Bryan
Acordo depois de uma noite agitada. Até saciar meu desejo, não a deixei dormir. Ainda estava muito cedo e acabamos dormindo aqui mesmo no apartamento da corporação. Mando mensagens para um dos meus seguranças buscar roupas para Liz e trazer a Eliza para fazer o café aqui mesmo.
Me viro e vejo ela dormindo feito um anjo, seu rosto sereno. Uma garota tão nova ainda, e já passou por tantas coisas ruins. Toco em seus cabelos castanhos esparramados pela cama, alisando, sentindo sua pele branca, lisinha e macia. Ela nem imaginava como era linda e o poder que tem sobre mim.
Me levanto, tomo banho e me visto. Desço para o escritório. Por ser muito cedo, as luzes dos andares estão apagadas, o silêncio domina o lugar. Entro no escritório, pego alguns documentos e o meu notebook, levo tudo para cima.
Não demora muito para a Eliza chegar, entrando e me cumprimentando enquanto aproveito para adiantar tudo.
— Bom dia, senhor!
— Bom dia, Eliza. Tivemos que fazê-la vir para cá, não é mesmo? — sorrio para ela, brincando.
— Imagina, senhor, vim com muito prazer.
— Obrigado, Eliza. Sabe que não a tenho só como minha funcionária, já a considero da família.
Ela sorri, feliz.
— Eu que agradeço, senhor. Graças ao senhor, posso mandar minha neta para escola particular e minha filha na faculdade. Só tenho a agradecer por ter essa oportunidade de trabalhar aqui.
_ Que bom, Eliza. Já falei: quando precisar de algo, pode falar, que o que estiver ao meu alcance eu faço por você.
— Obrigada, senhor — disse emocionada.
— Bom dia! — Liz fala entrando na sala, seus cabelos úmidos do banho. Ela vestia uma camiseta branca minha que ia até suas coxas, e imagino que não estava com nada por baixo, me deixando louco. Juro que, se estivéssemos só nós dois ali, não iria me controlar.
— Bom dia, Liz! — Eliza cumprimenta, sorrindo para ela.
— Bom dia! — falo, olhando-a com desejo. Ela me olha e sorri tímida, não conseguindo disfarçar a curiosidade em saber se eu tinha percebido que ela estava sem nada mesmo.
Eliza logo serve o café, também leva as roupas da Liz para o quarto e nos deixa a sós.
Me levanto e sento ao seu lado.
— Por que mudou de cadeira? — pergunta confusa, me vendo sentar ao seu lado.
— Porque estou curioso com algo — digo sorrindo, vendo ela ficar vermelha.
— Bryan! — diz, me alertando, mas eu levo uma de minhas mãos em sua coxa, alisando sua perna. Ela segura, tímida, tentando me fazer parar.
— Xii… — digo, tirando sua mão e alisando sua coxa com a minha, passeando pela sua perna até embaixo da blusa, entrando devagar, indo para sua intimidade...
— Ah… Bryan… — ela solta um gemido quando minha mão toca lá. Ela está sem nada. Meus dedos entram, enquanto ela tenta fechar as pernas. Sorrio animado, vendo ela tão tímida e nervosa com alguém podendo nos pegar ali. Meu dedo afunda, ela estava tão molhadinha que começa a deslizar para dentro, provocando-a, enquanto ela aperta as pernas.
— Que delícia… — digo, olhando-a enquanto meu dedo vai entrando e saindo, brincando ali. O que essa garota faz comigo… sinto meu corpo reagir, e a única vontade ali seria pegá-la de vez naquela mesma mesa.
— A senhora Eliza vai ver, Bryan — diz, segurando minha mão, mas meu dedo ainda brinca em seu interior, entrando e saindo com tanta facilidade por ela estar tão molhada.
— Você que me provocou, Liz — digo, tirando o dedo e levando à boca, chupando, saboreando o gosto dela. Ela me olha horrorizada com o que havia feito.

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