Algum tempo depois, abriu a porta lentamente para não acordar ninguém, dei passos longos e fui até a sala. Ethan e Nicholas não estavam mais lá.
Merda.
Virei-me para subir e dei de frente com o peito nu e duro como uma rocha de Colle.
— Ethan! Jesus Cristo — Coloco a mão sobre meu peito — Você me assustou.
Subi o olhar que ainda estava em seu peito. Quando chegaram aos seus olhos, eles estavam negros.
— Onde você esteve? Você me assustou. Procurei pela casa toda e você não estava.
— Me desculpe — disse com suavidade. — Eu acordei e você não estava na cama, queria levantar e conhecer vocês dois aqui, dormindo — minha voz traiçoeira começava a estremecer.
— Ei, o que há, baby? — Alisou meu rosto com a mão. — Está pegando algo?
— Desculpe, eu só estou emotiva.
— Ainda é sobre mês passado?
Calei-eu. Em partes era, após uma conversa com Maria eu havia me acalmado. Mas vê-lo era reviver todos os meus medos e inseguranças, mesmo que tudo dissesse que havia amor.
— Eu estou com tanto medo. — Chorei, envergonhada por expor minhas emoções. — Tudo está tão rápido, e se não der certo entre nós dois? Eu nem sei o que sou para você. Sua namorada? Algo a mais? Eu não sei! E se você gosta de mim? E se tudo o que você acha que sente por mim por apenas uma armadilha da sua cabeça? E se você resolver ir embora novamente? Eu não vou aguentar, Nicholas não vai aguentar... E se...
Ethan foi rápido e me puxou em um beijo. Seus lábios estavam salgados graças às minhas lágrimas, sua língua invadiu minha boca e eu correspondi.
Ele interrompeu os beijos e começou a dar pequenos beijinhos nos meus
lábios.
— E se... E se... E se... — ele disse pausadamente — Eu te amar?
— Eu amar? —Ignorando a queimadura traiçoeira em minhas sentidas e meu coração que batia igual louco, sorri triste.
— Sim. E se eu te disser que perde tempo demais, e que, agora, para mim o tempo não importa? — Ele riu no começo, mas depois empalideceu um pouco quando o tom da sua própria voz se registrou. — Eu amo você. — Repetiu e beijou-me. — E se eu te disser que vai dar certo, que não há lugar mais correto para nós que ao lado outro?
Beijou-me.
— E se eu te disser que quero que seja, para mim, mais do que já foi para qualquer um nesse mundo? E se eu te disser que não tem possibilidade de um dia eu curtir de você, eu amo tudo em você, desde quando a vi pela primeira vez, tão linda, e inocente... Não há nada, que eu tenha mais certeza, do que oque eu sinto quando estou com vc. Eu nunca mais deixei você ou Nicholas. Nicole O'Connel, eu a amo desmesuradamente. Eu poderia deixar isso para um momento mais especial, e eu juro, queria que fosse melhor que isso; eu tentei, no dia do seu aniversário. Mas enfim... — Colle suspirou fundo, ajoelhou-se e me olhou dentro dos olhos.
— Não há nada que eu queira mais do que acordar todos os dias ao seu lado. Eu amo tudo em você, e amei desde a primeira vez. Eu não prometo ser perfeito, mas se você disser para mim que é recíproco, e que sim, eu juro que vou te amar todos os dias das nossas vidas. Seja a minha esposa!
— Ah, Deus!
Ajoelhei-me na sua frente. Minha musculação engata quando seus olhos azuis encontram os meus.
Lágrimas não derramadas faziam minha garganta parecer espessa e estreita.
Duas semanas depois
— Shiiii... — sua voz era rouca e sexy — É apenas lubrificante.
— Colle, eu não sei... eu...
— Eu prometo, amor, vou ser cuidadoso, vou fazer ser bem gostoso para você.
Ele pousou o dedo sobre o meu rabo, mas não e enfiou seu dedo lá, ele apenas ficou lá, o dedo segurando suavemente em uma massagem torturantemente lenta. Seus lábios quentes e macios, pousaram nos meus quadris beijando lentamente, como se fossem meus próprios lábios, enquanto ele prosseguia com a massagem anal. Isso prosseguiu até que eu tivesse me remexendo, ansiando por algo que eu nunca havia ansiado antes. Quando ele sentiu que eu estava preparado, porque porra, minha boceta estava escorrendo de tesão, ele enfiou um dedo no meu rabo e eu gemi, a sensação de intromissão era grande, mas não me machucou realmente. Ele voltou a me penetrar, seu dedo agindo no meu segundo buraco. Uma pressão começou a se formar dentro de mim, rebolei com mais força. Putz, era gostoso. Quando ele saiu rápido de dentro de mim, eu gemi e reclamei em protesto.
— Porra, olha como essa bocetinha tá com tesão. — Sua voz profunda vibra contra minhas costas. — Você gosta que eu toque o seu cu amor?
Eu gemo, balançando minha bunda no alto passando a mão por baixo das minhas coxas moendo seu clitóris com a minha própria mão em busca de alívio.
— Caralho, isso!
Colle me jogou na cama sem delicadeza. Apoiei meus pés em seus ombros quando ele voltou a me esticar com força, suas mãos passaram pelos meus seios que ele espremeu, depois chupou e mordeu, deixando os bicos vermelhos. Ele me encarou e, pela primeira vez, vi algo que não reconheci. Aquele não era o meu Colle, ele estava distante e vazio. Ele apertou e apertou meu pescoço enquanto me fodia com força. Não foi forte o suficiente para me tirar o ar, mas foi bruto, e possivelmente me deixaria marcada. Ele continuou a apertar, depois tirou a mão e enfiou os dedos na minha boca, para que eu os chupasse. Suguei sem hesitar, Colle gemeu alto. Em seguida, tirei todo o pênis e posicionei-o em frente à minha segunda entrada. Seu pênis ainda estava úmido, e quando ele me penetrou, eu não protestei. Outra sensação de intromissão me pegou, bem maior que a primeira vez. Não foi doloroso, mas a impressão que eu tive foi que ele tinha errado o local. Não foi ruim, o que me deixou surpresa.
Ele me fodeu lentamente, e me olhou à espera de uma negativa. Como eu não o fiz, ele continuo. Começou devagar, em movimentos ritmados, torturantemente lentos. Quando comecei a me acostumar com sua imissão, passei a bater com força, foi primitivo e gostoso. Quando Colle enfiou o dedo na minha buceta e outro no meu clitóris, começou a movê-los em movimentos circulares. Jesus! Tão bom! Ele me manteve no lugar, mantendo uma foda primitiva e violenta. Eu amei, amei como ele gemia e estava satisfeito dentro de mim. Isso era demais e cada vez mais sentindo um orgasmo estarrecedor se aproximando do meu corpo, iniciado espasmos violentos enquanto ele continha a me estocar por trás e se certificava de manter o dedo na minha buceta.
O som que Colleri faz é gutural quando chega ao clímax dentro da minha bunda. A sensação de aperto, a entrada tabu da maneira como eu grito quando meu próprio orgasmo começa é o suficiente para ele gozar novamente. Impossivelmente, seu pau lateja apertando minha entrada e quase sufoco enquanto gozo.
Eu agarro o lençol de a minha volta e enterro minha cabeça no travesseiro meu corpo saindo da cama enquanto eu grito seu próprio orgasmo. Ele finalmente saiu de mim e meu corpo foi vencido pela vitória. Adormecei com o corpo dolorido.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: O bebê do bilionário
Está faltando capítulos autora...
Cadê o resto dos capítulos?...