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O Mafioso Obcecado pela Faxineira romance Capítulo 25

Bryan

Sinto o gosto do sangue que escorria pelo meu lábio, um gosto metálico que, para mim, já era algo normal. Na máfia, os confrontos sempre acabavam com algum machucado.

Ela me olha preocupada, temendo o que eu poderia fazer.

Mas minha raiva não dura muito. Me levanto e entro no banheiro. Ali, rapidamente tiro as roupas e entro no chuveiro com a água gelada.

Precisava me aliviar. A dor e o desejo estavam fortes, e tudo aquilo era algo novo. Tinha uma linda garota em minha cama, mas que não cedia aos meus charmes. Rio da situação, sabendo que, se meus amigos soubessem, iriam me zoar, já que o temido Bryan Bellucci era popular com as garotas, pegava todas que desejava sem hesitar.

Sorrio da situação, me masturbando no maldito banheiro, sabendo que atrás daquela porta estava aquela linda bucetinha rosada e lisinha que eu já havia tocado.

Só de imaginar, meu sangue fervia, minha veia saltava, e minha mão aumentava a velocidade com que se movia até jorrar para todo lado, me saciando um pouco.

Termino meu banho e saio enrolado na toalha.

Ela estava deitada, coberta, virada para a parede. Não dava para saber se já estava dormindo ou apenas fingindo para não falar comigo. Talvez medo do que eu poderia fazer com ela. Talvez, em outros tempos, ela já estivesse morta. Mas ela tinha algo que, mesmo me tirando do sério, ainda me fazia querer estar com ela.

Pego minhas roupas e as visto. Esfrego a toalha nos cabelos, secando-os bem para não molhar a cama, e logo me deito, apagando as luzes.

Algum tempo passa e ela não se move. Fecho os olhos tentando pegar no sono, algo que eu jamais faria, era dormir com alguém. Ontem praticamente não dormi bem, e hoje será outra noite difícil.

— Oi… já dormiu? — escuto a voz sonolenta e suave dela.

— Ainda não — falo calmo, embora em meus pensamentos soubesse que não conseguiria dormir ao lado dela.

— Me desculpa… eu não queria mordê-lo. Fiquei com medo e acabei fazendo sem pensar…

Ela fala, lamentando, tentando se explicar.

— Tudo bem — respondo.

— Eu quero cumprir o nosso acordo, só que não sei o que deu em mim… fiquei nervosa…

Ela continua, e eu a puxo para perto de mim pela cintura.

— Ah… — ela se assusta, mas não se afasta. Ficamos assim, agarrados. Seu corpo se encaixava perfeitamente ao meu. Seu cheiro doce e gostoso me trazia paz.

— Está bem, garotinha. Posso esperar mais um pouco — falo suave, com meus braços em volta dela, em conchinha.

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