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O magnata e a faxineira ( Desejos proibidos ) romance Capítulo 11

Ele a segurava pela cintura, com os olhos fixos nos dela, a poucos centímetros, quase a beijando. Miranda sentiu o calor do corpo dele e o cheiro do perfume gostoso. A pergunta dele sobre fetiches ainda pairava no ar, e o convite silencioso em seu toque era inegável.

— O que você gostaria de ganhar em troca do jantar, Miranda? — a voz de Peterson saiu baixa, quase um sussurro, mas carregava um peso que a fez sentir encurralada. Ele não queria um "não" como resposta.

— Nada — respondeu Miranda, com a voz quase inaudível, e o rosto pálido.

Peterson não a ouviu, ou fingiu não. Ele começou a beijar-lhe o pescoço, os lábios quentes percorrendo a pele fria, enquanto sussurrava em seu ouvido, com a voz cínica:

— Não vai perguntar o que quero fazer contigo, Mimosa?

Ele abaixou as alças da camisola, expondo os seios de Miranda, cheios de leite, que subiam e desciam com sua respiração acelerada.

— Ou não quer saber? — continuou ele, afastando-se um pouco para encará-la, a intensidade em seus olhos quase a sufocando. — Ou pior do que isso, não quer fazer mais nada comigo?

A respiração de Miranda engasgou na garganta. As palavras de Peterson, combinadas com a proximidade de seus corpos e a exposição de seus seios, a fizeram ceder. Ela se ergueu levemente, tentando alcançá-lo com os lábios, buscando um beijo que pudesse selar aquele momento de tensão e desejo.

Mas Peterson virou o rosto, desviando-se do beijo. Seus olhos se cravaram nos dela, frios e determinados.

— Eu dito as regras aqui, Miranda — disse ele, com a voz baixa, mas carregada de uma autoridade inquestionável. — E eu quero brincar com você. De um modo que talvez você não goste.

A frieza nas palavras de Peterson e a menção a brincadeiras que ela "talvez não gostasse" acenderam um alerta em Miranda. A submissão deu lugar a uma pontada de irritação, e o desespero financeiro falou mais alto que o medo.

— Eu quero dinheiro! — Miranda declarou, a voz firme apesar da situação. — Mil reais. É o que quero para aceitar o que quer que seja. — Ela o olhou nos olhos, a dignidade ferida transparecendo em sua expressão. — Não estou gostando dessa conversa, nem das suas atitudes. Mas estou quase sendo despejada, e eu preciso de dinheiro.

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