabeça em sinal positivo.
Ethan me empurrou na parede e depois me pôs no chão. Tirou a blusa de forma inconsciente e sexy, depois a calça e, em seguida, a cueca box.
Oh, Céus. Ele tinha o corpo perfeito, digno de capa de revista masculina. Havia algumas marcas de ferimentos já cicatrizadas, umas maiores, outras menores, outras vermelhas e outras sobressaltadas, umas mais visíveis que outras. E tinha uma fênix enorme que ia das suas costas até abaixo do quadril. Oh. Ele era perfeito! Eu tinha me esquecido de como ele era grande. Ethan massageava o seu pau enorme. E quando ele o guiou até a mim, ele usou a cabeça do seu pau cheio de pré sêmen até meu clitóris exposto sobre os lábios inchados. Eu gritei em êxtase, ainda muito sensível. Ele apoiou uma mão na parede, levantou uma perna minha sobre seu braço musculoso e finalmente entrou em mim.
Ele não me preparou nem me provocou mais. Apenas me preencheu em um Impulso rápido e possessivo, cheio de urgência.
— Caralho. Como você é apertada. Tá tudo bem?
— Sim, — mordisco o lábio — Continue.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: O bebê do bilionário
Está faltando capítulos autora...
Cadê o resto dos capítulos?...