O ʟᴇɪʟᴀ̃ᴏ romance Capítulo 74

" Se você está atravessando o inferno, não parece... "

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• ALESSA AMATTO •

Em desespero apontei para à janela fazendo os três virem até mim...

A cena do vinhedo ao longe em chamas foi o suficiente para deixar meu Dom em pânico e tive que dar o meu melhor para acompanhá-lo, visto que saiu correndo sentido o primeiro andar.

— Matarei o filho da puta que fez isso com meu vinhedo, porra! — segurei seu braço e tive sua atenção — Fica, estou indo lá ver o que posso fazer.

— Não! Sou sua mulher, vou com você... — consentiu e entramos no carro dele.

Logo Andrea apareceu junto ao Gae e vieram no carro de trás. Repousei minha mão em sua coxa de modo a dizer que estou aqui com ele, por ele e para ele. O carro estava muito rápido pela estrada de terra.

— Matarei ele! Sei quem fez isso! Eu sei! Vai se arrepender amargamente de tocar em tudo que mais admiro e lutei para manter! — Chorando foi até o mais próximo que conseguiu, sendo que o calor era insuportável.

Desceu e fui com ele.

— Aí! — Pisei em algo que queimou meu pé.

— Alessa! Você veio descalça? — concordei sentindo arder e fui rapidamente pega no colo — Volte para o carro, não me faça brigar com você.

— Não! Jamais te deixarei! Mesmo que queime meus pés, passarei pelo inferno com você Dom, eu aguento. — Declarei segurando seu pescoço.

— Alessa por obséquio... — tomei um susto com Andrea tentando me tirar do colo dele.

— Chefe, devemos sair daqui o calor e a fumaça não fará bem a ninguém, vamos... — fazendo sinal negativo com a cabeça, em seguida me lançou contra minha vontade... pulei do colo do Andrea para segurá-lo.

— Domenico por mim! Por gentileza, não quero te perder logo agora que estamos finalmente juntos... — sentindo meus pés doerem, mesmo assim fui até ele — vem Dom, por favor.

Outros carros foram chegando e ver o desespero do meu sogro gritando aos prantos sendo contido por seu irmão e o pai do Andrea, foi difícil e me cortou o coração.

— Matarei esse filho da puta! — o sofrimento de Enrico foi a coisa mais dolorosa de ser ouvir — Senti uma mão me segurando e assustada notei ser o Tadeu me pagando no colo.

— Patroa vem ficar no carro com Emilia deixe que cuido do chefe, confia em mim, esse calor pode te fazer mal... — Neguei com a cabeça e me bati em seus braços.

— Solta-me agora... DOM! DOMENICO... — gritei para ganhar sua atenção — ficarei ao lado dele, me solta, ele precisa de mim, Tadeu, solte-me imediatamente!

— ... Chefe! — gritou por ele e finalmente Dom veio para perto de mim e pulei em seus braços.

— Dom por mim! Vamos nos afastar para manter um pouco de distância, não precisamos sair daqui. — Em choque concordou e voltamos para nosso carro, vendo meu sogro ser carregado à força por seu irmão e finalmente ficamos um pouco mais para trás.

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