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O bebê do bilionário romance Capítulo 46

No dia seguinte, eu estava voltando para o chalé após buscar Nicholas na escola, quando observei Ben carregar um SUV com malas. Em seguida, Colle saiu, um terno Armani provavelmente feito sobre medida e um mocassim. Ele me olhou e sorriu.

— Ei amor.

— Olá!

Ele me beijou, surpreendendo a todos, Maria, Ben e Nicholas.

— Onde está indo? Para que essas malas?

— Desculpe, querida. Apareceu um problema e terei que voar para Nova Iorque.

Foi como se eu levasse um soco no estômago. Ele estava indo embora? Ele voltaria? Ele demoraria? Era por causa de mais cedo?

— Vai demorar? — A decepção estava claramente estampada na minha voz.

— Eu não sei. Apenas preciso assinar uns papéis. Pode demorar horas ou dias. Mas ninguém pode fazer isso por mim. — Sua resposta é suave, quase inaudível, quase como se estivesse com medo de falar comigo. — sinto muito, amor. — Ele passou a mão carinhosamente pelo meu rosto. — Eu prometo não te deixar sozinha novamente, essa é a última vez que viajo para lá sem você.

— Não... — Choraminguei. — Você conhece pessoas, não pode mandar alguém em seu lugar?

— Bem que eu queria, amor, mas não é assim que funciona. Trata-se da transição de uma grande quantidade de dinheiro e que só pode ser feita com a minha assinatura. Essas coisas não se pedem para outras pessoas fazerem por você.

— Mas por que não me ligou? Por que não me avisou? É por causa de ontem cedo?

— Não! Nicole, Deus, Não! — Ele passa a mão pelo rosto, parecendo frustrado. — Não tem a ver com aquilo, eu realmente tenho que resolver alguns problemas na empresa. E isso aconteceu tão rápido que não deu tempo de te avisar.

— Mas você estava indo sem se despedir. — Fiz um biquinho, chateada.

— Não, Amor, eu jamais faria isso. Eu não iria sem me despedir. — Seus lábios se curvaram para baixo.— Eu, te prometo, baby, não vou ficar lá mais tempo do que o necessário. Vou tentar resolver tudo o mais rápido possível. Acredite em mim, eu também não quero ir, mas eu não tenho escolha, eu preciso estar lá. É uma promessa, eu vou voltar. — Passou os dedos por dentro do meu cabelo, cheirando-o e me beijando gentilmente na testa.

- OK. Apenas não demore. — Respiro fundo e tento reprimir a necessidade de sair batendo pé que nem uma criança birrenta.

Beijei-o de novo.

— Vou sentir sua falta.

— Eu também. — Sorri, de lado. Passa uma mexa do meu cabelo para trás e me beija novamente, desta vez mais lentamente.

Até que alguém Pigarreou lá atrás.

Nicholas, que estava um pouco distante, passou por mim como um furacão e pulou no colo de Ethan.

— Ei, Nicolau! Que tal ser o homem da casa e cuidar da sua mãe, enquanto estou fora?

— Sim — ele disse. — Sacodindo seus pequenos pés.

— Isso, garoto! — Ethan balançou seu cabelo. — Seu sorriso cresce, e ele começa a relaxar.

Eles riram e se despediram.

Três dias se passaram desde que Ethan havia partido para Nova Iorque. Nós nos falávamos diariamente, exceto por hoje. Ele estava distante.

— Tem certeza que ele não está com a prima?

— Olha, eu liguei para você me acalmar, não para pôr mais idéias na minha cabeça!

- OK! Desculpa. Eu estou tentando ajudar, ele parece gostar de você, mas ele é homem, né, Nicole?

— Ele não é assim, Vivian.

— Não parece ser normal uma reunião de última hora! E logo depois de você negar o convite para ir morar com ele. Parece algum tipo de vingança.

Eu ri alto. — Não, Vivian! Ele não é assim! De qualquer forma, agradeço

pela força, ou não.

— Ok, garota! Qualquer coisa é só ligar!

- OK!

— Espere! Você tem falado com a Alice?

- No, Why?

— Nada, na verdade, ela só está um pouco sumida.

— Nossa, você não deveria beber vinhos dessa qualidade. — Ethan, fez uma careta após provar o líquido da minha taça, como se fosse a pior coisa que ele já provou .

Ele caminhou até a pia e entornou o restante do meu vinho lá e serviu uma taça do vinho que havia trazido.

— Eu não acho ruim. — Sorri para ele.

— Prove este! — Ele me serviu a taça.

— Humm... tem sabor diferente... Quase como banana? — Dei de ombros.

— Isso. Quase isso. Sabor que mistura pera, banana e morangos. Esse é um dos meus prediletos, é um vinho Beaujolaus.

— Uau! Você é quase uma enciclopédia! — Ri. — Uma enciclopédia de coisas caras.

— Você deveria provar mais destes. — Sua voz profunda preenche o espaço, e eu aceno negativamente.

— E pagar quase mil dólares em uma garrafa? Não!

— Você sabia que eu tenho uma adega, né? — Ele bebeu o vinho e apoiou as mãos na minha,

— O que você não tem? — disse com diversão.

— Não se trata do que eu tenho, mas do que eu quero ter. — Ethan passou a mão pela barra do meu vestido, enviando calafrios pelo meu corpo.

Já havia se passado quase uma semana desde a primeira vez.

— E o que você quer? — ousei dizer, pousando a minha taça na ilha da cozinha.

Ethan se aproximou, sua respiração quente em meu pescoço, a mão passeando em direção às minhas partes.

— Quero você gemendo embaixo de mim, gritando o meu nome, acordando a casa toda, pedindo por mais.

— Oh, Ethan. — Molhei meus lábios secos, incapaz de desviar o olhar. Ele levantou uma sobrancelha loira escura.

— O que é, amor?

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