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O bebê do bilionário romance Capítulo 47

Ethan me puxou em um beijo, me pegou no colo e me levou para a cama.

— Hoje eu vou fazer amor com você — sussurrou baixo e rouco em meu ouvido.

Ele beijava com carinho meu pescoço e ombros, fazendo com que minhas pernas ficassem moles. Ethan era carinhoso, abaixou a alça do meu vestido e plantou uma sequência de beijos. Eu gemi baixo enquanto sentia meu vestido deslizar sobre os meus pés.

Ethan deslizou a mão pela minha barriga e chegou ao meu clitóris; brincou com meu nervo inchado e depois deslizou os dedos pelas minhas paredes encharcadas. Ele faz ser tão gostoso.

Gemi alto.

— Hummm... Isso é bom.

Inclinei-me sobre ele para beijá-lo. Nosso beijo foi longo, quente e cheio de paixão.

Eu poderia beijá-lo por toda eternidade e não me fartaria nunca.

Ethan deslizou da minha boca, passando pelo seu pescoço, até chegar aos meus seios. Meus seios estavam tão sensíveis. Ele soprou meus mamilos, deu lambidas e chupou ao ponto de quase dor.

Ethan continuou dando atenção aos meus seios, enquanto massageava meu

clitóris.

— Ethan! — gritei, curvando as costas, o que lhe deu mais acesso aos seios. Ele mordeu um dos mamilos e, com a língua, fez movimentos circulares. Em seguida, chupou com força e abocanhou-o quase inteiro.

— Colle eu, eu... Por favor. — Contorci-me.

Ele sabe muito bem o que eu preciso, e estava brincando comigo. Ele afastou mais ainda minhas suas coxas e introduziu outro dedo em mim. Enquanto seus dedos trabalhavam no eu interior, seu polegar estimulava o clitóris. Seus dedos deslizavam com facilidade.

Colle me puxou e me beijou apaixonadamente, enquanto continuava o movimento com os dedos, até que senti pequenos solavancos dominarem o meu corpo. Estava quase gozando. Colle se afastou rapidamente e pegou um preservativo. Tirou-o da embalagem e colocou em sua extensão. Voltou a me beijar, chupando meus lábios.

— Baby, eu vou foder você — Colle sussurrou em meus lábios.

Meu corpo estremeceu.

Sua mão deslizou pelo meu corpo.

Ele agarrou as costas das minhas coxas com firmeza e deslizou o pênis até a entrada da minha buceta molhada, ainda sem me penetrar. Gemi e me agarrei em seus ombros. A deliciosa tortura continuou de cima a baixo, a cabeça do seu pau cutucando a entrada da minha buceta, brincando com meu clitóris, provocando e me enlouquecendo de desejo. Entrelacei os dedos entre os seus e comecei a me mover de forma lenta e sensual.

— Colle! — gemi, erguendo os quadris — Por favor!

Colle me ajustou e, em uma estocada lenta e sensual, ele me penetrou, depois afastou- se alguns centímetros e voltou a estocar fundo, entrando e saindo lentamente.

— Não tenha pressa — ele sussurrou em meu ouvido, segurando minhas mãos — A parte boa começa agora. — Ele me beijou até que eu perdesse o fôlego e me penetrou mais profundamente.

Instintivamente, prendi as pernas ao redor de seu quadril, tentando me manter dentro dele, que continuava nessa tortura cruel. Colle me empurrou para frente, firme, duro e saindo devagar, intensificando o prazer; eu poderia fazer isso por horas. Comecei a pegar o ritmo, a me soltar. Com o corpo tomado pelo prazer, gemi ensandecida. Ele recuou novamente e voltou a me penetrar, cada cravada era mais funda e rápida que a anterior. Senti sua pressão aumentar em torno de mim, achei que fosse explodir. Seu interior começou a pulsar e investir cada vez mais rápido e forte. Gritei e desabei meu corpo se contorcendo. Ele me deu mais uma estocada, soltando um rugido entre os dentes cerrados e explodimos em um orgasmo primitivo e violento. Fechei os olhos e abracei-o forte junto a mim.

Aqui é onde quero estar, em seus braços. Jesus! Eu amo esse homem. Apoiei minha cabeça em seu peito, enquanto lentamente nossos corpos se acalmavam.

— Posso te perguntar algo?

Relutantemente desvio meus olhos das suas cicatrizes em seu abdômen e encontro seu olhar.

— Não vou dizer que não desconfiava. — Ele limpa a garganta. — Você tem modos, de falar , e agir, que mostra claramente suas raízes. Oque mais preciso saber sobre essa parte da sua vida? Esse é um bom momento para esclarecermos essa parte da nossa vida ainda desconhecida para cada um de nós.

Penso por alguns minutos antes de dar continuidade. — Bom, Acho que merece saber quem é o pai de Nicholas.

— Olha, princesa, na verdade prefiro não saber. Eu sei que soa estranho, mas sinceramente. Depois de tudo oque passou, a maneira quebrada que chegou aqui.

Noto o conjunto tenso de sua mandíbula e a maneira como seus punhos cerram ao meu lado.

— Talvez nunca queira me falar sobre algo que te feriu tanto, mas eu sei claramente que ele não foi bom para você. Então, acho que vai ser mais seguro para ele que eu não saiba quem ele é. — seus olhos brilhando de raiva, e ele tinha uma expressão irritada no rosto.

— Segurei seu olhar por mais alguns instantes e falei. — Pensando bem, acho que vai ser mesmo melhor.

Eu não queria carregar a morte de ninguém nas costas.

Passei a mão pelo seu peito nu, por cada cicatriz; uma em específico, perto do peito, chamou minha atenção.

— Você deve ter passado pelo inferno.

— Não é tão ruim quanto parece.

— Parece bem ruim.

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